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Enquanto importadores pressionam por reajuste, fontes da Reuters dizem que estatal não pretende mexer nos preços agora
A Petrobras (PETR4) não vê espaço, no curtíssimo prazo, para um novo aumento no preço do diesel — mesmo com a guerra do Irã no radar e seus efeitos sobre o petróleo. A informação vem de três fontes da estatal ouvidas pela agência de notícias Reuters.
Segundo esses interlocutores, a companhia pretende manter a atual estratégia: evitar repassar automaticamente a volatilidade internacional para o consumidor brasileiro.
A postura contraria, em parte, agentes privados do setor, que defendem um reajuste para reduzir a defasagem em relação aos preços externos e destravar importações.
“Não tem nada no radar para os próximos dias”, afirmou uma das fontes à Reuters. Outra acrescentou que a política da empresa busca equilibrar interesses: “A companhia vai defender os acionistas sem penalizar o consumidor”.
O pano de fundo é um mercado global extremamente instável. Nesta segunda-feira (23), o barril do Brent chegou a cair mais de 10% ao longo do dia, reagindo a declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o adiamento de um possível ataque ao Irã após avanços diplomáticos.
A queda ocorre após semanas de forte alta. Em 14 de março, a Petrobras já havia elevado o diesel em 11,6%, em meio a um pacote do governo para conter os impactos da disparada do petróleo — incluindo isenções tributárias e subsídios.
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Ainda assim, importadores afirmam que o movimento não foi suficiente para zerar a defasagem, que chegou a superar 80% antes da recente correção nos preços internacionais.
De acordo com as fontes ouvidas pela Reuters, a lógica interna da Petrobras não exige repasses imediatos em momentos de choque.
A empresa trabalha com uma visão de médio prazo. Ou seja, oscilações pontuais — sejam de alta ou de baixa — podem ser diluídas ao longo do ano, sem comprometer resultados ou pressionar o consumidor.
“O conceito é de média. Não precisa ajustar no dia ou na semana”, resumiu uma das fontes.
Essa abordagem vem sendo adotada desde o início do conflito envolvendo EUA, Israel e Irã.
Apesar da cautela da Petrobras, o cenário no Brasil preocupa. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) classificou o abastecimento como uma “situação excepcional de risco”.
Entre os fatores citados estão:
A Petrobras, por sua vez, afirma estar operando refinarias próximas de 100% da capacidade e atendendo a cerca de 70% do mercado interno.
Internamente, também há incômodo com cobranças de agentes privados e da própria ANP por maior oferta de combustíveis.
Fontes da estatal ouvidas pela Reuters criticam o que consideram uma postura oportunista do mercado — que pressiona em momentos de escassez, mas não se manifesta quando as margens são favoráveis.
Enquanto isso, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) discute nesta semana uma possível redução do imposto sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS) sobre combustíveis.
A medida poderia aliviar os preços nas bombas, mas enfrenta resistência política em ano eleitoral.
Além disso, o pacote recente do governo prevê taxação sobre a exportação de petróleo. Ainda assim, segundo uma das fontes, a forte alta do Brent mais do que compensaria esse custo adicional.
*Com informações da Reuters e do Money Times
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