O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A gestão Trump adiou a implementação das novas tarifas sobre o México e o Canadá até amanhã (04); entenda os efeitos
As tarifas de importação de Donald Trump estão prestes a entrar em vigor — e o mercado já traça as apostas sobre o possível impacto das tarifas na economia, nos negócios e nos mercados financeiros dos Estado Unidos.
O presidente norte-americano deve decidir nesta segunda-feira quais níveis de tarifas ele irá impor amanhã ao Canadá e ao México, em meio a negociações de última hora sobre segurança nas fronteiras e esforços para interromper a entrada de opioides nos EUA.
Isso porque a gestão Trump adiou a implementação das novas tarifas sobre o México e o Canadá, os maiores parceiros comerciais dos EUA, por um mês. E esse prazo se encerra amanhã (04).
Vale lembrar que Trump prometeu impor tarifas de 25% sobre todas as importações do Canadá e do México, com 10% para a energia canadense.
No entanto, o Secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, disse em entrevista para a Fox News que as tarifas podem ser menores do que 25%, já que o republicano e a sua equipe estão abertos para uma negociação com os países vizinhos.
O Canadá exporta principalmente petróleo bruto e outros produtos, além de carros e peças automotivas como parte da cadeia de fabricação de automóveis dos EUA. Enquanto isso, o México exporta produtos dos setores industrial e automotivo.
Leia Também
Na projeção do Goldman Sachs, a nova política comercial deve resultar em uma redução das projeções de lucro por ação do S&P 500 em cerca de 2% a 3%. Segundo os analistas, cada aumento de 5 pontos percentuais nas tarifas dos EUA poderia potencialmente diminuir os lucros entre 1% e 2%.
De acordo com a BlackRock, as margens de lucro dos exportadores poderiam ser atingidas se a inflação causar um aumento das taxas de juros e desencadear uma nova rodada de fortalecimento do dólar.
O Barclays projeta que as tarifas anunciadas por Trump poderiam elevar o índice de despesa de consumo pessoal, a medida de inflação preferida do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), em 35 a 40 pontos base anualmente, durante um período de 12 meses.
Nas projeções da casa de análises Bernstein, o setor automotivo dos EUA poderia enfrentar um custo adicional de até US$ 40 bilhões anualmente, ou seja, um aumento médio de cerca de 7% por carro.
Afinal, o Canadá e o México representam quase um quinto do valor do consumo e produção de veículos dos EUA.
A RBC inclusive projeta que os impostos às importações mexicanas podem se provar um problema para a General Motors, que poderia ver a produção se deslocar para os EUA.
Outra indústria que deve sofrer um impacto direto com as tarifas anunciadas por Trump é a siderúrgica.
Diante da taxação das importações do aço, o JP Morgan projeta que as europeias com cadeias de suprimento de produção nos EUA integradas com México, Canadá e Europa serão diretamente impactadas.
Entre elas, estão a ArcelorMittal e a Outokumpu, expostas ao aço mexicano e canadense, e a Acerinox e a SSAB, que têm grande parte da produção baseada nos EUA.
Há ainda um impacto previsto para outras indústrias, como a de bebidas.
O JP Morgan estima um possível impacto de US$ 3,00 a US$ 3,75 por ação no lucro fiscal de 2026 da Constellation, fabricante da cerveja Corona, se as tarifas durarem o ano inteiro, uma vez que cerca de 85% das vendas consolidadas da empresa são de cerveja mexicana importada.
As tarifas sobre o México também poderiam prejudicar distribuidores de eletrodomésticos, como a Whirlpool, na visão do Bank of America.
Já a fornecedora de materiais de construção Builders FirstSource poderia se beneficiar, ao menos no curto prazo, das tarifas sobre importações de madeira canadense.
*Com informações de Reuters e Estadão Conteúdo.
Apesar do desempenho estelar, a fabricante de chips ainda tem riscos à frente; entenda o que mexe com a ação da empresa
Motivo pelo qual o ouro se concentra em certas regiões do mundo e não em outras é considerado um mistério de longa data pelos cientistas, mas uma parte dessa resposta parece ter sido encontrada
Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano