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O Royal Mansour Marrakech é um hotel construído a mando rei marroquino Mohammed VI, que não poupou dinheiro para os hóspedes se sentirem parte da realeza
Os hotéis desenhados para os ultra ricos precisam de muita criatividade para surpreender seus hóspedes, afinal, existem poucas coisas no mundo que bilionários bons vivants ainda não experimentaram quando o assunto é alta hotelaria. No Marrocos, o hotel Royal Mansour Marrakech é um exemplo vibrante do luxo sem limites.
Inaugurado em 2010, o hotel já foi um dos palácios da Família Real marroquina e hoje costuma receber bilionários, políticos e celebridades a rodo. Jogadores de futebol também batem cartão por lá, como o português Cristiano Ronaldo, que supostamente visitou o hotel duas vezes no ano passado, segundo relato de um membro do staff do hotel ao Seu Dinheiro.
Apesar de ser relativamente nova, a propriedade localizada bem no centro de Marrakech fez tanto sucesso que a marca Royal Mansour acabou virando uma rede de hotéis de ultra luxo. A segunda propriedade abriu em Casablanca no ano passado e uma terceira acabou de inaugurar em Tamuda Bay, na riviera marroquina.

Não é mera coincidência o fato de o Royal Mansour Marrakech ficar em um dos antigos palácios da monarquia. Foi o próprio Rei Mohammed VI que ordenou sua construção, uma revitalização que envolveu 1.500 artesãos e um orçamento ilimitado.
O montante total investido no lugar é incerto, mas todo hóspede que entra na fortaleza de luxo percebe de cara que a riqueza está em cada detalhe, do teto de madeira esculpido e pintado a mão por artesãos, ao chão de mármore nobre. Até as próprias lixeiras dos banheiros, feitas de prata, pesam alguns quilos.

No entanto, a experiência de ser hospedado por um rei começa antes mesmo de fazer o check-in no hotel. O hóspede, inclusive, não precisa passar pela imigração comum: quando desce do avião, é direcionado a um guichê exclusivo, sem fila, que agiliza a entrada no país em minutos.
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Depois, um motorista fica à espera em um Bentley que conduz o convidado até o hotel. No carro, uma toalha quente para o rosto, amenidade típica das classes executivas dos aviões, fica disponível ao visitante.

Diferente de um hotel convencional, o Royal Mansour Marrakech não têm quartos comuns, mas sim os chamados riads, espécies de vilas privativas com três andares e piscina própria no terraço. No hotel inteiro, são 53 dessas habitações com várias configurações de tamanho, todas muito espaçosas.
Mesmo o riad mais básico possui um pátio de recepção com as tradicionais fontes de água marroquina logo na entrada. As vilas também têm sala de estar, escritório e uma suíte que ocupa todo o segundo piso, além de uma área de piscina onde o café da manhã aparece ao nascer do sol.

A diária do riad mais barato sai por R$ 14.000. Caso o bolso permita fazer um upgrade, o riad mais caro custa cerca de R$ 132.000 por noite.
Chamado de Grand Riad, a habitação mais luxuosa do antigo palácio possui impressionantes 1.800 metros quadrados, e foi desenhada para receber famílias. São quatro suítes, sala de estar, sala de jogos, academia, cinema e até mesmo um SPA privativo onde os hóspedes podem tomar o famoso banho turco. Esse “palácio dentro do palácio” é tão grande, aliás, que tem três funcionários dedicados 24 horas por dia: uma governanta, um cozinheiro e um mordomo.

Para atender as demandas dos 53 riads, o Royal Mansour de Marrakech possui nada menos que cerca de 10 funcionários por habitação. Ao todo, são aproximadamente 600 membros da equipe do hotel que se dedicam para deixar cada detalhe perfeito, como fazer a troca diária dos buquês de flores que decoram as vilas.
Apesar do staff numeroso, os hóspedes mal percebem a movimentação das centenas de trabalhadores. Os convidados nunca irão ver com os próprios olhos os famosos carrinhos de hotel abarrotados de toalhas e produtos de limpeza ou mesmo o transporte das malas até o closet.

Como isso é possível? Em baixo dos riads, existe uma rede de túneis subterrâneos que ultrapassa um quilômetro de extensão e é lá que se concentra a maior parte manutenção e do serviço.
Em todos os andares dos riads existem portas de serviço por onde os funcionários entram para atender qualquer necessidade. Eles arrumam os quartos e montam cafés da manhã na piscina, por exemplo, num piscar de olhos, não notados por ninguém.
Para quem se hospeda, a sensação é que o hotel funciona à base de mágica. O retiro idílico da capital marroquina, porém, tem um preço digno de quem o mandou construir.

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