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Estimado em mais de 53 milhões de foliões, o Carnaval brasileiro ganha forma em grandes festas espalhadas de norte a sul do país

A imagem de uma porta-bandeira e um mestre-sala desfilando na Sapucaí virou cartão-postal do Carnaval brasileiro. Mas a maior festa popular do Brasil está longe de se resumir à avenida. Do Oiapoque ao Chuí, há trio elétrico, blocos e festas na rua para foliões que atravessam o feriado como um parêntese no calendário — em que rotinas e compromissos só voltam a existir depois do meio-dia da Quarta-feira de Cinzas.
De acordo com uma estimativa do Ministério do Turismo, mais de 53 milhões de pessoas devem ir às ruas em todos os estados do país, o equivalente a cerca de um quarto da população brasileira.
Confira a seguir, um panorama das principais festas que ajudam a abrigar essa multidão.
O Rio de Janeiro (RJ) abriga as principais escolas de samba do país. Na Marquês de Sapucaí, o foco está nos desfiles das 12 escolas do Grupo Especial, em três noites de samba-enredo, carros alegóricos e fantasias.
Fora do sambódromo, a cidade maravilhosa também se consolida como um dos maiores carnavais de rua do país. Centenas de blocos ocupam diferentes bairros, incluindo megablocos comandados por nomes como Anitta, Ludmilla e Monobloco.
Ainda em terras fluminenses, Paraty (RJ) festeja o carnaval como antigamente, com bonecos gigantes de papel machê, mascarados e marchinhas que agitam adultos e crianças em meio ao centro histórico colonial.
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Em São Paulo (SP), o destaque é a diversidade. Neste ano, a capital paulista terá cerca de 630 blocos distribuídos por todas as suas zonas da cidade.
Entre os mais aguardados estão o Tarado Ni Você, dedicado ao repertório de Caetano Veloso; o MinhoQueens, com muito glitter da cena LGBTQIA+ paulistana; e o Acadêmicos da Baixa Augusta, que mistura samba e marchinhas com o pop e rock.
No interior do estado, São Luiz do Paraitinga (SP) mantém um autêntico carnaval de marchinhas, com cinco dias de festas que resgatam músicas, fantasias e tradições.

O Carnaval de Belo Horizonte saiu de uma posição discreta e impressiona pelo seu crescimento recente.
Em pouco mais de uma década, a cidade saiu de cerca de 70 blocos, em 2013, para mais de 500 blocos em 2025, reunindo aproximadamente 6 milhões de foliões e entrando definitivamente no grupo dos maiores carnavais do Brasil.
Ainda em Minas, Diamantina (MG) transforma as ladeiras do seu centro histórico, patrimônio mundial, em uma grande festa com blocos e shows. Entre as atrações deste ano está o mineiríssimo Samuel Rosa.

Se tem Carnaval, tem axé em Salvador (BA). Na capital baiana, a festa consagra nomes como Ivete Sangalo, Daniela Mercury e BaianaSystem, que arrastam milhões de foliões atrás dos trios elétricos na cidade.
Entre os blocos mais emblemáticos está o Olodum, símbolo da identidade afro-baiana, com seus tambores e cores marcantes.
Já Olinda (PE) transforma o Carnaval em um desfile de bonecos gigantes, feitos à mão e inspirados em figuras políticas, artísticas e culturais que parecem ganhar vida nas ruas.
Das ladeiras às avenidas, o frevo espalha guarda-chuvas coloridos, e os ritmos do maracatu, samba e afoxé tomam conta da festa.

Mas não se engane: o Carnaval não se limita ao Sudeste ou ao Nordeste. Pelo país, outras festas ganham forma — algumas bem diferentes do imaginário comum:
A pluralidade regional transformou o Carnaval em uma soma de sotaques, ritmos e tradições, fazendo do Brasil um prato cheio para quem quer se divertir e, enfim, começar o ano com a energia lá em cima.
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