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Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea revisou para baixo seus resultados de 2024 e reportou lucro líquido 31% menor em 2025.
Ela mudou a metodologia para contabilizar certas receitas dos serviços de água e margens de construção, o que exigiu uma reapresentação dos números de 2024, com queda significativa no lucro e no patrimônio.
Com atuação mais ativa no mercado de capitais, a sua dívida e alavancagem também subiram. Grande parte desse capital foi para o investimento, também em alta.
Ela apresentou resultados proforma, considerando nas demonstrações coligadas não consolidadas e o endividamento do veículo de investimento Parsan. A Parsan é um consórcio entre a Aegea Saneamento, Kinea e Perfin, focado em empreendimentos e participações e com emissões de debêntures no setor de infraestrutura.
Os volumes de água e esgoto tratados pela empresa aumentaram. Em 2025, coletou e tratou 730 bilhões de litros de esgoto, o equivalente a aproximadamente 300 mil piscinas olímpicas, por exemplo.
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A receita líquida proforma totalizou R$ 18,29 bilhões no ano passado, crescimento de 20,6% ante os R$ 15,16 bilhões registrados em 2024.
O Ebitda proforma totalizou R$ 10,3 bilhões em 2025, alta de 23,5% ante os R$ 8,34 bilhões de 2024. Desconsiderando o impacto positivo não recorrente de créditos de PIS/Cofins na Corsan, o crescimento foi de 16,4% no período.
O desempenho operacional foi impulsionado principalmente pelos reajustes tarifários, pelo aumento do volume faturado e pela maior receita de contraprestação das PPPs. No entanto, apesar do aumento nas receitas, as despesas também cresceram 17,1%. A margem Ebitda aumentou 1,3 ponto porcentual, para 56,3%.
Apesar do avanço operacional, o resultado financeiro pressionou o lucro. O resultado financeiro proforma foi negativo em R$ 6,65 bilhões em 2025, piora de 46,5% em relação ao resultado negativo de R$ 4,54 bilhões em 2024. Já o lucro líquido foi de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31% na comparação com 2024.
A Aegea está cada vez mais ativa no mercado financeiro. Em fevereiro deste ano, a companhia converteu o seu registo na CVM para a categoria A, um passo na direção de uma abertura de capital.
Já em março, os acionistas aportaram R$ 1,2 bilhão na companhia, para reforçar sua estrutura de capital e liquidez.
Entre eles, estão o Fundo Soberano de Singapura (GIC), que detém 35% de todo o capital, e a Itaúsa, com 13%. Os 52% restantes estão na mão da Equipav, controlada pelas famílias Toledo e Vettorazzo e especialista em infraestrutura, principal acionista da Aegea Saneamento e da EPR, de rodovias.
No ano passado, captou R$ 22,3 bilhões no mercado. Alongou o prazo de pagamento da dívida de 7,4 para 7,6 anos e reduziu o custo médio de CDI + 1,8% para CDI + 1,4%.
Com isso, a dívida líquida proforma avançou 36,7% na comparação anual, para R$ 47 bilhões. A alavancagem proforma, medida pela relação dívida líquida/Ebitda, atingiu 4,51 vezes, aumento explicado principalmente pelo maior volume de investimentos com a expansão do portfólio, incluindo a conclusão da aquisição da Regenera Rio (antiga Ciclus Rio) em dezembro de 2025.
Os investimentos (capex) somaram R$ 7,304 bilhões no ano passado, alta de 35% na comparação anual. Considerando todo o ecossistema de empresas geridas, os aportes totalizaram R$ 8,6 bilhões em 2025, incluindo capex e outorgas pagas. Os principais projetos estiveram relacionados à ampliação da cobertura de esgoto e ao início de novas operações.
Os resultados reapresentados de 2024 fazem parte de uma revisão das políticas contábeis da empresa, que diz que não há efeito no seu caixa, tampouco implicam descumprimento de obrigações financeiras ou vencimento antecipado de dívidas.
O avanço da companhia no mercado de capitais "exige de nós um constante aprimoramento dos processos e da qualidade das informações financeiras", disse a empresa.
A empresa mudou a forma de contabilizar suas receitas de serviços de água. Até então, a empresa já inseria os recebimentos de clientes inadimplentes há mais de seis meses ou com cadastros incompletos no seu balanço. Com a mudança, passará a reconhecer a receita apenas após o pagamento, atenuando a diferença entre a receita (contábil) e a arrecadação (caixa).
A concessão mais impactada por esse ajuste é a Águas do Rio, que ainda se encontra em processo de amadurecimento e conversão da carteira de clientes, disse a companhia no seu release de resultados. Também mudou a metodologia da contabilização de perdas de crédito esperadas.
Com isso, o impacto no resultado de 2024 foi relevante. No consolidado, o lucro líquido de 2024 caiu de R$ 2,4 bilhões para R$ 1,8 bilhão, redução de R$ 593,3 milhões. O patrimônio líquido consolidado encolheu de R$ 11,4 bilhões para R$ 6,39 bilhões, queda de cerca de R$ 5 bilhões.
Com Money Times
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