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Investigado por suposta ligação com o Comando Vermelho, o parlamentar conhecido como TH Joias já havia sido preso em 2017 por acusações semelhantes
Quando criança, Thiego Raimundo dos Santos Silva ajudava o pai, um ourives, na joalheira da família, em Madureira, no Rio de Janeiro. Aos 19 anos, herdou o negócio e tornou-se comerciante de joias. Ganhou notoriedade ao ver suas joias ostentadas por celebridades como Neymar, Vini Jr, Adriano Imperador e Ludmilla. Ficou conhecido como TH Joias.
Depois entrou para a política. Na manhã desta quarta-feira (3), o deputado estadual fluminense pelo MDB foi preso sob as acusações de tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro. Também pesa contra ele a suspeita de negociar armas com o Comando Vermelho (CV).
A prisão ocorreu no âmbito de duas operações simultâneas — uma com mandados expedidos pela Justiça Federal e outra pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Ao todo, 18 pessoas eram procuradas e até o momento 14 foram presas, incluindo Gabriel Dias de Oliveira, o Índio do Lixão, apontado como um dos chefes do CV, e Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, o Dudu, assessor parlamentar de TH Joias.
Antes de ingressar na vida pública, TH Joias construiu fama como joalheiro. Nascido no Morro do Fubá, na zona norte do Rio, herdou do pai o ofício de ourives e passou a comandar a loja da família logo que entrou na vida adulta.
Suas peças de ouro e diamantes caíram no gosto de atletas e celebridades. Seus clientes mais notórios são Neymar, Vini Jr. e Adriano Imperador, além da cantora Ludmilla.
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Paralelamente ao sucesso nos negócios, ele passou a financiar projetos sociais em comunidades e a apoiar músicos e atletas da periferia carioca.
O contato com a política aconteceu após conhecer o ex-policial e presidente da Portela, Marcos Falcon, assassinado em 2016, às vésperas das eleições municipais daquele ano.
A prisão desta quarta-feira não é a primeira de TH Joias. Entre 2017 e 2018, ele passou 10 meses na cadeia, acusado de pagar propina a policiais, vender drogas e armas e lavar dinheiro para facções criminosas como Comando Vermelho, Terceiro Comando Puro e Amigo dos Amigos (ADA).
Mesmo sob suspeita, em 2022 ele se candidatou a deputado estadual pelo MDB. Conseguiu 15.105 votos e ficou como suplente, mas assumiu uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) em 2024, após a morte de Otoni de Paula Pai e a permanência de Rafael Picciani no Executivo.
Na época, TH conseguiu um habeas corpus que permitiu que ele tomasse posse, respondendo ao processo em liberdade. Desde então, ocupa a presidência da Comissão de Defesa Civil da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Em entrevista à revista Veja, no ano passado, ele se defendeu: “Não tem trânsito em julgado, sou réu primário, ficha limpa”.
Agora, TH volta ao noticiário policial. Preso mais uma vez, o deputado estadual enfrenta acusações que incluem lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de drogas, além da suspeita de intermediar negociações de armas entre facções.
Com ele, caem também aliados próximos e integrantes do Comando Vermelho.
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