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Especialista em comunicação corporativa diz que profissionais brilhantes no mercado ficam invisíveis pelo receio de se autopromover; como mudar isso de forma positiva?
“Quem não é visto, não é lembrado”. Essa é uma frase comum no mercado de trabalho de trabalho quando o assunto é autopromoção. Nas empresas, não é difícil encontrar um profissional que tenha liderado um projeto, conquistado um cliente ou resolvido um problema, mas que a conquista ficou por baixo dos panos.
Segundo Andrea Wojnicki, colunista da Inc. Magazine e especialista em comunicação corporativa, esse é um entrave bastante comum na carreira.
A profissional canadense diz que muitos funcionários talentosos de empresas minimizam a importância do próprio trabalho — ou sequer falam sobre as atividades realizadas — pelo receio de serem inconvenientes.
“As pessoas deixam que o trabalho fale por si só, o que quase nunca funciona. Em vez disso, é preciso falar pelo seu trabalho”, destaca.
Com o medo da inconveniência, bons profissionais se tornam invisíveis no trabalho, de acordo com Wojnicki. “Não por falta de habilidade, mas porque nunca mostraram seus atributos.”
É claro que ninguém gosta daquele colega de trabalho que só sabe falar sobre ele.
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Mas, na visão da especialista, o profissional já ter refletido sobre ser inconveniente é um sinal verde: ele provavelmente não está ultrapassando os limites da autopromoção e deve ser insegurança.
Para chegar a um equilíbrio, o Seu Dinheiro compilou três recomendações de Wojnicki para se autopromover no trabalho de forma positiva. Confira:
Essa é uma das etapas mais importantes e mais negligenciadas na tentativa de se autopromover.
Sem o planejamento do que o profissional quer ser reconhecido, a autopromoção se torna só um “discurso de elevador”, diz a especialista.
Não basta fazer atualizações no LinkedIn ou preparar uma apresentação para o chefe e o restante da equipe. É preciso articular e entender por que determinado trabalho foi importante.
“Sente-se primeiro para definir qual é a sua mensagem principal. Determine o que torna a conquista notável antes de partir para a comunicação. Depois de ter clareza sobre o que você defende, falar sobre isso fica muito mais fácil,”
“Vender o próprio peixe” pode ser assustador para alguns profissionais que têm receio de ser o colega chato.
Para Wojnicki, há uma solução para esse medo: também dar destaque para os colegas.
Reconhecer o bom trabalho de outras pessoas faz com que a autopromoção não seja uma iniciativa com tom narcisista. Além disso, aumenta a credibilidade como um alguém generoso.
Isso pode ser feito em comentários no LinkedIn e citando o trabalho positivo de algum colega em uma reunião, por exemplo. “Você pode encontrar um amigo e valorizar o trabalho um do outro, revezando os holofotes. Parece muito mais natural do que se autopromover sozinho”, diz a especialista.
A especialista em comunicação corporativa também sugere uma mudança de interpretação sobre a autopromoção. É preciso pensar como uma estratégia de divulgação do próprio trabalho.
Embora não comentar sobre o próprio trabalho pareça humildade, essa prática pode ser uma armadilha: ninguém sabe exatamente no que o profissional é bom, como indicá-lo para novos projetos e em como ele pode ajudar na empresa.
“Quando as pessoas sabem as suas qualidades, elas podem te conectar às oportunidades certas, te apresentar às pessoas certas e te recomendar com confiança”, explica Wojnicki. Ou seja, faz sentido considerar a autopromoção como uma estratégia de marketing para um serviço.
A recomendação da especialista, portanto, é criar um inventário das conquistas profissionais e ter em mente quais são os pontos fortes que destacam o profissional no mercado.
*Com informações de Inc. Magazine
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