O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo o governo, a medida visa corrigir distorções no sistema tributário e não irá afetar o produtor ou os preços
O governo federal voltou a defender o corte de privilégios fiscais um dia após entregar a Medida Provisória 1.303/25, que propõe o fim do benefício de isenção para alguns títulos de renda fixa.
Em fala nesta quinta-feira (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, justificaram a decisão de encerrar a isenção de impostos sobre investimentos como LCI , LCA, CRIs, CRAs e debêntures incentivadas e taxar os títulos em 5% de imposto de renda (IR).
Um movimento que, segundo o governo, visa corrigir distorções no sistema tributário e reequilibrar o orçamento público.
“Eu não fui eleito para fazer benefício para rico”, disse Lula, em evento do Acordo Rio Doce, em Minas Gerais. Segundo ele, os ricos recebem R$ 860 bilhões em isenções fiscais e o Brasil vive uma "sina desgraçada de que pobre tem que nascer e morrer pobre".
Na mesma linha, Haddad argumentou que não é mais viável manter isenções integrais em um país com juros elevados e forte pressão fiscal.
Segundo o ministro, há cerca de R$ 1,7 trilhão alocado em títulos isentos, gerando uma renúncia de R$ 41 bilhões ao ano — recursos que, na visão do governo, não estão beneficiando diretamente a produção agropecuária ou a construção civil.
Leia Também
"Não é verdade que esses recursos estão chegando no produtor. Mais da metade desse subsídio está ficando no meio do caminho, ou com o detentor do título, ou com o intermediário. E outra parte nem é direcionada para a produção civil e para o agro”, afirmou Haddad.
“O país não está em condição de abrir mão de 100% do tributo que todo mundo paga quando compra um título do Tesouro, e não cobrar nem 1% daquilo que quem compra um título do Tesouro paga. Então você cria uma distorção no mercado enorme”, segundo o ministro.
Haddad também foi enfático ao descartar qualquer efeito inflacionário com a medida provisória. Para ele, o imposto de 5% não irá afetar os preços por um eventual repasse de custos.
O ministro defendeu que a mudança na tributação ajuda a criar um ambiente econômico mais previsível e pode abrir espaço para a redução da taxa básica de juros (Selic).
Com o novo imposto, LCIs, LCAs, CRIs, CRAs e debêntures incentivadas deixam de ser completamente isentas de IR e passam a ser tributadas em 5% sobre os rendimentos.
A mudança não afeta os papéis já emitidos — apenas novos investimentos realizados a partir de 1º de janeiro de 2026, caso a medida provisória seja aprovada pelo Congresso nos moldes apresentados pelo governo.
Para o investidor, isso significa uma redução no diferencial de rentabilidade líquida que essas aplicações tinham em relação a CDBs ou ao Tesouro Direto.
Ainda assim, a alíquota proposta é baixa se comparada à alíquota única estabelecida para os demais investimentos, de 17,5%. Entenda melhor aqui.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
O trabalho do presidente Lula foi aprovado por 46%, contra 45% em março, e desaprovado por 49% dos entrevistados, ante 51%
Neste 19 de abril, lideranças reforçam a pressão por avanços na regularização territorial dos povos originários
Os dois políticos polarizam a disputa também no primeiro turno, ainda sem serem ameaçados por outros pré-candidatos
O presidente e Flávio Bolsonaro também são os pré-candidatos mais conhecidos pelos eleitores
Em evento do BBI, gestores afirmam que cenário global predomina e eleições ficaram no segundo plano
O prazo vale também para quem pretende tirar o título de eleitor pela primeira vez ou alterar o local de votação
Cláudio Felisoni, presidente do IBEVAR e professor da FIA Business School, fala no Touros e Ursos desta semana sobre um estudo que mensura os possíveis efeitos da redução da jornada no varejo e na economia
Segundo Lula, mais auxiliares podem deixar a Esplanada, mas ainda precisam avisá-lo
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul
O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura
A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030
Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados
Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira