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Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
No jogo Batalha Naval, o objetivo é acertar todos os navios do adversário, antes que ele derrube todas as suas peças. O desafio é fazer isso sem saber onde estão os porta-aviões, navios-tanque ou submarinos do outro jogador.
É um dos jogos clássicos da infância de muitos, seja em um tabuleiro ou apenas com papel e caneta. A estratégia passa também por tentar posicionar cada uma das suas embarcações de forma defensiva.
No mundo dos investimentos, também é praticamente impossível saber onde estão os ativos que vão surpreender e disparar na bolsa, ou aqueles que irão afundar com um movimento global. Por isso, mais do que tentar adivinhar o futuro nos mercados, o bom investidor busca ter boas empresas e ativos no bolso.
O cenário para o petróleo no início deste ano, por exemplo, não era dos melhores. Mesmo respeitáveis bancos de investimentos projetavam um preço de US$ 55 por barril, por conta de receios com sobreoferta. Isso pode ter levado muitos investidores a venderem ações de petroleiras.
O problema é que, agora, o contexto é completamente outro, com o conflito no Oriente Médio elevando o preço da commodity. Com isso, as ações da Petrobras e da Prio surpreenderam positivamente na bolsa.
"Quem confiou cegamente no discurso de petróleo despencando muito provavelmente foi induzido a vender teses que, além de distribuir bons dividendos, ainda serviam como proteção para eventuais conflitos geopolíticos", escreve o colunista do Seu Dinheiro, Ruy Hungria.
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As duas companhias já estavam em carteiras recomendadas da Empiricus há um bom tempo, por serem boas empresas, com bons fundamentos e preços descontados. Entenda se ainda dá tempo de entrar nessa tese nesta coluna aqui.
Outro ativo que busca uma boa proteção para ganhar o jogo é o Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11). Focado principalmente em ativos de renda fixa imobiliária, ele é visto como uma alternativa defensiva.
Mesmo em cenários com a Selic alta, ele consegue preservar a geração e renda dos cotistas e reduzir a volatilidade. Ainda que o ditado mais conhecido seja “a melhor defesa é o ataque”, esse FII sabe que, muitas vezes, é se protegendo que a rentabilidade será maior.
Confira por que ele foi escolhido como o FII do Mês de março e quais outros ativos são os mais recomendados por bancos, corretoras e casas de análise nesta matéria da repórter Larissa Bernardes.
Se o Ibovespa chegou a ter um alívio diante das tensões no Oriente Médio, o cenário se reverteu no pregão de ontem (5), quando o principal índice de ações da B3 caiu 2,64%, aos 180.463,84 pontos.
O mercado ainda está hesitante diante da duração do conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel, que se alastra pela região e não dá sinais de trégua.
O confronto se intensificou com ataques de Israel a alvos do Hezbollah, aliado do Irã, em Beirute e à infraestrutura do regime iraniano em Teerã, enquanto o país persa respondeu com ações contra Arábia Saudita e Catar.
Autoridades dos EUA afirmaram que já destruíram mais de 30 embarcações militares. Paralelamente, Washington adotou medidas para limitar impactos no mercado de energia, afirmando que está permitindo a compra de petróleo russo por refinarias indianas por 30 dias.
A commodity, por sua vez, caminha para a maior alta semanal desde 2022, com as navegações pelo Estreito de Ormuz praticamente paralisadas. Nesta manhã, os futuros do Brent, referência internacional, avançavam cerca de 2%, negociados a quase US$ 84.
O aumento do preço dos combustíveis preocupa os mercados por seu forte impacto inflacionário.
Esse cenário também afeta as expectativas para a política monetária dos EUA: as apostas de um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed, BC dos EUA) em junho perderam força e passaram a se concentrar em setembro, que reúne 42,9% das projeções segundo o CME FedWatch.
Lá fora, os investidores também acompanham a divulgação dos dados do payroll, mas o indicador do mercado de trabalho norte-americano perdeu parte da relevância diante da guerra.
Na Ásia, as bolsas encerraram o pregão em terreno positivo. Na Europa, os principais índices operam mistos, enquanto os futuros de Wall Street caem.
Por aqui, o balanço da Petrobras (PETR4) também deve ser repercutido no mercado hoje. A estatal reportou lucro líquido de R$ 15,563 bilhões no quarto trimestre de 2025, revertendo o prejuízo registrado no 4T24, além de ter anunciado R$ 8,1 bilhões em proventos. Confira os detalhes nesta reportagem da Larissa Bernardes.
A reforma tributária trouxe novos impostos para a locação de imóveis — e muita gente começou a falar em imposto de até 44% sobre aluguel e até no possível fim do Airbnb. Mas será que isso é verdade?
Neste episódio do SD Explica, você vai entender como funcionam os novos tributos da reforma — IBS e CBS —, quem realmente terá que pagar, quais são as alíquotas para aluguel tradicional e de curta temporada e por que a conta dos 44% viralizou de forma equivocada nas redes.
RESULTADOS FINANCEIROS
Petrobras (PETR4) reverte prejuízo no 4T25 com lucro de R$ 15,6 bilhões e anuncia R$ 8,1 bilhões em dividendos. O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões
EM BUSCA DA POLE
De Senna a Bortoleto: a estratégia da Audi para retomar o protagonismo no Brasil. Marca alemã terá brasileiro em evidência e aposta em lançamentos eletrificados e SUV feito no Paraná para crescer nas vendas nacionais.
DINHEIRO À VISTA?
Uma nova solução: Raízen (RAIZ4) avalia aporte de R$ 4 bilhões e reestruturação da dívida; Shell entra com maior valor. Para que essas negociações ocorram de maneira segura, a Raízen quer assegurar um ambiente ordenado e buscar uma solução consensual, que poderá ser implementada por meio de Recuperação Extrajudicial, caso necessário.
BENEFÍCIOS DE ELITE?
Luxo acessível? Revolut promete 120% do CDI, IOF zero e cartão premium para além da alta renda. Fintech concorrente do Nubank amplia oferta de crédito, lança plano Ultra e aposta em luxo acessível para conquistar o dia a dia dos brasileiros.
OPORTUNIDADE
Nova empresa, novos ganhos: Bradsaúde tem potencial de alta de 35% e está com desconto de 70% em relação à principal rival, diz BTG. O banco aumentou o preço alvo para as ações da OdontoPrev, que será rebatizada de Bradsaúde, de R$ 13 para R$ 18, um potencial de alta de 35%.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Como baixar o app que conta as calorias do seu prato com uma simples foto e deixou o fundador virar milionário. Aplicativo utiliza inteligência artificial para contar calorias; em 2025, a receita anual da empresa foi de US$ 40 milhões.
ESQUENTA F1
Louis Vuitton renova parceria oficial com Fórmula 1 em 2026, com cases de troféus e nome de circuito. Marca assina os Trophy Trunks de todas as etapas da competição e passa a nomear etapa de Mônaco.
CONCURSO FEDERAL
Fez a 1ª edição do Enem dos Concursos? Governo Federal amplia prazo de convocação para aprovados no CNU; veja o que muda. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos prorrogou o prazo por mais 12 meses; a validade do concurso agora chega até setembro de 2027, a depender do cargo.
TECNOLOGIA
Acabou para o Mark Zuckerberg? Aplicativo alerta usuários se alguém por perto está usando óculos inteligentes da Meta e da Snap. Aplicativo detecta e alerta para a presença de óculos inteligentes da Meta, do Elon Musk, e da Snap através de sinais Bluetooth.
CUSTO DE VIDA
O preço da exclusividade: quanto custa morar no bairro mais caro de São Paulo. Serviços básicos como alimentação e transporte têm grande diferença de preço e ainda podem ser classificados entre padrão e premium.
TECNOLOGIA NO CENTRO
A revanche dos bancões: como Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Santander reagiram à invasão das fintechs — e por que agora a ‘guerra’ é outra. Depois de anos correndo atrás de players digitais, os grandes bancos reconstruíram sua infraestrutura tecnológica, apostaram em inteligência artificial e agora brigam pelo verdadeiro troféu da guerra digital: a principalidade.
SUBIU DEMAIS?
É o fim da linha para a Vale (VALE3)? XP diz que rali das ações está com os dias contados. Os papéis da mineradora subiram cerca de 80% nos últimos 12 meses, impulsionadas principalmente por fluxos estrangeiros para mercados emergentes, pela valorização de metais e pelo crescente interesse dos investidores em ativos ligados ao cobre.
NO RADAR DO CADE
Azul (AZUL53) colocou o carro na frente dos bois em negócio com a American Airlines? Entenda a denúncia de possível ‘gun jumping’. O caso envolve um investimento que integra o plano de capitalização da companhia aérea após sua recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11).
DANDO UM GÁS NAS AÇÕES
Por que a Ultrapar (UGPA3) está subindo na bolsa mesmo após queda no lucro? Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira.
CENÁRIO POSITIVO
‘Boom’ do e-commerce impulsiona galpões logísticos; entenda qual a relação da Shopee com isso e como você pode se beneficiar com FIIs. Mercado Livre, Shopee e Casas Bahia ocupam o pódio de inquilinos dos galpões logísticos no Brasil; quais são as perspectivas para o segmento?
CRIPTOMOEDAS
Após bitcoin (BTC) superar US$ 70 mil, Glassnode revela se cripto vai continuar subindo. Entradas bilionárias em ETFs de bitcoin e queda na demanda por proteção indicam melhora do sentimento — mas resistência nos US$ 70 mil ainda limita uma alta mais forte.
DESTAQUES DA BOLSA
Pressão no retrovisor: Localiza (RENT3) cai forte na B3 após UBS BB reduzir recomendação; culpa pode ser da “segunda onda” de carros chineses. Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas.
A TESE DAS DUAS LÂMINAS
A tesoura invisível da IA: como a tecnologia já está acabando com empregos e mudando o jeito de investir. A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa.
BLOQUEIO INÉDITO
Fictor na mira: Justiça bloqueia bens de sócios e vê sinais de fraude contra investidores. Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo.
REBAIXADA
Raízen (RAIZ4): S&P corta rating e mantém perspectiva negativa em meio a dúvidas sobre a dívida. A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões.
O MAPA DO TESOURO
Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026. Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano.
CORTA EM MARÇO OU ESPERA?
XP mantém expectativa de redução da Selic mesmo com tensões geopolíticas e eleições; entenda os motivos. Corretora de investimentos espera um corte de 0,5 ponto percentual mesmo após o acirramento dos conflitos no Oriente Médio, que podem impactar o petróleo em ano de eleição no Brasil.
FATURA DO SOCORRO
A conta chegou: FGC confirma antecipação de 5 anos de contribuições para cobrir rombo do Master. Segundo o Fundo Garantidor de Crédito, 94% do montante total a ser pago já foi distribuído, e 675 mil credores já receberam seus valores.
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
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