O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa fechou o último ano com recordes de lucro e Ebitda e surpreende o mercado com resultado acima do consenso
A Riachuelo (RIAA3) trocou de roupa na bolsa, deixando o ticker GUAR3 no fundo do armário, para celebrar os resultados do ano passado já com o look novo.
A varejista de moda fechou 2025 com o melhor ano de sua série histórica, coroando o desempenho com um lucro líquido consolidado de R$ 321,9 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), segundo dados divulgados nesta quarta-feira (11).
O resultado representa uma alta de 28,8% na comparação anual, vindo acima das expectativas do mercado. O consenso reunido pela Bloomberg apontava para um lucro de R$ 271 milhões no período.
No acumulado de 2025, a companhia registrou lucro líquido de R$ 512,1 milhões e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recorde de R$ 1,8 bilhão no ano.
“A trajetória reflete ganhos estruturais de eficiência e a maior qualidade do resultado, sustentados por um modelo de negócio integrado, com contribuição relevante dos segmentos de mercadorias e financeira”, diz a companhia.
A Guararapes, grupo que reúne as marcas Riachuelo, Casa Riachuelo, Carter’s, FANLAB e Midway Financeira, adotou recentemente o nome Riachuelo na B3.
Leia Também
A mudança compõe um movimento transformacional da companhia, que reuniu recentemente a mudança de nome de operação e ticker na bolsa, abertura da loja conceito e realização do primeiro Investor Day na busca por embalar e entregar de forma concreta o trabalho de transformação da companhia.
No quarto trimestre de 2025, a companhia registrou Ebitda consolidado de R$ 659,8 milhões, com margem Ebitda consolidada de 20,6%, avanço de 1,9 ponto percentual ante o mesmo período em 2024. É o nível mais alto dos últimos cinco anos.
A receita líquida totalizou R$ 3,2 bilhões, um avanço de 5,9% na comparação anual. As despesas operacionais cresceram 6,6% em base anual, atingindo R$ 1,06 bilhão no quarto trimestre de 2025.
De acordo com a empresa, o segmento de Mercadorias foi um dos principais vetores do desempenho anual. Ao longo de 2025, a margem bruta de Vestuário atingiu 56,7%, com expansão de 2,4 pontos percentuais em relação a 2024.
As vendas de Vestuário no conceito mesmas lojas (SSS) avançaram 7,2%, enquanto a margem bruta de Vestuário atingiu 57,8%, com expansão de 2,9 pontos percentuais em relação ao 4T24.
O segmento de Mercadorias registrou margem Ebitda de 20,0%, crescimento de 1,7 ponto percentual na comparação anual, o melhor patamar dos últimos cinco anos.
A operação financeira também avançou no trimestre, registrando um Ebitda de R$ 126 milhões, alta de 28,4% em relação ao 4T24.
“Evoluímos não apenas na execução, com captura de eficiências e maior disciplina de gestão, mas também na forma como construímos marca, produto e experiência. Colocar o produto no centro da estratégia, com mais identidade e conexão com o consumidor, tem sido fundamental para sustentar uma evolução consistente da qualidade do negócio”, afirma André Farber, CEO da Riachuelo.
Em 2025, a Midway Financeira, vertical de serviços financeiros, registrou Ebitda de R$ 482 milhões, crescimento de 19,3% em relação a 2024.
*Com informações do Money Times
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações