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Diante do fenômeno de popularização da corrida, as provas de 42 km têm inscrições cada vez mais disputadas
Se você não conhece ninguém que está treinando ou fez uma maratona recentemente, é bem provável que esse alguém seja você.
Apesar de ser uma das competições mais antigas do mundo — foi inventada ainda na Grécia Antiga, no ano de 490 a.C. —, é agora nestes anos pós-pandemia que as provas de 42 quilômetros (42.195 metros, em termos mais exatos) estão ficando ainda mais populares entre os atletas amadores.
Isso tudo graças ao boom das corridas de rua, que pode ser percebido indo no Parque Ibirapuera aos sábados de manhã ou simplesmente rolando o feed do Instagram ou do TikTok. Na rede social chinesa, as hashtags #runtok (junção da palavra “running” com TikTok) e #corrida têm 892,6 mil e 797,7 mil publicações, respectivamente.
Mais do que uma meta esportiva e uma prova de performance, as maratonas tornaram-se também a “desculpa perfeita” para conhecer destinos ao redor do mundo.
“Os corredores estão viajando para correr como se não houvesse amanhã”, diz Elisabet Olival, diretora da Kamel Turismo.
E, claro, os brasileiros, que não perdem a oportunidade de participar de um evento de grandes proporções, têm marcado forte presença nessas maratonas ao redor do mundo, como revela Flavio Masi, diretor da Biarritz Turismo Sports.
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Acontece que as maratonas — principalmente as internacionais — demandam mais antecedência na preparação dos atletas. E nem é só pelo tempo de treino necessário para enfrentar os 42 km.
Na verdade, por serem extremamente concorridas, os viajantes precisam se atentar aos prazos de inscrição e ao planejamento para comprar passagens aéreas, reservar hotéis e eventuais passeios no destino.
A boa notícia é que, se você correr, ainda dá tempo de participar de uma maratona no 2º semestre de 2025.
O Seu Dinheiro apurou o que você precisa fazer agora, no final de março, para poder correr os 42 km em uma competição dentro ou fora do Brasil — e quanto custa essa empreitada.
As maratonas mais buscadas, mundialmente, são as “Abbott World Marathon Majors”, ou simplesmente “Majors”. E, por consequência, são elas também que têm as inscrições mais concorridas.
No momento, são sete competições ao longo do ano, nas cidades de Boston, Londres, Berlim, Chicago, Nova York, Sydney e Tóquio.
Além de darem aos corredores a oportunidade de correr em algumas das principais metrópoles do mundo, as Majors usam outro artifício para atrair os atletas amadores: a gamificação.
Isso porque existe uma mandala, em que os corredores podem colocar as medalhas obtidas em cada uma das Majors. O item é tanto uma prova da alta performance esportiva quanto um “troféu” prestigioso, o que também alimenta a vontade dos atletas de completarem o circuito completo.

A estratégia tem dado certo.
No ano passado, a maratona de Berlim — que completou 50 anos — quebrou um recorde de participantes, com 54.280 participantes. Dois meses depois, ela foi superada pela maratona de Nova York, com 55.646 atletas.
No segundo semestre, são quatro as oportunidades de correr uma Major:
Por serem provas com grande número de interessados, os aspirantes precisam se candidatar para o sorteio das inscrições.
E aí vem o balde de água fria: todas essas provas já tiveram os respectivos sorteios.
A solução, portanto, é procurar uma agência de turismo que seja operadora oficial de alguma dessas provas. E torcer para que ainda existam vagas.

Tais empresas têm um determinado número de inscrições reservadas para oferecer aos clientes, que pagam um valor levemente mais elevado do que se tivessem sido sorteados.
O diretor da divisão de esportes da agência, Flavio Masi, explica que muitos clientes o procuram um ano antes para garantir a vaga de qualquer forma, em pacotes que vão de 615 euros a 1195 euros, a depender do número de dias e do tipo de hospedagem. Quem ganha o sorteio, costuma manter os serviços do resto do pacote, como hospedagem e transfer.
A Travel Run, outra empresa de turismo que opera corridas internacionalmente, estima valores de US$ 2.800 para pacotes de maratonas no continente europeu e US$ 5.500 para provas na Ásia e na Oceania.
Já a Kamel Turismo tem preços a partir de 1.990 euros para a prova de Berlim e US$ 1.320 para a de Chicago.
Em geral, as agências definem os preços em dólar ou euros, então é importante que o atleta-viajante considere a cotação do câmbio para fechar o pacote.
A vantagem de contratar uma agência, além da inscrição garantida, é que o corredor não precisa se preocupar com as burocracias pré-prova e pode correr “sem estresse”.
Algumas das empresas também oferecem serviços extras. No caso da Kamel, por exemplo, o preço do pacote inclui um fotógrafo que acompanha os corredores durante as provas. Já a Biarritz oferece também a “descoberta turística” do destino, com passeios e visitas nos principais pontos das respectivas cidades.

Fora do universo das Majors, os maratonistas também podem correr os 42 km em outras cidades fora do circuito clássico.
Uma das competições mais diferentes — e que só seria possível em um continente com as dimensões da Europa — é a Sparkasse 3-Länder-Marathon, que acontece no dia 12 de outubro.
Durante o percurso, os atletas vão da cidade de Lindau, na Alemanha, até a Áustria; nesse meio tempo, eles passam também pela Suíça.
No mesmo dia da Major de NY, ocorre a Maratona de Istambul, que está próxima de completar 50 anos e é conhecida por ser “a única maratona intercontinental do mundo”, por ter um percurso que vai da Europa à Ásia.
E, se o segredo para correr fora do país é a antecedência, vale ter em mente que a Maratona da Disney acontece logo no comecinho de janeiro, o que significa que as agências já estão vendendo pacotes a partir de agora, antes mesmo da chegada no segundo semestre.
Independentemente de qual maratona do 2º semestre você decidir fazer, uma dica de Flavio Masi permanece pertinente: leve as roupas e tênis da corrida na mala de mão, para não ter risco de uma possível bagagem extraviada estragar a sua prova.
* Com informações do Wall Street Journal.
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