🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Dani Alvarenga

Repórter de fundos imobiliários e finanças pessoais no Seu Dinheiro. Estudante de Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP).

CASO ANTITRUSTE

Um novo dono para o Instagram e WhatsApp: o que está em jogo no julgamento histórico da empresa de Zuckerberg

A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos alega que a Meta, que já era dona do Facebook, comprou o Instagram e o WhatsApp para eliminar a concorrência, obtendo um monopólio

Dani Alvarenga
14 de abril de 2025
17:10 - atualizado às 9:59
Mark Zuckerberg, dono do Facebook, em julgamento nos EUA.
Facebook fica de fora desta lista de melhores ações do mundo; saiba por quê. - Imagem: Leah Millis/Reuters

Uma ação contra a empresa do bilionário Mark Zuckerberg movida ainda no primeiro mandato de Donald Trump, em 2020, começa a ser julgada apenas nesta segunda-feira (14), em meio ao retorno do republicano à Casa Branca.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Meta é alvo de investigação em um caso histórico de antitruste nos EUA. A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) alega que a empresa, que já era dona do Facebook, comprou o Instagram em 2012 e o WhatsApp em 2014 para eliminar a concorrência, obtendo um monopólio.

Apesar da FTC ter aprovado as operações na época, a entidade se comprometeu a monitorar os resultados das aquisições. Caso o órgão ganhe o processo judicial, Zuckerberg pode ser obrigado a vender as duas redes sociais.

Além disso, outras empresas de tecnologia podem entrar na mira do órgão se for comprovado que a empresa de Zuckerberg teve uma "conduta anticompetitiva". 

Vale lembrar que atualmente há outros processos antitruste contra grandes empresas de tecnologia nos EUA, como a Amazon, a Apple e a Alphabet, dona do Google.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De 2020 até 2025: os trâmites da ação contra a Meta 

O caso contra a Meta faz parte de uma repressão às grandes empresas de tecnologia realizada ainda durante o primeiro governo Trump.

Leia Também

Na época, membros da FTC nomeados pelo republicano investigaram as aquisições da empresa de Zuckerberg. Em dezembro de 2020, o órgão entrou com a ação judicial.

Porém, o juiz James Boasberg, do Tribunal Distrital de Columbia, rejeitou o processo seis meses depois, em 2021.

Já sob o governo de Joe Biden, a FTC voltou aos tribunais com uma queixa ainda mais forte, e o juiz Boasberg rejeitou os pedidos da Meta para negar o andamento do processo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora, Boasberg também preside o julgamento e decidirá sobre o futuro da Meta, uma vez que não há júri.

Zuckerberg sentará no banco das testemunhas e será questionado sobre e-mails nos quais propõe adquirir o aplicativo Instagram como uma forma de neutralizar um possível concorrente do Facebook.

 “Melhor comprar do que competir”, teria dito o bilionário através de mensagens.

Além disso, o CEO da Meta expressou preocupação de que o WhatsApp pudesse se tornar uma rede social através de e-mails.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ex-diretora de operações da empresa, Sheryl Sandberg, também deve testemunhar perante o tribunal.

O caso pode ser estendido até julho. Se a FTC vencer, ainda terá que provar, em um segundo julgamento, que forçar a Meta a vender o Instagram ou o WhatsApp restauraria a concorrência.

Os argumentos da acusação contra a empresa de Zuckerberg

O órgão norte-americano alega que a Meta comprou as empresas há mais de uma década para eliminar a concorrência entre as plataformas de mídia social. O FTC afirma que, na época, o Facebook teve dificuldades para adaptar o serviço para dispositivos móveis.

"Incapaz de manter seu monopólio competindo de forma justa, os executivos da empresa lidaram com a ameaça por meio da compra das inovações que estavam tendo sucesso onde o Facebook falhava", diz a comissão.

Além disso, o órgão afirma que a empresa de Zuckerberg detém o monopólio das plataformas usadas para compartilhar conteúdo com amigos e familiares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque, na visão da FTC, os principais concorrentes das redes sociais da Meta no país são o Snapchat da Snap, e o MeWe, um pequeno aplicativo de mídia social focado em privacidade, lançado em 2016.

A comissão avalia que o serviço prestado por essas empresas não pode ser comparado às plataformas onde os usuários transmitem conteúdo para estranhos, como X (ex-Twitter), TikTok, YouTube e Reddit.

Uma resposta à altura? O que diz a empresa de Zuckerberg

Já a Meta argumenta que as declarações anteriores de Zuckerberg não são mais relevantes em meio à concorrência do TikTok e do YouTube. Além disso, a defesa afirma que as compras do Instagram e do WhatsApp beneficiaram os usuários.

O advogado da Meta, Mark Hansen, disse ainda que a FTC ignora que as pessoas hoje em dia compartilham muito menos com amigos e familiares nas redes sociais. Ele alega que os usuários do Instagram e do Facebook passam a maior parte do tempo assistindo a vídeos curtos por meio de recursos inspirados no TikTok.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Meta também vai argumentar que o aumento no tráfego para o Instagram e o Facebook durante a breve paralisação do TikTok nos EUA em janeiro demonstra concorrência direta.

Na época, o aplicativo saiu do ar devido a uma determinação do governo Biden que exigia a venda das operações da Byte Dance, dona do aplicativo chinês, no país.

Além das big techs, uma questão de política

Mas não é apenas o mundo das empresas de tecnologia que pode virar de ponta-cabeça com o julgamento: o processo ganhou um aspecto político neste ano.

Isso porque, desde o início do segundo mandato de Trump, as big techs passaram a se alinhar aos ideais do republicano, especialmente em relação a políticas de diversidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, historicamente, a FTC opera com um alto grau de independência, ou seja, os investigadores foram, até o momento, protegidos da pressão política. Porém, Trump vem dando sinais de que quer mudar a tradição.

Em março deste ano, Trump demitiu os dois democratas da FTC, Rebecca Slaughter e Alvaro Bedoya, que já estavam em minoria entre os cinco membros da comissão, composta majoritariamente por republicanos.

A decisão vai na contramão de uma decisão da Suprema Corte de 1935 que determina que um presidente não pode demitir um membro da FTC sem justa causa.

Os dois comissários estão processando Trump e tentam permanecer na comissão. “Nossas leis precisam ser aplicadas sem medo ou favoritismo”, disse Slaughter à CNN norte-americana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ela ainda alerta que “o presidente tem sido muito claro sobre utilizar a aplicação da lei para atingir seus inimigos e favorecer seus aliados”.

Slaughter também disse à BBC que a demissão é um recado não apenas para os dois democratas, mas para todo o órgão. Para ela, se algum membro fizer algo que o republicano não aprove, “ele poderia demiti-los também", afirmou.

Já o escolhido de Trump para liderar a FTC, Andrew Ferguson, disse recentemente que os advogados da comissão estão "ansiosos para ir contra" a empresa de Zuckerberg no julgamento.

Porém, ele também disse que ficaria surpreso caso Trump mandasse abandonar um caso como o da Meta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Acho que o presidente reconhece que precisamos fazer cumprir as leis, então ficaria muito surpreso se algo assim acontecesse”, disse Ferguson.

Um outro aspecto político que pode adicionar pressão ao julgamento é a presença do juiz Boasberg no caso.

Isso porque ele também decidiu contra o uso da Lei de Inimigos Estrangeiros de Trump, que promove a deportação de supostos membros de gangues venezuelanas.

Na época, Trump atacou Boasberg e afirmou que o juiz era "um lunático da esquerda radical". Ele também pediu o impeachment do magistrado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, na semana passada, a Suprema Corte derrubou a decisão de Boasberg e permitiu o uso da legislação de 1798 pelo governo norte-americano.

Uma nova amizade? O relacionamento de Trump e Zuckerberg

Zuckerberg também vem mexendo no caldo político e, segundo fontes, chegou a pressionar Trump pessoalmente para que a FTC abandonasse o caso.

Quando questionada pela BBC, a Meta evitou a questão, mas disse: "Os processos da FTC contra a Meta desafiam a realidade".

"Mais de 10 anos depois que a FTC revisou e liberou nossas aquisições, a ação da comissão neste caso envia a mensagem de que nenhum acordo é verdadeiramente final", disse um porta-voz da Meta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que as relações entre Zuckerberg e Trump andavam um pouco frias desde que o republicano foi banido das plataformas da Meta. A saída do presidente dos EUA ocorreu após a invasão no Capitólio, em janeiro de 2021, quando Joe Biden foi eleito.

Porém, Zuckerberg vem tentando cair nas graças de Trump desde a campanha eleitoral de 2024. A Meta chegou a contribuir com US$ 1 milhão para o fundo inaugural de Trump.

Além disso, neste ano, a companhia adicionou a ex-conselheira do republicano, Dina Powell McCormick, e o chefe do Ultimate Fighting Championship (UFC), Dana White, — um aliado de Trump — ao conselho de diretores da Meta.

Em janeiro, a Meta ainda anunciou que estava eliminando verificadores de fatos independentes. A rede social também concordou em pagar US$ 25 milhões a Trump para resolver um processo sobre a suspensão de suas contas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A companhia também apresentou alguns argumentos em público para o republicano, antes da data de início do julgamento. “Os reguladores deveriam apoiar a inovação americana, em vez de tentar desmembrar uma grande empresa e dar ainda mais vantagens à China em questões críticas como a IA”, disse um porta-voz da empresa.

Zuckerberg tem forçado a amizade por diversas frentes e até realizou jantares privados e aparições públicas junto ao presidente norte-americano.

O bilionário chegou a comentar com funcionários da Meta, após as eleições, que agora teria “a oportunidade de ter uma parceria produtiva com o governo dos EUA" e que iria “aproveitá-la".

*Com informações do Estadão Conteúdo, BBC News, Reuters e CNN

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MAIS UM PRA CONTA

Investiu no will bank? Veja como ser ressarcido pelo FGC — e o alerta para quem também tem CDB do Banco Master

21 de janeiro de 2026 - 11:47

Liquidação do will bank ativa o Fundo Garantidor de Créditos; investidores precisam se cadastrar no app do FGC para solicitar o pagamento

NOVOS DESDOBRAMENTOS

Azul (AZUL53): saída da recuperação nos EUA ganha forma com nova emissão, aporte e plano para o pós-Chapter 11

21 de janeiro de 2026 - 11:46

A aérea anunciou acordo para aporte de US$ 100 milhões, além de emissão de ações para captar até US$ 950 milhões, com diluição de 80% da base acionária; a companhia também publicou um plano de negócios atualizado

PLOT TWIST AMARGO

Netflix (NFLX) supera expectativas no 4T25, mas desaponta em guidance, e ações despencam no pré-mercado

21 de janeiro de 2026 - 10:29

A receita somou US$ 12,05 bilhões no período, superando as estimativas de US$ 11,97 bilhões e representando um crescimento de 17,6%

A ÚLTIMA PEÇA

Will bank: quem é o banco digital que foi parar nas mãos de Daniel Vorcaro e sucumbiu com o Banco Master

21 de janeiro de 2026 - 10:11

A história de um banco digital que cresceu fora do eixo da Faria Lima, atraiu grandes investidores e terminou liquidado pelo Banco Central

CONTA NÃO FOI PAGA

Ligação com Tanure e Banco Master: Mastercard executa garantias e ‘toma’ ações da Westwing (WEST3) e do BRB (BSLI3)

21 de janeiro de 2026 - 9:51

Esses papéis haviam sido dados para a Mastercard como garantia de uma obrigação financeira, que não foi cumprida

CRISE

Banco Central decreta liquidação do will bank, que pertence ao grupo do Banco Master

21 de janeiro de 2026 - 8:02

O will bank havia sido preservado quando a autoridade monetária determinou a liquidação do Banco Master, por acreditar que havia interessados na sua aquisição

MERCADO DE CAPITAIS

O gringo puxou a bolsa — mas vai ignorar as PMEs? CEO da BEE4 diz por que os IPOs menores ainda não estão no radar estrangeiro

20 de janeiro de 2026 - 18:33

A chamada “bolsa das pequenas e médias empresas” vê espaço para listagens, mas diz que apetite estrangeiro ainda não está no radar

ALUGUEL PELO CELULAR

Localiza (RENT3) já economizou R$ 23 milhões ao reduzir as filas com serviço 100% digital, acelerando à frente da rival Movida (MOVI3), diz BTG

20 de janeiro de 2026 - 16:41

Nessa corrida tecnológica, quem mais surpreende é uma concorrente 100% digital que nem sequer está na bolsa; veja qual a recomendação do BTG na disputa entre Movida e Localiza

QUEM DÁ MAIS?

Netflix em disputa com a Paramount: gigante do streaming sobe o sarrafo com proposta de US$ 82,7 bilhões em dinheiro pela Warner Bros.

20 de janeiro de 2026 - 15:41

Até então, a oferta original da Netflix era no valor de US$ 82,7 bilhões, mas a aquisição seria realizada com pagamento em dinheiro e em ações

AQUISIÇÃO

Mais uma derrota para Tanure: compra da Emae pela Sabesp (SBSP3) é aprovada no Cade e Aneel

20 de janeiro de 2026 - 14:57

O fundo Phoenix, do empresário, comprou a Emae em leilão em 2024, no processo de privatização da companhia, e tentava barrar a operação.

ENTENDA OS IMPACTOS

JP Morgan liga alerta para Yduqs (YDUQ3) e outras empresas do setor após notas do Enamed; BTG pede calma

20 de janeiro de 2026 - 13:12

Os resultados da primeira edição do Enamed surpreenderam negativamente analistas do JP Morgan e reacenderam o debate sobre riscos regulatórios no ensino médico privado, com Yduqs (YDUQ3) como a mais exposta, embora BTG veja impacto econômico limitado no curto prazo

ENTRE AS MAIORES

Itaú se torna a única empresa brasileira entre as 500 marcas mais valiosas do mundo — e um concorrente se desvaloriza e perde o posto

20 de janeiro de 2026 - 12:31

Itaú avançou no ranking global após crescimento de 15% no valor da marca, enquanto o Banco do Brasil perdeu espaço e deixou a lista

GENEROSIDADE CALIBRADA?

BB vai segurar os dividendos em 2026? Banco do Brasil (BBAS3) define payout e revela quando proventos vão pingar na conta dos acionistas

20 de janeiro de 2026 - 10:44

O conselho de administração do BB definiu a política de dividendos deste ano; veja quanto e quando o banco vai pagar

RATING MELHOR

Fitch eleva rating da Guararapes; por que agência acredita que dona da Riachuelo virou a página?

20 de janeiro de 2026 - 10:18

Além da marca Riachuelo, a Guararapes opera as marcas Casa Riachuelo, Carter’s no Brasil e Fanlab

DANÇA DAS CADEIRAS (DE NOVO)

Ambipar (AMBP3) troca CFO após menos de quatro meses e reorganiza alto escalão em meio à crise financeira

20 de janeiro de 2026 - 9:28

Ricardo Rosanova Garcia deixa os cargos de liderança com menos de quatro meses na função de diretor financeiro. Saiba quem assume as posições agora

O NOVO CAPÍTULO DA BATALHA DO E-COMMERCE

A guerra escalou: Mercado Livre (MELI34) e Shopee encaram inimigo antigo — e a culpa pode ser de Trump

20 de janeiro de 2026 - 6:01

O cenário para o e-commerce brasileiro em 2026 está ainda mais acirrado. Com frete grátis virando commodity, a competição migra para logística, sellers e escala — enquanto o embate entre Estados Unidos e China entra como pano de fundo da estratégia da Amazon, que está com sangue nos olhos pelo Brasil

EM BUSCA DE SALVAÇÃO?

BRB vai precisar de dinheiro para continuar de pé após crise no Banco Master? Saiba o que diz o Banco de Brasília

19 de janeiro de 2026 - 17:42

Em meio às especulações, o Banco de Brasília respondeu sobre rumores de aporte bilionário e deu detalhes de sua situação financeira

ACABOU A COLHEITA?

Boa Safra (SOJA3) na berlinda? Itaú BBA rebaixa ação e corta preço-alvo. Descubra o que fazer com a ação agora

19 de janeiro de 2026 - 17:25

Os analistas revelaram por que reduziram as perspectivas no curto prazo — e o que pode destravar valor para SOJA3 lá na frente

VISÃO DOS EXECUTIVOS

Magazine Luiza (MGLU3), Lojas Renner (LRNE3), Smart Fit (SMFT3) e mais: no que os CEOs das grandes varejistas estão apostando para 2026?

19 de janeiro de 2026 - 16:40

Com a Selic prestes a iniciar um ciclo de queda, executivos de gigantes do varejo brasileiro ainda enxergam um consumo pressionado no curto prazo, mas detalham onde veem espaço para crescimento, eficiência e ganho de margem ao longo de 2026

DEJÁ-VU

Grupo Pão de Açúcar (PCAR3): depois de um “não”, acionista aliado de Rafael Ferri insiste e pede uma nova Assembleia

19 de janeiro de 2026 - 15:10

O acionista Hugo Shoiti Fujisawa formalizou uma nova solicitação de assembleia geral extraordinária no Pão de Açúcar. A tentativa anterior, feita em conjunto com Rafael Ferri, foi negada pela varejista na semana passada

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar