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Monique Lima

Monique Lima

Monique Lima é jornalista com atuação em renda fixa, finanças pessoais, investimentos e economia, com passagem por veículos como VOCÊ S/A, Forbes, InfoMoney e Suno Notícias. Formada em Jornalismo em 2020, atualmente, integra a equipe do Seu Dinheiro como repórter, produzindo conteúdos sobre renda fixa, crédito privado, Tesouro Direto, previdência privada e movimentos relevantes do mercado de capitais.

DRAGÃO À ESPREITA

É hora de aproveitar a sangria dos mercados para investir na China? Guerra tarifária contra os EUA é um risco, mas torneira de estímulos de Xi pode ir longe 

Parceria entre a B3 e bolsas da China pode estreitar o laço entre os investidores do dois países e permitir uma exposição direta às empresas chinesas que nem os EUA conseguem oferecer; veja quais são as opções para os investidores brasileiros investirem hoje no Gigante Asiático

Monique Lima
Monique Lima
17 de abril de 2025
6:12 - atualizado às 19:07
Imagem com bandeira da China e montagem representando a economia do país
China - Imagem: Shutterstock

O mercado financeiro chinês começou 2025 com o pé direito. As ações chinesas dispararam com Pequim implementando medidas para estimular o consumo e elevar os preços, incluindo cortes de juros, incentivos à compra de imóveis, dinheiro para bancos e a criação de um fundo de estabilização de ações.

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Até março, os sinais eram promissores: a economia cresceu 5,4% no primeiro trimestre, as vendas no varejo saltaram 5,9% em comparação com o mesmo período do ano anterior e a produção industrial disparou 7,7% na mesma base. 

Então veio o “Dia da Libertação”, data em que o presidente norte-americano Donald Trump anunciou uma série de novos impostos de importação para os países ao redor do globo. À China, naquele momento, coube uma tarifa de 34%. 

Xi Jinping, presidente da China, não deixou por isso mesmo e resolveu retaliar na mesma moeda: 34% de imposto de volta. O toma lá dá cá continuou até as tarifas atingirem um pico de 145% por parte dos EUA e 125% por parte da China. 

Contra os demais países, Trump recuou e retirou as tarifas adicionais, mantendo um piso de 10% geral. Mas não contra a China. O Gigante Asiático segue tarifado em 145%, com exceção de produtos eletrônicos como smartphones e computadores (Alou, Apple?), que no entanto permanecem tributados em 20%. 

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Se consideradas tarifas aplicadas desde o primeiro governo Trump, alguns produtos chineses chegam a ser tarifados em 245%.

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A questão agora é: quem vai ceder primeiro? 

Cabo de guerra de gigantes 

Não é a primeira vez que Donald Trump impõe uma guerra tarifária contra a China. Em seu primeiro mandato, durante o biênio 2018-19, o republicano triplicou as tarifas de importação contra o país. Desde então, Xi Jinping aumentou seus esforços para diversificar as exportações para outros países, principalmente no Sudeste Asiático. 

Marina Valentini, estrategista de mercados globais do JP Morgan, acredita que as tarifas de Trump devem afetar negativamente as exportações chinesas, não só por causa dos Estados Unidos, mas principalmente pelas relações além EUA. 

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Uma demanda mais fraca do resto do mundo compromete os esforços da China para expandir exportações para mercados não americanos como medida compensatória. Juntando os efeitos, a guerra comercial pode reduzir 0,7 ponto percentual do crescimento do PIB da China, com riscos baixistas para a economia”, disse Valentini ao Seu Dinheiro

O aumento tarifário também deve ter efeito na redução de investimentos das empresas chinesas voltadas para o mercado interno no aumento de produção, na confiança empresarial em meio ao cenário turbulento e no consumo da população — que já está baixo. 

Mas Valentini não vê Xi Jinping sem saída. 

No curto prazo, esperamos que o governo chinês implemente as políticas já determinadas mais rapidamente, como a continuação da liberação de recursos fiscais e a retomada do afrouxamento monetário, com mais cortes de juros no segundo trimestre”, diz. 

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Além disso, ela destaca que as empresas chinesas geram 87% de suas receitas domesticamente e apenas 3% nos EUA. Com isso, o estímulo fiscal por parte do governo é o principal motor para a economia local. 

Logo, as tarifas mais altas devem fazer a torneirinha de dinheiro do partido comunista escoar mais rapidamente

Os comentários do governo chinês durante o Congresso Nacional do Povo, em março, sugerem que a política fiscal liderará em 2025, com a monetária como apoio. E tudo leva a crer que o aumento das tensões comerciais demandará mais estímulos internos para compensar os impactos potenciais na economia chinesa”, diz Valentini . 

O Partido Comunista estabeleceu uma meta de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 5% neste ano e aumentou o seu déficit orçamentário de 3% para 4% do PIB — o maior desde 2010. Isso sugere que a diferença será gasta com estímulos para a economia, na ordem de 1,6 trilhão de yuans (cerca de R$ 1,28 trilhão). 

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Bolsas da China verão o próximo rali? 

Durante a maior parte do ano passado, a tese de investimento na China esteve em baixa, com analistas dizendo que a economia chinesa não tinha salvação. Até que o governo veio a público e anunciou centenas de bilhões em estímulos para diferentes setores. 

Resultado: um rali excepcional que tirou as bolsas do vermelho e fez as ações chinesas fecharem o ano entre os melhores retornos de 2024: o MSCI China registrou um retorno de 19,42% no ano, enquanto o MSCI Mercados Emergentes ficou em 7,50% e o MSCI Global, em 17,49%.

Esse rali se estendeu até o começo deste ano, quando o “efeito DeepSeek” fez o mundo se questionar sobre a exclusividade norte-americana nos avanços da inteligência artificial. 

Mas tudo foi devolvido com a aversão ao risco global que se instalou após o tarifaço de Trump — e não deve voltar. 

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Para João Piccioni, diretor de investimentos (CIO) da Empiricus Gestão, a expectativa de que os estímulos do governo pudessem levar a algum crescimento no lucro das empresas chinesas ficou para trás, com as tarifas de Trump pressionando margens, demanda e consumo. O cenário é particularmente ruim para as companhias domésticas, com pouca ou nenhuma exposição global.  

Na visão do JP Morgan, a China está passando por uma transição que faz parte da sua jornada de desenvolvimento. O país deve deixar de ser a "fábrica do mundo", com foco na manufatura e no setor imobiliário, para se tornar um país de grande consumo de produtos globais (a classe média emergente pode crescer em 300 milhões de pessoas nos próximos cinco anos), com ênfase em serviços e inovação tecnológica.

Mas essa transição será um processo e, no curto prazo, a economia deve continuar sofrendo com “ajustes dolorosos”, que devem se intensificar com a nova guerra comercial travada com os Estados Unidos. 

Para o investidor que olha para o futuro e tem apetite a risco, há oportunidades em ações chinesas que oferecem uma exposição não disponível no Brasil, principalmente em tecnologia”, diz Valentini. 

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Alguns exemplos são a BYD, de veículos elétricos; o Alibaba, dono do AliExpress; a Tencent, desenvolvedora de jogos online; o Baidu, “Google” chinês, e a Xiaomi, fabricante de smartphones.   

É o momento de ser seletivo. Tecnologia e inteligência artificial são as teses do momento e a China tem alguns nomes que estão se desenvolvendo nesse sentido. Muito dinheiro global fluiu para essas ações esse ano e é uma área interessante”, diz Piccioni. 

Valentini ressalta que as empresas ligadas a carros elétricos, inovação tecnológica e transição energética têm mais chances de obter ganhos no curto prazo também, durante o embate EUA-China. 

São teses alinhadas com as prioridades do governo chinês, de acordo com seu último plano quinquenal”, diz a estrategista. 

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China vs. empresas chinesas

O índice MSCI China, por exemplo, o CIO da Empiricus não vê com bons olhos, assim como os fundos  que têm como objetivo uma exposição a todos os setores econômicos chineses. Para ele, uma cesta de ações focada em tecnologia é uma opção mais assertiva. 

A Empiricus Gestão tem posição no Invesco China Technology ETF (CQQQ), um fundo de índice (ETF) listado em Nova York. Em 2025, o fundo acumulou valorização de 12,6% até o fim de março, e em 12 meses registrou 38,8% de ganhos. 

A maior parte das ações, entretanto, não estão listadas em bolsas chinesas, mas, sim, na bolsa de Hong Kong, Hang Seng (HKEX). Há casos também de recibos de ações (ADRs) de empresas chinesas ou com exposição à China listadas em Nova York. 

Investir diretamente na China não é fácil. De modo geral, investidores estrangeiros não têm acesso direto ao mercado de capitais chinês, com poucas exceções de alguns bancos e fundos globais. 

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Nas bolsas americanas é possível encontrar ETFs e fundos que investem em ações chinesas, embora não espelhem completamente as bolsas de Shenzhen (SZSE ) e Xangai (SSEC). 

Alguns exemplos de proposta mais genérica, com exposição às maiores empresas chinesas, são: 

  • iShares MSCI China ETF (MCHI)
  • SPDR S&P China ETF (GXC)
  • Xtrackers Harvest CSI 300 China A-Shares ETF (ASHR)

Há também os ETFs setoriais, com fundos que olham setores como consumo discricionário, small caps e tecnologia: 

  • KraneShares CSI China Internet ETF (KWEB)
  • Global X MSCI China Consumer Discretionary ETF (CHIQ)
  • Invesco China Technology ETF (CQQQ)
  • iShares MSCI China Small-Cap ETF (ECNS)

Por meio das bolsas de Nova York e da B3, no Brasil, também é possível investir em empresas específicas. Os recibos de ações listados nesses países permitem uma exposição mais seletiva e exclusiva em determinadas companhias. 

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As bolsas americanas têm muitas ações chinesas (pelo menos, por enquanto), enquanto no Brasil o número é mais limitado (18 BDRs). Porém, nos dois casos, os principais nomes disponíveis são de tecnologia e comunicação (que também é tecnologia, tipo a Meta e o Google). 

EmpresaTicker BDRSetorBolsa de Origem
ALIBABA GROUP HOLDING LTDBABA34ComunicaçãoNYSE
AUTOHOME INCA1TH34ComunicaçãoNYSE
BAIDU INCBIDU34ComunicaçãoNASDAQ
BEIGENE LTDB1ME34FarmacêuticoNASDAQ
BILIBILI INCB1IL34TecnologiaNASDAQ
GDS HOLDINGS LTDG1DS34ComunicaçãoNASDAQ
H World Group LimitedH1TH34HotelariaNASDAQ
IQIYI INCI1QY34ComunicaçãoNASDAQ
JD.COM INCJDCO34ComunicaçãoNASDAQ
KINGSOFT CLOUD HOLDINGS LTDK2CG34TecnologiaNASDAQ
NETEASE INCNETE34TecnologiaNASDAQ
NEW ORIENTAL EDUCATION & TECHNOLOGY GROUP INCE1DU34Prestador de ServiçosNYSE
PDD HOLDINGS INC.P1DD34ComunicaçãoNASDAQ
TAL EDUCATION GROUPT1AL34Prestador de ServiçosNYSE
TRIP.COM GROUP LIMITEDCRIP34ComunicaçãoNASDAQ
VIPSHOP HOLDINGS LTDV1IP34ComércioNYSE
WEIBO CORPW1BO34ComunicaçãoNASDAQ
ZTO EXPRESS CAYMAN INCZ1TO34Logistica e TransportesNYSE
Fonte: B3

Os recibos brasileiros, inclusive, rastreiam as ações listadas em Nova York — não na China. Mas isso pode mudar logo logo… 

Laços estreitos 

Ainda em 2025 os brasileiros poderão ter uma exposição direta às ações chinesas listadas em bolsas chinesas. 

A B3 anunciou uma parceria com as bolsas chinesas para que o Brasil e a China tenham ETFs que sigam índices locais. Na China, as bolsas devem listar um ETF que acompanhe o Ibovespa e, no Brasil, a B3 deve disponibilizar ETFs que acompanhem um ou mais índices do país. 

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A parceria prevê que assets locais criem os fundos. No Brasil, Itaú e Bradesco serão os bancos responsáveis pela administração e listagem dos novos ETFs. 

Em resposta ao Seu Dinheiro, o Bradesco adiantou que o seu ETF irá espelhar o índice CSI 300, que replica o desempenho das 300 principais ações negociadas na bolsa de Xangai e de Shenzhen. 

Contemplamos empresas grandes, sólidas e com bastante diversificação em termos de setores e estratégias. Segmentos como inteligência artificial, robótica, biotecnologia e energias renováveis, além do consumo interno, que têm se destacado e oferecem grandes oportunidades para os investidores brasileiros”, diz Ricardo Eleutério, diretor da Bradesco Asset.

Já o Itaú respondeu que ainda está avançando com as negociações e não tem definido o índice de referência. 

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Nos dois casos, os ETFs serão listados na B3 e abertos para investimento pelo público geral, o que as duas assets consideram um diferencial em termos de acessibilidade local e internacional às empresas chinesas. 

Sérgio Gullo, diretor de relacionamento internacional da B3 na Ásia e Oceania, falou ao Seu Dinheiro que o projeto ETF Connect com a China teve início em 2014, e o Brasil será o terceiro país a ter um produto diretamente ligado às bolsas chinesas — os outros dois são Hong Kong e Japão. 

Hoje, a B3 tem fundos e BDRs de empresas chinesas, mas não são verdadeiramente chinesas porque estão listadas em Hong Kong ou nos Estados Unidos. O ETF Connect irá trazer uma exposição direta à China. De forma regulada, com aprovação da CVM aqui e do regulador de lá”, diz Gullo. 

Valentini, do JP Morgan, destaca que os mercados chineses ainda têm uma participação relativamente baixa de investidores estrangeiros, de modo que a correlação com outros mercados globais é muito pequena, o que é positivo na diversificação das carteiras.

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Os ETFs do Itaú e do Bradesco ainda não têm previsão de lançamento, mas Gullo espera a conclusão ainda no primeiro semestre deste ano. 

Embora o clima global seja de incerteza em relação à China, sua economia e suas empresas, os diretores do Bradesco e do Itaú veem o copo meio cheio, destacando que a relevância do país no mundo, os estímulos do governo chinês e o avanço do país asiático nos setores de tecnologia, IA e robótica são atrativos. 

Se no passado “não aposte contra a América” era a máxima de Warren Buffett, quem sabe o futuro pode reservar um “não aposte contra a China”. Afinal, até o megainvestidor tem sua posição em BYD e não abre mão.

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