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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

SD ENTREVISTA 

Boa Safra (SOJA3) freia após crescer rápido demais, mas CEO revela: ‘estamos prontos para um grande negócio’

Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses 

Camille Lima
Camille Lima
1 de abril de 2026
6:12 - atualizado às 17:00
O CEO da Boa Safra (SOJA3), Marino Colpo.
O CEO da Boa Safra (SOJA3), Marino Colpo. - Imagem: Divulgação

A estratégia de expansão acelerada levou a Boa Safra (SOJA3) longe — mas começou a cobrar seu preço. Depois de anos de crescimento robusto, a companhia entra agora em uma fase mais exigente: transformar escala em rentabilidade e decidir qual será o próximo movimento estratégico, afirmou o CEOMarino Colpo

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O resultado de 2025 deixou essa virada mais evidente para a empresa, que atua na produção e comercialização de sementes no Brasil — especialmente de soja —, com foco em produtos de alta tecnologia. Fundada em 2009, a companhia estreou na bolsa brasileira há quase cinco anos, em abril de 2021. 

Após quadruplicar de tamanho em cinco anos, com a receita saltando de R$ 600 milhões para R$ 2,6 bilhões, a empresa passou a conviver com margens pressionadas — um retrato clássico das dores de crescimento de uma operação que avançou rápido demais. 

No ano, o lucro líquido caiu quase 40%, para R$ 101 milhões, enquanto o Ebitda (que mede a capacidade de geração de caixa operacional) ajustado recuou 16%, para R$ 154,1 milhões, com margem de 6%, contra 10% em 2024. 

“Crescemos muito, mas o resultado não veio”, resume o CEO, em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro

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Agora, o desafio é duplo: ajustar a máquina para capturar melhor os ganhos de escala já conquistados e, ao mesmo tempo, se posicionar para um novo ciclo de expansão — que pode incluir aquisições em um setor machucado. 

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Com caixa robusto e concorrentes fragilizados, a leitura do CEO é que o momento pode abrir uma janela rara para crescer de forma mais seletiva. 

Boa Safra (SOJA3): o custo de acelerar demais 

Nos últimos trimestres, a Boa Safra concentrou seus esforços na expansão orgânica, com aumento de volume e da capacidade de produção de sementes.  

Mais recentemente, esse movimento foi complementado por um contrato com a Syngenta Seeds para o arrendamento de unidade produtiva em Minas Gerais, voltado à ampliação da produção de sementes de milho.  

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Mas a expansão acelerada não veio sem efeitos colaterais. Segundo Colpo, a velocidade do crescimento trouxe perdas de eficiência em diferentes frentes — da operação industrial à logística, passando por plantas novas que ainda não operavam no seu nível ideal. 

“Engenheiro de obra pronta é sempre mais fácil”, pondera o CEO, que reconhece que ajustes seriam inevitáveis.  

Ainda assim, ele reforça que a decisão de acelerar foi deliberada — e difícil de evitar, diante do tamanho da oportunidade que o mercado oferecia. 

Parte da compressão de margens também veio de fora da empresa. A crise recente no agronegócio alterou o comportamento do produtor rural, que passou a priorizar custo em detrimento de tecnologia.  

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Na prática, para a Boa Safra isso significou uma migração para sementes mais básicas e menos rentáveis. Mesmo com crescimento no volume de sementes tratadas, o nível tecnológico médio caiu — o que ajuda a explicar por que a receita avançou, mas a rentabilidade não acompanhou. 

Da expansão à disciplina 

Se os últimos anos da Boa Safra (SOJA3) foram marcados pela busca por escala, 2026 inaugura uma nova fase: a da disciplina e foco em crescimento de margem. Internamente, esse movimento ganhou nome de “Projeto Eficiência”. 

A analogia usada por Colpo ajuda a entender o momento: a empresa saiu de uma reta de aceleração para uma pista molhada.  

“Não dá para acelerar muito na chuva. Mas, quando a pista secar, queremos estar prontos para trocar o pneu e acelerar mais rápido que os concorrentes.” 

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Sem negar os efeitos colaterais da expansão, a Boa Safra estruturou um plano em quatro frentes para recuperar eficiência e rentabilidade: 

  • Enxugamento do portfólio: redução de 102 para 65 cultivares de soja, com foco nos produtos de maior giro e melhor desempenho, eliminando distorções e sobras de estoque; 
  • Padronização industrial: correção de gargalos nas unidades novas, focando em reduzir descartes e desperdícios industriais; 
  • Disciplina de custos: corte relevante de despesas administrativas, que cresceram junto com a expansão; 
  • Diversificação de culturas: avanço em milho, sorgo e forrageiras para reduzir a dependência da soja. 

“Ainda acreditamos que é possível recuperar margens e crescer ao mesmo tempo, talvez a uma velocidade menor do que a do ano passado, que realmente apresentou uma oportunidade muito grande", disse Colpo. 

O CEO da Boa Safra acredita que 2026 será um ano “menos pior” para o agro do que o ano passado, e que o setor já começa a dar sinais de inflexão — ainda que distantes de um novo ciclo de bonança. 

“Não é um bull market ainda, mas tem cara de que vai virar”, afirmou Colpo. 

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Caixa forte em um setor pressionado 

Para o CEO, um dos pontos que mais diferencia a Boa Safra dos pares sementeiros em dificuldade é a estrutura de capital.

Enquanto parte do agronegócio enfrenta um dos piores apertos de crédito dos últimos anos, a empresa mantém uma posição de caixa próxima de R$ 1 bilhão, além de uma dívida alongada até 2042, com amortizações relativamente leves a cada ano.

Mais do que conforto, isso representa tempo — um ativo estratégico valioso em ciclos adversos. 

Além disso, segundo Colpo, a restrição de crédito, embora negativa para o setor, acaba favorecendo empresas mais estruturadas. 

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“Ninguém quer juro caro. Mas, no relativo, é uma fortaleza da companhia hoje. Os clientes estão buscando parceiros mais seguros. Isso tem ajudado a gente a crescer. Eu estou bem confiante que será um ano melhor que o ano passado, de preços médios melhores”, diz o executivo. 

A aposta da Boa Safra no milho e na soja 

Parte da estratégia de diversificação da Boa Safra já começa a dar resultado.  

Nascida com a soja no centro do seu modelo de negócios, a companhia passou a expandir sua atuação para outras culturas nos últimos anos, com o objetivo de reduzir a dependência de uma única commodity e suavizar a sazonalidade do portfólio. 

Em 2025, as novas culturas passaram a representar cerca de 13% da receita de sementes e novos negócios da Boa Safra. Entre os destaques estão o trigo, milho, sorgo e feijão — pilares de uma estratégia que busca diluir riscos e ampliar o alcance comercial. 

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A expansão também se reflete na base de clientes. Hoje, a Boa Safra conta com 996 clientes ativos, mais do que o triplo do registrado na época do IPO, em 2021, quando atendia 308 produtores.  

No milho, em especial, a companhia avançou em um momento de baixa do setor, combinando aquisição de ativos com expansão de capacidade. Mais recentemente, esse movimento foi reforçado pela parceria com a Syngenta, que tem potencial para praticamente dobrar a produção nessa frente. 

Hoje, a Boa Safra caminha para deter cerca de 10% da capacidade nacional de sementes de milho. 

“As novas culturas vêm praticamente dobrando o faturamento todo ano”, destacou o executivo. Essa diversificação tornará a companhia menos vulnerável aos movimentos de uma única commodity

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Na leitura do CEO, há um “descasamento” entre os ciclos das commodities. O milho já teria passado pelo pior momento de excesso de oferta e agora vive uma fase de demanda mais forte. A soja, por outro lado, ainda estaria um passo atrás nesse ciclo. 

Essa diferença abre espaço para a empresa equilibrar melhor seus resultados ao longo do tempo, na visão do executivo. 

A intenção da Boa Safra é replicar o modelo do milho na soja: atravessar o período de dificuldade mantendo a integridade operacional para, no momento da virada do setor, estar pronta para alavancar a companhia e possivelmente realizar um grande negócio. 

“Temos tudo para ter ótimos anos com o milho. Mas acredito que dá para melhorar, sim, a margem na soja e crescer um pouco mais”, afirmou. 

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Vem M&A pela frente? 

Com liquidez elevada e um setor pressionado, a companhia também se prepara para um movimento mais ofensivo. Para Colpo, o momento de preços baixos no agro é propício para operações de fusões e aquisições (M&As). 

“Estamos armados e prontos para um grande negócio. Queremos acertar o momento na soja, como fizemos no milho”, disse o executivo. 

O modelo de operação, no entanto, ainda não está definido. Segundo o CEO, a expansão poderia acontecer tanto por meio de arrendamentos como por compras a mercado. 

Questionado sobre o pipeline de aquisições, Colpo revelou que a companhia sempre está de olho em oportunidades.

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No entanto, ele avalia que os preços praticados em M&As recentes no setor foram considerados elevados, e lembra que o crescimento orgânico da Boa Safra no último ano foi superior ao tamanho de algumas dessas transações.

Entre o ceticismo do mercado e a confiança do CEO 

Apesar do discurso mais estruturado no alto escalão da Boa Safra, o mercado ainda não comprou completamente a tese.  

As ações SOJA3 acumulam queda relevante no ano, superior a 20%, e parte dos analistas passou a adotar uma postura mais cautelosa com o papel. A título de referência, nos últimos meses, bancos como Bradesco BBI, Citi e Itaú BBA decidiram rebaixar a recomendação para a ação. 

Colpo, no entanto, considera essa leitura exagerada e critica a “visão pendular” do mercado — ora extremamente otimista com o agro, ora excessivamente pessimista. 

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“Tem hora que parece que o agro vai dominar o mundo. Em outra, que ninguém mais vai comer”, ironiza. 

Para ele, o valor da companhia está menos nas oscilações de curto prazo e mais na construção de longo prazo — especialmente na capilaridade da operação e na diversificação da base de clientes. 

"Para quem acredita que o agro não vai acabar, talvez seja uma oportunidade de participar no longo prazo", provocou o executivo. 

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