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Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu seu maior nível em 2025, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (8). O levantamento ouviu 2.004 pessoas presencialmente, entre 2 e 5 de outubro, com nível de confiança de 95%.
De acordo com o estudo, 48% dos entrevistados aprovam a gestão, enquanto 49% a desaprovam. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os índices entram em empate técnico.
O melhor desempenho de Lula no ano havia sido registrado em janeiro, com 47% de aprovação. Nos meses seguintes, houve queda significativa, chegando a 41% em março e 40% em maio. A partir de julho, a aprovação voltou a subir: 43% em julho e 46% em agosto e setembro.
Já a desaprovação atingiu seu pico em maio (57%) e começou a cair nos meses seguintes: 53% em julho e 51% em agosto e setembro.
Como aponta a pesquisa, nos últimos dois meses, a reação do governo federal à taxação de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros contribuiu para a melhora da avaliação.
A medida foi anunciada pelo presidente norte-americano Donald Trump, em parte devido ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por participação em um plano de golpe de Estado em 2022.
Em pronunciamento transmitido em rede nacional de rádio e televisão no dia 17 de julho, Lula havia chamado de chantagem as tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros.
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Em seguida, ele afirmou que o Brasil sempre esteve aberto ao diálogo.
"Fizemos mais de 10 reuniões com o governo dos EUA e encaminhamos, em 16 de maio, uma proposta de negociação. Esperávamos uma resposta, e o que veio foi uma chantagem inaceitável, em forma de ameaças às instituições brasileiras, e com informações falsas sobre o comércio entre o Brasil e os Estados Unidos".
Segundo a pesquisa Genial/Quaest, 46% acreditam que Lula deveria se esforçar para manter reuniões com Trump, enquanto 44% defendem que ele deve agir com cautela e aguardar. Em relação à postura de Lula frente às ações de Trump contra o Brasil, 65% consideraram sua atitude “amigável” e 25% a classificaram como “dura”.
O encontro entre Lula e Trump na Assembleia da ONU, em 23 de setembro, foi um dos eventos analisados pela pesquisa. Quase metade dos entrevistados (49%) avaliou que o presidente brasileiro saiu do encontro “mais forte politicamente”.
Na ocasião, Lula havia defendido a soberania brasileira e foi classificado por Trump como “um cara legal”.
A fala do chefe do Executivo brasileiro abordou a defesa da democracia e da soberania, com críticas às tarifas unilaterais dos EUA e ao que chamou de aumento do autoritarismo internacional.
O presidente destacou a resistência do Brasil em defender sua democracia, reconquistada há 40 anos, mesmo "sob ataques sem precedentes". Segundo ele, a soberania brasileira é "inegociável".
Por sua vez, o presidente dos EUA, Donald Trump, havia adotado um tom amistoso ao falar de seu homólogo brasileiro em seu pronunciamento na ONU.
“Encontrei o líder do Brasil ao entrar aqui e falei com ele. Nos abraçamos. As pessoas não acreditaram nisso. Nós concordamos que devemos nos encontrar na próxima semana”, disse Trump.
Já nesta segunda-feira (6), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com direito a troca de telefones “para estabelecer via direta de comunicação” e marcar um encontro presencial.
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