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Os terremotos nos mercados com a guerra, a reestruturação da Natura (NATU3) e o que mais mexe com seu bolso hoje

Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje

31 de março de 2026
8:37
Imagem: IA/ChatGPT

Países em que terremotos são mais comuns desenvolveram métodos de construção específicos para manter prédios em pé. No Japão, por exemplo, há tecnologias avançadas de engenharia para minimizar prejuízos e mortes causados pela atividade sísmica, tão comum no arquipélago.

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Alguns edifícios são construídos com amortecedores eletrônicos, além de alicerces com suspensão entre os andares. Assim, quando a estrutura se movimenta, essa energia é distribuída.

No Chile, as paredes são super-resistentes, com bastante uso de ferro e concreto. Já em Taiwan, um prédio de 508 metros de altura possui um pêndulo de 660 toneladas, que se movimenta em sentido contrário ao do impacto do terremoto, o que amortece a vibração.

Assim como esses mecanismos, é essencial ter uma base bem construída para conseguir passar pelos solavancos dos mercados sem grandes prejuízos.

A guerra no Oriente Médio, por exemplo, avança sem sinais claros de negociação entre os países. Enquanto o apoio ao presidente norte-americano, Donald Trump, se deteriora com o avanço dos ataques, em Israel acontece o oposto, e a ofensiva conta com amplo apoio popular.

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O colunista do Seu Dinheiro, Matheus Spiess, detalha os últimos acontecimentos do conflito, que já deixou milhares de mortos e afetou profundamente a oferta global de energia.

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Outras ondas de impacto devem seguir. Veja como se proteger desse cenário estruturalmente mais instável nesta coluna aqui.

Esquenta dos mercados

Como bem disse o colunista Matheus Spiess, o mercado segue reagindo aos desdobramentos da guerra entre EUA e Irã no último pregão do mês de março.

Na noite de ontem, o presidente norte-americano Donald Trump, demonstrou avaliar o encerramento da campanha militar contra Teerã mesmo que o Estreito de Ormuz siga em grande parte fechado.

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Porém, nem mesmo a sinalização de que Trump não pretende estender a guerra foi o suficiente para acalmar os mercados asiáticos. Por lá, as bolsas fecharam o pregão de hoje em queda generalizada.

Os preços do petróleo também não revertem a alta dos últimos dias, embora tenha reduzido o ritmo de valorização. Nesta manhã, os contratos do Brent registravam ganhos de cerca de 0,40%.

Já os índices europeus e os futuros de Nova York amanhecem em alta. Apesar disso, o mercado na Europa caminha para o seu pior mês desde 2022 — e as perdas em Wall Street também não ficam muito atrás.

Além da guerra do Irã, os investidores acompanham, nesta terça-feira (31), a divulgação do PIB do Reino Unido, o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Zona do Euro e o relatório Jolts nos EUA.

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Por aqui, o Ibovespa vai tentar manter a valorização registrada na sessão de ontem, quando fechou o dia com ganhos de 0,53%, aos 182.514 pontos.

A agenda econômica local conta com a publicação do Caged e do resultado primário do setor público de fevereiro. Além disso, o avanço da Natura no processo de reestruturação com acordo de acionistas e a entrada da Advent International também promete mexer com as ações hoje.

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MCMV PARA A CLASSE MÉDIA

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EFEITO DOMINÓ
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