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Um guia de hotéis, destilarias e restaurantes que oferecem um conhecimento profundo sobre a história e a produção de uísque na Escócia
Brasileiro é apaixonado por uísque. E quem diz não somos nós: o país é o quinto maior consumidor do destilado, segundo estimativa da Euromonitor International. E o consumo vem crescendo: entre 2021 e 2023, o mercado registrou alta de 16%.
Falando apenas do uísque escocês, somos o sétimo maior mercado da bebida no mundo, à frente da China e da Turquia, por exemplo. E isso é dizer muito: o scotch whisky é uma variedade para lá de específica. Sua produção ocorre com tempo mínimo de maturação e graduação alcoólica controlada, de 40% a 94,8%. Além disso, somente é considerada a produção original da Escócia,
O país que é o berço e a maior referência mundial na sua produção e que desenvolveu uma infraestrutura turística exemplar em torno da bebida. Além dos tradicionais tours nas destilarias, passeios incluem hospedagens temáticas, experiências gastronômicas harmonizadas e até viagens de trem dedicadas ao uísque.
Outro aspecto que se destaca é a variedade de estilos e sabores: a Escócia abriga cerca de 150 destilarias distribuídas entre cinco regiões: Highlands, Lowlands, Speyside, Islay e Campbeltown (além das ilhas), cada uma com características únicas, influenciadas pela água local, solo e clima.

Não há voos diretos do Brasil para a Escócia, mas o país tem boas conexões com outras cidades europeias, sendo Londres a porta de entrada mais prática. De lá, basta pegar um voo curto até Edimburgo ou Glasgow. A LATAM Airlines e a British Airways oferecem rotas com essa conexão, com passagens a partir de R$ 5.035 pela British em classe econômica.
A quantidade de dias da viagem vai depender da programação desejada, mas algo entre 7 e 9 dias pode ser suficiente para uma experiência satisfatória.
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A época mais interessante para a viagem é entre o fim da primavera e o verão, de maio a setembro. Nesse período acontecem alguns dos principais festivais ligados ao uísque, como o Spirit of Speyside, realizado entre o fim de abril e o começo de maio, com degustações e visitas especiais às destilarias da região. Além disso, há o Feis Ile, no fim de maio, festival anual na ilha de Islay que em 2026 irá comemorar a 40º edição de celebração à bebida.
Um detalhe importante: desde janeiro de 2025 o Reino Unido passou a exigir a ETA (Electronic Travel Authorization) para brasileiros, uma autorização eletrônica solicitada online antes da viagem. O processo é simples e rápido e seu custo é de 16 libras, mas deve ser feito com antecedência através do site www.gov.uk/eta para evitar imprevistos na chegada.
Edimburgo costuma ser a primeira parada e já entrega muito: comece sua visita pelo Scotch Whisky Experience, que dura cerca de 90 minutos e inclui degustações guiadas a partir de 24 libras. No mesmo compasso, suba ao bar SCOTCH, no hotel The Balmoral, para uma degustação comparativa antes do jantar.
Se quiser provar na fonte, a Glenkinchie fica a 40 minutos de transfer e oferece visita com provas estendidas a partir de 35. Lá o destaque é o estilo leve e floral típico da região.
Em gastronomia, a Scotch Malt Whisky Society, na Queen Street, trabalha pairings sob medida que conversam com maltes mais delicados.
Para dormir, o próprio The Balmoral é um clássico uísque-friendly, com diárias a partir de 450 libras e um bar de raridades que resolve a noite sem precisar de carro.
Para cruzar até Glasgow, conte 50 minutos de trem: a cidade abriga a Clydeside, à beira do Clyde, ideal para aprofundar texturas, enquanto a Glengoyne fica a cerca de 30 minutos de táxi. Lá o perfil é elegante, com tastings que podem incluir trufas artesanais (a partir de 38 libras). Tours em grupos pequenos e motoristas privados funcionam bem nesse trecho, mantendo as degustações no centro da experiência.
Em cerca de 3h30 de trem a partir de Glasgow, Inverness abre as portas do norte. Aqui, ajuste o foco para o entorno: a Tomatin fica a menos de 30 minutos de estrada e oferece experiências aprofundadas com single cask de 60 e 90 minutos (a partir de 50 libras). A pegada é perfeita para comparar maturações e forças de barril.
Para a mesa, o bar The Malt Room em Inverness organiza degustações harmonizadas que realçam notas de mel, frutas de pomar e especiarias; é o tipo de parada ideal para quem quer aprofundar o aprendizado sobre o scotch.
Hospede-se no AC Hotel Inverness (faixa de 100 libras) para manter tudo a pé/táxi e, no dia seguinte, siga rumo às destilarias da região com driver/transfer reservado.
Importante lembrar: a maior concentração de destilarias não está nas Highlands como um todo, mas na vizinha Speyside.
Baseie-se em Dufftown para facilitar a logística: de Inverness até aqui, planeje entre 1h20 e 1h40 de estrada.
A The Macallan Estate merece meio dia inteiro. A experiência premium com provas de rótulos raros e passagem técnica pelos armazéns dura de 2 a 3 horas (a partir de 250 libras) e mostra, na prática, como carvalho e tempo moldam o destilado.
A poucos minutos, a Speyside Cooperage abre a tanoaria ao público em visitas de 45 a 60 minutos (a partir de 20 libras), essenciais para entender por que dois maltes da mesma idade podem ser mundos distintos.
Para comer, o Spey Inn, do chef Pawel Sowa, trabalha pratos de fogo lento, glacês e reduções que conversam com maltes xerezados.
Para dormir, o belíssimo Craigellachie Hotel (na faixa de 220 libras) soma conforto à carta enciclopédica do The Quaich Bar, que facilita um pouso suave depois das visitas às destilarias.
No oeste, a ilha vale sobretudo quando coincide com o Fèis Ìle: é quando as destilarias abrem armazéns, lançam edições especiais e a agenda ferve de provas e encontros.
Voe de Glasgow em cerca de 50 minutos ou siga de ferry (cerca de 2 horas) e organize transfers locais.
A Lagavulin Warehouse Experience oferece provas direto do barril dentro do armazém de maturação (a partir de 60 libras) enquanto Laphroaig e Ardbeg entregam perfis turfados, com notas defumadas, nuances medicinais (iodadas) e um toque marítimo.
À mesa, o Harbour Inn serve frutos do mar, ostras e vieiras que harmonizam bem com labels jovens e vibrantes. O The Machrie (até 300 libras) é a hospedagem de escolha, sobretudo pela vista ao entardecer e um bar especializado em highball (drinks servidos em copos altos).
Fora do festival, pese a logística em roteiros curtos: a ilha segue magnética, mas a experiência costuma ser mais contemplativa. Na alta estação, garantir voos, ferry e visitas premium com antecedência evita frustração e deslocamentos improvisados.
No extremo da península de Kintyre, a antiga “capital do uísque” hoje recompensa quem busca caráter marítimo.
Chega-se em aproximadamente 3 horas de transfer a partir de Glasgow. E a Springbank costuma oferecer warehouse tastings de 60 e 90 minutos (a partir de 40 libras), que explicam a textura oleosa e a salinidade de seus maltes).
Glen Scotia e Kilkerran também são boas opções. Para beber fora das destilarias, o bar do Ardshiel Hotel exibe fileiras de garrafas raras e degustações bem montadas.
Na cozinha, sopas de frutos do mar e peixes defumados fazem ponte direta com barris de xerez e perfis mais encorpados. Fique no próprio Ardshiel (a partir de 120 libras) e circule de táxi entre visitas: é simples, seguro e deixa a atenção inteira no copo.
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