🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

O QUE COMPRAR

Onde investir na renda fixa em maio: Tesouro IPCA+ e CRA da BRF são destaques; indicações incluem LCA e debêntures incentivadas

Veja o que BB Investimentos, BTG Pactual, Itaú BBA e XP Investimentos recomendam comprar na renda fixa em maio, especialmente entre os ativos isentos de IR

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
6 de maio de 2025
18:30 - atualizado às 17:44
Fachada de prédio com o logo da BRF (BRFS3)
CRAs da BRF foram os ativos que mais apareceram nas carteiras de renda fixa de maio. - Imagem: Shutterstock

Os principais bancos e corretoras que costumam recomendar ativos de renda fixa mensalmente já divulgaram suas indicações para maio, de olho na mudança de expectativa em relação à taxa Selic que ocorreu em abril.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com uma maior expectativa de recessão global após o tarifaço de Trump, o que contribuiria para esfriar a atividade e aliviar a inflação por aqui, os juros futuros caíram, e os economistas de mercado passaram a ver uma Selic terminando o ano abaixo dos 15% ao ano.

Há inclusive quem já fale na possibilidade de cortes na taxa básica de juros já a partir do último trimestre de 2025.

Outro fator que contribuiu para este alívio nas taxas foi a saída de recursos dos Estados Unidos para o restante do mundo, incluindo países emergentes, o que ajudou para o alívio no câmbio, também benéfico para a inflação.

Com isso, os títulos de renda fixa com parte ou toda a sua remuneração prefixada viram uma valorização em abril, especialmente os títulos públicos Tesouro Prefixado, mais sensíveis a essas mudanças na curva de juros no curto prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o Itaú BBA, porém, esse contexto continua compatível com as alocações que o banco já vinha recomendando na renda fixa, "especialmente diante da manutenção do discurso firme por parte do Banco Central e da incerteza persistente sobre o cenário fiscal", dizem os analistas.

Leia Também

Eles acrescentam que, apesar da valorização recente dos ativos de renda fixa, seguem vendo espaço para ganhos adicionais, em especial na parte intermediária e longa da curva, isto é, em títulos de médio e longo prazo.

Apesar de o elevado risco fiscal persistir, a queda nas perspectivas de inflação, reforçada pelo cenário externo e a baixa no preço do petróleo, "o cenário de política monetária ultra restritiva pode começar a perder tração nos próximos meses", diz o BBA.

Títulos públicos para maio: Tesouro IPCA+ é destaque

Para as instituições financeiras que recomendaram títulos públicos para maio, os papéis indexados à inflação de prazos médios e longos foram os preferidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na seleção da XP Investimentos, eles são representados por títulos de médio prazo (parte intermediária da curva): o Tesouro IPCA+ 2028 e o Tesouro IPCA+ 2030.

Nenhum dos dois está disponível na plataforma do Tesouro Direto, sendo necessário investir neles diretamente por meio da mesa de operações da corretora. Ambos remuneram acima de 7% ao ano + IPCA.

Já o Itaú BBA gosta de um título mais longo: o Tesouro IPCA+ 2040, disponível no Tesouro Direto e que, nesta terça-feira (6) pagava 7,27% ao ano acima da inflação para quem o comprasse hoje e o levasse até o vencimento.

Na opinião do banco, os títulos indexados à inflação com prazos a partir de cinco anos seguem como a principal alternativa para capturar o processo de desinflação previsto para os próximos anos, sem abrir mão da proteção contra surpresas inflacionárias. Além disso, o risco fiscal já está precificado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Beneficiados pela Selic elevada, os títulos pós-fixados seguem, é claro, entre as recomendações. O Tesouro Selic 2028 continua tanto na carteira da XP quanto na do Itaú BBA, com a função de prover liquidez à carteira e reduzir a volatilidade.

O Itaú BBA é a única instituição a recomendar um título prefixado: o Tesouro Prefixado 2028, disponível no Tesouro Direto e que, nesta terça, pagava 13,60% ao ano para quem o adquirisse hoje e o levasse até o vencimento.

Esta aposta "no meio da curva" se deve ao fato de que a Selic provavelmente manterá seu patamar elevado, porém em queda, no médio prazo. A recomendação deste título, diz o Itaú BBA, é para quem tem horizonte de investimento superior a dois anos.

Títulos bancários: XP recomenda CDBs e uma LCA

Entre os títulos bancários de renda fixa, que contam com proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), a XP Investimentos fez três indicações: dois Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e uma Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), sendo esta última isenta de imposto de renda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os CDBs foram recomendados o do Agibank com vencimento em 2028, que está pagando 107% do CDI; e o prefixado da Facta Financeira com vencimento em 2027, que paga, 15,30% ao ano.

Lembrando que essas são as remunerações disponíveis na plataforma da XP, podendo variar a depender da instituição financeira por meio da qual você adquire o papel.

A LCA, por sua vez, é do Sicoob. Ela vence em 2028 e paga 91% do CDI, já sem IR.

PODCAST TOUROS E URSOS: O FIM ESTÁ PRÓXIMO! Qual o FUTURO da SELIC e como ela deve IMPACTAR seus INVESTIMENTOS?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Debêntures incentivadas, CRIs e CRAs: BRF, Intervias e Eletrobras são os emissores mais indicados

Entre as instituições financeiras que sugeriram títulos de crédito privado isentos de imposto de renda, como debêntures incentivadas, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), o grande destaque do mês ficou por conta dos CRAs da BRF.

O de código CRA020002H1 com vencimento em 2030 e retorno de 7,30% ao ano + IPCA apareceu nas recomendações do BB Investimentos e também do Itaú BBA, o qual recomendou ainda outro CRA da mesma empresa, o de código CRA0210013B, vencimento em 2031 e remuneração de 7,70% ao ano + IPCA. Ambos são para investidores qualificados, aqueles que têm pelo menos R$ 1 milhão em aplicações financeiras.

A XP, por sua vez, indicou o CRA da BRF de código CRA0250020C, com vencimento em 2035 e rentabilidade de 7,60% ao ano + IPCA. Este é voltado para investidores profissionais, aqueles com no mínimo R$ 10 milhões em aplicações financeiras.

Outra "figurinha carimbada" nas carteiras de crédito privado de maio foram as debêntures da Intervias com vencimento em 2038 (IVIAA0), com retorno de 7,60% ao ano + IPCA, também para investidores qualificados. O papel é indicado pelo Itaú BBA e pelo BTG Pactual. Na plataforma do BTG, no entanto, mesmo o público geral consegue investir no papel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Finalmente, a Eletrobras aparece com debêntures em duas carteiras. O BB Investimentos indica a debênture ELET14, com vencimento em 2031, e a XP indica a ELET16, com vencimento em 2034, ambas para o público geral. Veja a seguir a íntegra das indicações de títulos incentivados de cada casa para maio:

BB Investimentos

Em sua análise, o BB Investimentos lembra que o prêmio das emissões de crédito privado (retorno extra frente à remuneração dos títulos públicos equivalentes) continua comprimido para os títulos isentos de menor risco (high grade), em função de uma demanda resiliente.

Assim, destacam os analistas, se faz necessário ter seletividade e cautela diante de um contexto em que juros e inflação em patamares ainda elevados tendem a pressionar o custo de financiamento, especialmente de companhias mais alavancadas.

Tendo em vista esse risco aumentado no longo prazo, o BB Investimento prefere emissores de alta qualidade e ativos de prazos médios de até cinco anos, vinculados a setores com maior previsibilidade de geração de fluxo de caixa, como os setores elétrico e do agronegócio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o mês de maio, foram excluídos quatro papéis que estavam presentes na carteira de renda fixa incentivada do banco no mês passado, mas não por uma recomendação de venda, e sim pela redução do estoque disponível.

São eles: as debêntures da Equatorial (EQUA11) e da Jalles (JALL13) e os CRAs da BRF (CRA0220079D) e do Grupo Cereal (CRA02400AHX). A recomendação para quem já os tinha na carteira, no entanto, é manter.

Foi incluída a debênture da Equatorial Goiás (CGOS16) pela relação risco-retorno atrativa e pela solidez do grupo Equatorial. Confira a lista completa de recomendações do BB para maio:

TítuloData de vencimento
Debênture Equatorial
Goiás (CGOS16)*
15/03/2036
Debênture Eletrobras (ELET14)15/09/2031
Debênture Eneva (ENEV15)*15/06/2030
Debênture Isa Energia Brasil (TRPLA4)15/10/2033
CRA BRF (CRA020002H1)*15/07/2030
CRA JBS (CRA022008N6)15/09/2032
CRA Boa Safra (CRA02500001)*15/01/2030
(*) Somente investidor qualificado
Fonte: BB Investimentos

BTG Pactual

O BTG Pactual realizou, em maio, três inclusões na sua carteira de renda fixa. A primeira foi um CRA da Armac, empresa do setor de logística, que embora tenha alavancagem elevada, ainda é menos endividada que seus pares, além de ter uma posição de caixa confortável e ser líder no seu setor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A segunda foi um CRI da Rede D'Or, que vem apresentando uma redução da alavancagem, além de ter uma posição de caixa robusta, segundo o BTG.

A terceira foi a debênture da Hélio Valgas, projeto de energia solar da Comerc (sua principal acionista e fiadora), que agora se encontra 100% operacional. O rating do papel foi elevado para AAA após a aquisição da Comerc pela Vibra Energia.

Foram excluídos da carteira o CRI da JHSF (24J2539865) e a debênture da Equatorial Goiás (CGOS28), mas não por uma recomendação de venda, e sim porque a demanda por esses papéis foi grande, reduzindo o estoque. A recomendação para quem já os tinha na carteira, no entanto, é manter.

Veja as indicações válidas para o mês, com as rentabilidades pagas nesta terça na plataforma do BTG:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
TítuloData de vencimentoRetornoRating local
CRA Armac (CRA022007KH)*15/06/2029IPCA + 8,19%AA-
CRI Cogna (22E1321749)*15/07/2029IPCA + 8,84%AA+
CRA Raízen (CRA022008NB)*16/08/2032IPCA + 7,64%AAA
Debênture Hélio Valgas (HVSP11)*15/06/2038IPCA + 7,73%AAA
Debênture Intervias (IVIAA0)15/08/2038IPCA + 8,11%AA-
CRI Rede D'Or (21D0862572)15/12/2038NDAAA
Debênture Iguá Rio de Janeiro (IRJS14)15/05/2043IPCA + 9,21%AA+
Debênture Iguá Rio de Janeiro (IRJS15)15/02/2044IPCA + 9,10%AAA
CRA Rede Sim (CRA02500MC)18/02/2030NDND
(*) Somente investidor qualificado
Fonte: BTG Pactual

Itaú BBA

Veja as indicações válidas para o mês, com as rentabilidades informadas pelo Itaú BBA:

TítuloData de vencimentoRetornoRating local
Debênture Rumo (RUMOA2)15/02/2029IPCA + 6,90%AAA
CRA Atacadão (Carrefour Brasil) (CRA02300W3Q)15/01/2031IPCA + 7,60%AAA
Debênture Taesa (TAEEC4)15/09/2038IPCA + 7,10%AAA
CRA BRF (CRA020002H1)*15/07/2030IPCA + 7,30%AAA
CRA BRF (CRA0210013B)*15/05/2031IPCA + 7,70%AAA
Debênture Intervias (IVIAA0)*15/05/2038IPCA + 7,60%AAA
Debênture Taesa (TAEE26)*15/05/2044IPCA + 7,10%AAA
(*) Somente investidor qualificado
Fonte: Itaú BBA

XP Investimentos

Veja as indicações válidas para o mês, com as rentabilidades informadas pela XP:

TítuloData de vencimentoRetornoRating local
CRA BRF (CRA0250020C)**16/04/2035IPCA + 7,60%brAAA (S&P Global)
Debênture Eletrobras (ELET16)15/09/2034IPCA + 6,85%AA(bra) (Fitch)
CRA CMAA (CRA0240099F)*16/10/2034IPCA + 8,50%brAA (S&P Global)
Debênture Sabesp (SBSPE3)**15/01/2035IPCA + 6,80%AAA.br (Moody’s)
(*) Somente investidor qualificado
(**) Somente investidor profissional
Fonte: XP Investimentos

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CDBs

FGC começa pagamentos do Banco Master e dispara alerta: fraude atinge quem tem valores a receber

18 de janeiro de 2026 - 17:34

Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento

RENDA FIXA

Com juros altos, o fantasma do endividamento ainda pode assombrar as empresas em 2026? O que esperar do mercado de dívida corporativa

15 de janeiro de 2026 - 6:24

Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas

GANHO EM DÓLAR

BTG recomenda bond da Raízen (RAIZ4) na carteira de renda fixa internacional — e outros quatro títulos de dívida de brasileiras

14 de janeiro de 2026 - 17:45

Banco afirma que o mercado “exagerou na punição” à dívida da companhia e vê retorno atrativo para investidores em meio ao forte desconto

CARTEIRA RECOMENDADA

Tesouro Prefixado ou Tesouro IPCA+? O que dizem as recomendações de renda fixa e Tesouro Direto para janeiro

13 de janeiro de 2026 - 12:32

Itaú BBA e XP divergem em suas recomendações de títulos públicos no início deste ano; corretoras e bancos também indicam CRI, CRA, debêntures e CDB

OURO DE TOLO

Investiu em CDBs do Master? Seu retorno pode estar abaixo de 100% do CDI! Veja quanto você já deixou de ganhar com o dinheiro parado

9 de janeiro de 2026 - 12:20

Demora no ressarcimento pelo FGC faz a rentabilidade contratada diluir ao longo do tempo, e o investidor se vê com retorno cada vez menor

BALANÇO DA RENDA FIXA

Com Selic a 15%, renda fixa conservadora brilhou em 2025, mas destaque foram os prefixados; veja o desempenho do Tesouro Direto no ano

1 de janeiro de 2026 - 12:10

Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas

É A VEZ DO CRÉDITO

Adeus, poupança. Olá, debêntures! Como as mudanças na renda fixa mexeram com investimentos e crédito às empresas

22 de dezembro de 2025 - 14:32

Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos

RENDA FIXA

Banco ABC Brasil lança LCIs e LCAs com pagamento de juros mensais — entenda a novidade nos títulos isentos de IR

16 de dezembro de 2025 - 17:45

Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado

RENDA FIXA

Como garantir retorno de 1% ao mês antes do corte da Selic? Veja simulações de taxas e títulos de renda fixa

11 de dezembro de 2025 - 6:02

O Copom ainda não cortou a taxa de juros, mas isso deve acontecer em breve — e o mercado já se move para ajustar os retornos para baixo

CARTEIRA RECOMENDADA

Última chamada do ano para maiores retornos na renda fixa: carteira de dezembro vai de CRAs da Minerva a CDB prefixado de 14% ao ano

8 de dezembro de 2025 - 14:58

BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Ambipar (AMBP3) não é Americanas (AMER3): as lições dos calotes de 2025 no mercado de crédito privado para avaliar o risco da sua carteira

5 de dezembro de 2025 - 18:09

Em carta mensal, Sparta analisa por que os eventos de crédito deste ano não doeram tanto no mercado de debêntures quanto os de empresas como Americanas e Light em 2023 e avalia os cenários de risco e oportunidades à frente

TEMOR NÃO SE CONFIRMOU

A onda de resgates foi só uma marolinha: para gestor da ARX, fundos de crédito isentos de IR continuarão bombando em 2026

27 de novembro de 2025 - 6:01

Pierre Jadoul não vê investidor disposto a tomar risco e enfrentar volatilidade enquanto juros continuarem altos e eleições aumentarem imprevisibilidade

TEMPO LIMITADO

CDB que rende 150% do CDI é a aposta de investimento do Mercado Pago para a Black Friday

17 de novembro de 2025 - 19:32

O produto estará disponível por tempo limitado, entre os dias 24 e 28 de novembro, para novos clientes

RENDA FIXA

Órfão dos CDBs de 120% do CDI do Banco Master? Confira as opções mais rentáveis com outros emissores e indexadores

17 de novembro de 2025 - 6:09

Após o tombo do Banco Master, investidores ainda encontram CDBs turbinados — mas especialistas alertam para o risco por trás das taxas “boas demais”

ANBIMA DATA

Tesouro Direto: Prefixados disparam e lideram retorno da renda fixa — e tendência deve se intensificar até 2026

15 de novembro de 2025 - 17:05

Levantamento da Anbima mostra que a expectativa de queda da Selic puxou a valorização dos títulos de taxa fixa

ESTRATÉGIA DOS GESTORES

O prêmio voltou: gestores viram a mão nas debêntures isentas de IR, mas ainda apostam em retorno melhor à frente

12 de novembro de 2025 - 18:51

A correção de spreads desde setembro melhora a percepção dos gestores em relação às debêntures incentivadas, com o vislumbre de retorno adequado ao risco

RENDA FIXA

Tesouro Direto: prefixado curto dá adeus aos 13% ao ano — atrelados à inflação começam a perder taxa de 7%

11 de novembro de 2025 - 14:01

Surpresa da divulgação do IPCA de outubro foi gatilho para taxas do Tesouro Direto se afastaram dos níveis mais altos nesta terça-feira (11)

CARTEIRA RECOMENDADA

Renda fixa para novembro: CRAs da Minerva e CDB que paga IPCA + 8,8% são as estrelas das recomendações do mês

7 de novembro de 2025 - 14:21

BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano

RENDA FIXA

Onda de resgates em fundos de infraestrutura vem aí? Sparta vê oportunidade nos ativos isentos de IR listados em bolsa

6 de novembro de 2025 - 16:40

Queda inesperada de demanda acende alerta para os fundos abertos, porém é oportunidade para fundos fechados na visão da gestora

DEBÊNTURES INCENTIVADAS

A maré virou: fundos de infraestrutura isentos de IR se deparam com raro mês negativo, e gestor vê possível onda de resgates

3 de novembro de 2025 - 6:04

Queda inesperada de demanda por debêntures incentivadas abriu spreads e derrubou os preços dos papéis, mas movimento não tem a ver com crise de crédito

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar