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Tendência em todo o mundo, bares que privilegiam a acústica e a curadoria musical encontram terreno fértil junto ao público paulistano; confira quatro destaques
De um lado há o vinil. Charmoso, retrô, colecionável. E popular: hoje, responsável por 76,4% das vendas de mídia física de música no Brasil. De outro há o streaming: moderno, acessível e quase onipresente, respondendo por 87,6% da receita total da indústria fonográfica brasileira, de acordo com dados da Pró-Música para 2025.
E aí vem a virada — enquanto um formato ganha remasterizações constantes, de olho no público que escuta de um individual fone dentro do ouvido, o outro tem o charme da ranhura e um apelo comunitário.
À equação, aparentemente insolúvel, um formato tem respondido surpreendentemente bem, aliando a busca pela qualidade a uma experiência social. São os listening bars, ou bares de audição, espaços onde a música assume o papel principal.
Destacando-se de bares tradicionais pelos sistemas de som de altíssima fidelidade, estes espaços se destacam pela curadoria musical criteriosa. Para otimizar a acústica, portanto, os ambientes são projetados como intimistas. Já a carta de drinks dialoga com a experiência sonora.

O conceito surgiu no Japão, há mais de 60 anos. Na época, funcionavam em cafés e bares voltados a audiófilos em Tóquio. Décadas depois, o formato ressurge com força e encontra na Geração Z um público interessado em interação social combinada a uma vivência mais focada e sensorial.
Nas últimas temporadas, porém, o modelo se espalhou por grandes capitais do mundo, de Nova York a Berlim. No Brasil, São Paulo se consolidou como um dos principais polos dessa tendência. A cidade passou a reunir endereços que unem curadoria musical afiada e coquetelaria assinada por nomes de peso, atraindo tanto o público jovem quanto ouvintes mais experientes.
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Para quem quiser conhecer e experimentar a audição em um listening bar, separamos quatro dicas de locais em São Paulo onde a música vira protagonista.
Começando pelo Domo, na Vila Buarque, um endereço que já nasceu como um clássico. Não à toa, acabou eleito como a Revelação do Ano pela Veja São Paulo em 2023.

A coleção de mais de 400 vinis dos sócios Flavio Seixlack e Rodolfo Herrera veio antes mesmo da ideia do bar. Hoje, ela divide espaço com as garrafas atrás do balcão, deixando claro, logo na entrada, onde está o foco: boa música e bons drinks.
A curadoria musical segue uma agenda semanal de seletores convidados, sempre tocando em vinil. O repertório passa por jazz, funk, hip-hop, soul e R&B, por exemplo.
O grande diferencial da casa está na acústica impecável. Com assinatura do escritório Audithorium Technologies, ela proporciona uma experiência de audição única.

A carta de drinks, elaborada por Rodolfo Carvalho, traz um equilíbrio entre alguns clássicos, como Gimlet e Cosmopolitan, e autorais alinhados ao conceito da casa, como o Chill (R$ 51), que combina bourbon Maker’s, Mark, moonshine defumado, maracujá, limão e um toque de Angostura.
No terraço do Edifício Carlos Rusca, no Centro, o bar mistura vista urbana, pista animada e curadoria musical certeira. A trilha da casa gira em torno de hip-hop, jazz, soul e brasilidades, sempre com foco na seleção musical. A acústima é o destaque, segurando bem a pressão quando a noite esquenta. Além disso, nomes de peso como os DJs Nyack, Vermelho e Zegon aparecem com frequência no line-up.

O menu é enxuto e traz opções para dividir e acompanhar os drinks. Caso, por exemplo, da lasanha frita (R$ 55) e do arancini de shitake (R$38). Já a carta de drinks, que é assinada pelo celebre bartender mexicano Allan Suarez, traz releituras de coquetéis como o Pornstar Martini (vodca infusionada com baunilha, licor de maracujá, purê de maracujá e xarope de baunilha, R$ 48) e o White Meloni (gin, bitter de melão e vermute, R$ 45).

Inaugurado em meados de 2025, no Vale do Anhangabaú, o Formosa Hi-Fi ocupa o subsolo da Galeria Formosa. Atualmente, o espaço, que ficou fechado por mais de 50 anos, foi ressignificado para dar vida ao projeto. A assinatura é do escritório de arquitetura Metrópole e já nasceu com foco absoluto na experiência sonora.

O sistema de som de alta fidelidade, assinado pela Acústica & Sônica, está aliado à curadoria musical de Hugo Frasa, que convida seletores apaixonados por vinil. A proposta traz um repertório que transita por jazz, soul e MPB, por exemplo, mas também por música brasileira de catálogo, experimental, eletrônica de raiz, clássicos modernos e raridades.

Na coquetelaria, a carta autoral foi desenvolvida pela premiada chefe de bar Michelly Rossi. Dentre os destaques estão o Penicillin (R$ 43), que leva Dewar’s 12, Talisker, mel, gengibre e limão e o Efêmera (R$ 46), que combina gin, vermute com poejo, jerez oloroso e vinagre de arroz.
Na Bela Vista, o Elevado Conselheiro ocupa uma casa histórica de 1904 e traduz com personalidade sua proposta. O objetivo é manter a música no centro da experiência, mas aliando escuta atenta a conforto, gastronomia e serviço à altura.

A curadoria sonora privilegia jazz, soul e música independente e o ambiente preserva a atmosfera intimista. A acústica foi tratada em toda a extensão da casa, das paredes aos equipamentos. No salão principal, sofás, poltronas e mesas iluminadas por luz baixa e velas criam o clima ideal para curtir o som.

A carta de drinks se destaca pelo foco em vermutes e jerezes, resultando em coquetéis mais secos. Autorais e clássicos, aliás, seguem essa linha, pensados para quem prefere profundidade de sabor e uma experiência de bar mais experimental.
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