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A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
A planta mais cultivada no Brasil começou a ser domesticada há cerca de 6 mil anos na China. É uma leguminosa resistente, que floresce mesmo em condições adversas ou em épocas de seca.
Do sudeste asiático, chegou ao Japão e, no século 18, aos Estados Unidos. O óleo obtido dessa planta impressionou até Henry Ford, que o usou em tintas, sabonetes e peças para a indústria automobilística.
Por aqui, a sua plantação foi estabelecida pelos imigrantes japoneses antes de se tornar o alimento mais cultivado e exportado do Brasil.
A sua alta concentração de proteína e energia tornou esse alimento essencial. Está presente na alimentação humana na forma de tofu, shoyu e leite vegetal, além de diversos produtos processados e industrializados. Mas, principalmente, é usada para ração animal.
Já adivinhou que é a soja, né? Ela também é uma das principais fontes de receita da Boa Safra (SOJA3), que fabrica sementes para o agronegócio brasileiro e tem até a leguminosa em seu ticker de negociação na bolsa de valores.
Assim como a expansão do grão pelo mundo e por diversas indústrias, a empresa também passou por um crescimento acelerado. Chegou a ter 102 cultivares diferentes de soja, com tecnologias diferentes. Agora, a companhia está em uma nova fase: racionalização, disciplina e a busca pela rentabilidade.
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A repórter Camille Lima conversou com o CEO Marino Colpo e revela que a empresa está pronta para dar o próximo passo no seu crescimento. Confira nesta matéria.
As propostas em tramitação no Congresso Nacional pelo fim da escala 6x1 tomou as redes sociais e colocou em voga uma questão central dentro da sociedade: a busca pelo equilíbrio entre a vida e o trabalho.
Se de um lado existem aqueles que defendem a redução da jornada por mais qualidade de vida e saúde mental para o trabalhador, do outro lado há quem discuta a sustentabilidade das empresas e os impactos da medida na economia brasileira.
Convidado desta edição, Claudio Felisoni, presidente do IBEVAR (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo & Mercado de Consumo) e professor da FIA Business School, traz para conversar um estudo feito pela instituição que mensura o efeito direto da medida no varejo.
Vale ressaltar que 70% dos brasileiros são favoráveis ao fim da jornada de seis dias de trabalho e um de descanso. Com isso, a pergunta que fica no ar é: uma vez que esse é um clamor popular poderia haver uma adaptação da economia? Se sim, o Brasil está pronto para essa mudança?
O mês de abril começou com uma boa notícia: a guerra no Irã parece estar perto de chegar ao fim. Pelo menos é o que sinalizou o presidente dos EUA, Donald Trump.
Na noite de ontem, ele afirmou que pretende sair do país em “duas ou três semanas”, sem impor exigências sobre o Estreito de Ormuz.
A Casa Branca informou ainda que o presidente fará um pronunciamento hoje à noite para fornecer uma “importante atualização” sobre a ofensiva militar na região.
Os mercados globais responderam rapidamente ao anúncio de Trump, com os preços do petróleo registrando forte queda na madrugada. O Brent chegou inclusive a operar brevemente abaixo de US$ 100 por barril.
Na Ásia, o anúncio fez com que as bolsas da região disparassem, com destaque para o índice sul-coreano Kospi, que fechou o dia com alta de mais de 8%. No Japão, o Nikkei também subiu forte, encerrando com ganhos de 5,31%.
O fim iminente da guerra entre EUA e Irã também anima os mercados europeus, que amanhecem em forte alta.
Já em Wall Street, a valorização dos índices futuros de Nova York é mais tímida nesta manhã. Por lá, a agenda econômica traz hoje uma série de dados econômicos, incluindo a pesquisa da ADP sobre criação de empregos pelo setor privado, além de discursos de autoridades do Federal Reserve (Fed).
No Brasil, os investidores estarão de olho na divulgação do índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria nacional.
BALANÇO DO MÊS
Tesouro Selic e CDI: só ganharam em março os investimentos que nunca perdem. Bitcoin e dólar também fecharam o mês no azul, mas com um caminho bem mais tortuoso do que o rentismo garantido de um juro em 15% ao ano.
VIRADA ESTRATÉGICA
Fundadores deixam conselho da Natura (NATU3) pela primeira vez: por que analistas acreditam que a reestruturação na liderança é positiva. A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança.
ELE NÃO ERA O ÚNICO PROBLEMA
CEO sai, ação sobe: por que o mercado comemorou a saída de Rafael Lucchesi da Tupy (TUPY3). A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano.
CENÁRIO BRASILEIRO
Juro real duplica o patrimônio em 10 anos, mas ‘não é sustentável’ para a economia, alerta Mansueto. Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, avaliou o cenário da economia brasileira no evento Global Managers Conference 2026.
ALÉM DO MINÉRIO DE FERRO
No coração da estratégia da Vale (VALE3), metais básicos devem compor o motor de lucros da mineradora. Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos.
O INIMIGO AGORA É O MESMO
‘Taxa das blusinhas’ pode cair e acende alerta no varejo: Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) estão preparadas? Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido.
CORRIDA PRESIDENCIAL
Lula, Caiado ou Flávio Bolsonaro? Eleições ainda não têm ‘alternativa matadora’, mas eleitores estão mais à direita, diz André Esteves. Com seis meses restantes até as eleições presidenciais, chairman do BTG Pactual ainda não enxerga um nome forte para ganhar a disputa da presidência.
DEBÊNTURES E BONDS
Renda fixa privada: juro alto é a pedra no sapato dos títulos de dívida de empresas brasileiras; mas no exterior, investidor pode ousar mais. É hora de ser cauteloso em relação ao crédito privado de maior risco no mercado local, mas no exterior há boas oportunidades, dizem gestores.
OPORTUNIDADE SEGUE NA MESA
Vale (VALE3) tropeça e ação cai 6,8% em março, mas mineradora está longe do fim da linha com dividendos extraordinários à frente. Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos.
RISCO GEOPOLÍTICO
‘Trump é o mestre da negociação’, mas encara uma limitação que o levará a encerrar guerra no Irã em breve, diz gestor da Nomura Asset. Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste.
DANÇA DAS CADEIRAS
O que muda no governo depois de Lula ter confirmado Alckmin como vice e anunciado a saída de 18 ministros. Segundo Lula, mais auxiliares podem deixar a Esplanada, mas ainda precisam avisá-lo.
CHEGOU A HORA DE BRILHAR?
Bresco Logística (BRCO11) recua abaixo do valor patrimonial, e analistas veem oportunidade; entenda o que esperar do ativo e do mercado de FIIs daqui para frente. Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar.
ESQUECERAM DE MIM?
Tem medo de se promover no trabalho? Isso pode estar travando sua carreira — veja como falar das conquistas sem ser inconveniente. Especialista em comunicação corporativa diz que profissionais brilhantes no mercado ficam invisíveis pelo receio de se autopromover; como mudar isso de forma positiva?
VISÃO DE ESPECIALISTA
Elétricas, petróleo e construtoras: onde se escondem as oportunidades na bolsa, segundo gestores. Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta.
GLOBAL MANAGERS CONFERENCE BRASIL 2026
A ‘Nvidia chinesa’ já existe? Os setores que devem gerar lucro na China e estão de portas abertas para investidores, segundo gestor. Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”.
ENTRE RUAS E AVENIDAS
Esqueça a 5th Avenue: essas são as 20 melhores ruas para caminhar no mundo – e 2 são brasileiras. Do charme europeu ao modernismo brasileiro, a revista The Telegraph elegeu os lugares mais fascinantes do mundo para passear a pé; veja quais são.
O QUE FAZER COM AS AÇÕES
Maior alta do Ibovespa: Natura (NATU3) salta mais de 10% com “selo” de gigante global e outro acordo de acionistas. Hora de comprar? Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
COMPOUNDER
Ação da Eneva (ENEV3) entra em clube seleto, segundo o BTG; banco projeta ganhos de até 30% e dividendos bilionários. Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG.
DIREITOS CIVIS
Enquanto o Brasil começa a ampliar licença-paternidade para 20 dias, um país já paga até 1 ano de salário para o pai ficar em casa com o filho. Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
APETITE POR EMERGENTES
Guerra, petróleo caro e fuga dos EUA: o combo que pode jogar a favor do Brasil, segundo André Esteves, do BTG. Chairman do BTG Pactual vê fluxo global migrando para emergentes e revela “carta na manga” brasileira; confira.
CHOQUE ALÉM DO PETRÓLEO
A guerra no Oriente Médio já chegou no seu bolso — e os bancos tentam colocar em números o peso dessa inflação. Entre preço de fertilizantes e desabastecimento de materiais, analistas aumentam as projeções de inflação para alimentos.
REDUZINDO AS DÍVIDAS
MRV (MRVE3) faz a maior venda até então no plano de desinvestimento da Resia, nos EUA, por US$ 73 milhões; confira os próximos passos. Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados.
SINAIS DE VIRADA?
Gol melhora, mas ainda não decola: prejuízo cai 72% e chega a R$ 1,4 bilhão no 4T25; veja os destaques do balanço. Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre.
TÍTULOS DE DÍVIDA
Mais dinheiro na mesa: JBS (JBSS32) emite US$ 2 bilhões em bonds com taxas de até 6,4% ao ano. Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”.
DO YOU BELIEVE?
Pouso filmado em estúdio, holograma no teto da Terra plana e mais; confira as teorias da conspiração mais alucinadas sobre a ida do homem à Lua enquanto acompanha a missão Artemis 2. Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
VIROU A CHAVE
Nubank (ROXO34): mercado aperta “vender”, XP manda “comprar” — e vê rali de mais de 50% para as ações. Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação.
PARA OS APRECIADORES
Oscar do whisky: veja lista completa dos melhores whiskies do mundo em 2026. The World Whiskies Awards elege anualmente os melhores rótulos do mundo; confira o resultado de 2026.
SÓ O COELINHO NÃO DESCANSA
Feriados e chocolates: abril traz Páscoa e Tiradentes após um mês sem feriados nacionais; confira as datas. Confira o calendário de feriados de abril para se programar e aproveitar para descansar durante o mês.
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
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Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
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Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
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O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
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