🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

O QUE ESPERAR O BALANÇO

Todo mundo de olho na Petrobras (PETR4): capex pode ser o grande vilão do trimestre e comprometer dividendos bilionários

De acordo com analistas, a grande questão da estatal entre janeiro e março deste ano é o investimento — e como isso pode atingir as expectativas de alcançar um dividend yield acima de 10% no ano

Carolina Gama
11 de maio de 2025
16:41 - atualizado às 13:04
petrobras petr4 dividendos
Imagem: (Imagem: Canva/Divulgação // Montagem: Bruna Martins)

Se, na dramaturgia, os vilões fazem toda a diferença, no mercado financeiro não é diferente. E uma prova de que a vida imita a arte é a Petrobras (PETR4). A estatal divulga nesta segunda-feira (12), após o fechamento do mercado, o resultado financeiro do primeiro trimestre e um vilão pode acabar com a festa dos investidores — e dos dividendos bilionários que a petroleira costuma pagar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O capex (investimentos) — e como ele poderá atingir as expectativas de a companhia alcançar um dividend yield (retorno de dividendos) acima de 10% no ano — é a grande questão da Petrobras entre janeiro e março deste ano. 

O lucro líquido — se a projeção média de seis instituições financeiras (BTG, Itaú BBA, Santander, UBS, Citi e XP) não estiver errada — está garantido: US$ 5,1 bilhões, um resultado 6,4% maior do que o obtido no mesmo período do ano anterior. 

Mais que isso: se confirmado, o desempenho deixa para trás o prejuízo do quarto trimestre de 2024. Você pode relembrar o balanço da Petrobras nos últimos três meses do ano passado aqui

A performance da estatal, no entanto, é incerta daqui para frente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O primeiro trimestre de 2025 foi marcado pelo barril na casa dos US$ 70, além de uma produção maior do que a do final de 2024. Agora, o petróleo caminha para se estabilizar perto dos US$ 60, um patamar que promete sacudir o desempenho da Petrobras a partir do segundo trimestre — mas esse é um assunto para os próximos capítulos. 

Leia Também

Outras previsões para a Petrobras no 1T25

No episódio de hoje, a Petrobras deve apresentar lucro líquido maior, mas amargar uma queda na receita e no ebtida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) na comparação com o mesmo período do ano passado. 

De acordo com a média das projeções, a receita líquida da estatal recuou 8,3% entre janeiro e março deste ano, para US$ 21,8 bilhões, enquanto o ebitda caiu 11,6%, para US$ 10,99 bilhões, no período. 

Vale lembrar que, em relação ao quarto trimestre, os números da petroleira devem ser positivos, o que abre expectativas no mercado em relação à distribuição de dividendos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

DIVIDENDOS: Guerra comercial entre China e EUA afetam commodities, e agora?

A trama (ou o drama) dos dividendos da Petrobras

Depois da reação negativa aos resultados da Petrobras no quarto trimestre de 2024,  impulsionada, em grande parte, por um aumento no capex, o foco do mercado deve permanecer nos investimentos da estatal entre janeiro e março deste ano. 

“Em um cenário macro mais desafiador, menores investimentos e a melhoria da produção serão provavelmente as principais variáveis para qualquer recuperação no preço das ações. Ainda vemos espaço para desembolsos mais baixos em 2025”, dizem os analistas Luiz Carvalho, Pedro Soares e Henrique Perez, do BTG Pactual. 

Nos cálculos do UBS BB, a Petrobras deve apresentar um capex de US$ 500 milhões a US$ 1 bilhão e um dividend yield entre 2,8% e 3,1% no primeiro trimestre.

 "O dividend yield permanece atrativo após a correção que se seguiu aos preços do petróleo. Apesar da queda dos preços da commodity, mantivemos uma visão positiva sobre a Petrobras, apoiada por um dividend yield atrativo de 13% para o ano", afirmam os analistas Matheus Enfeldt, Tasso Vasconcellos e Victor Modanese, em relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na avaliação da analista Monique Greco, do Itaú BBA, no primeiro trimestre da estatal deve apresentar uma redução de 33% no capex em base anual. Segundo ela, maior produção e melhor margem na área de refino da companhia devem garantir resultados positivos entre janeiro e março deste ano. 

Já a XP destaca que os primeiros três meses de 2025 deve ser marcado pela cotação do Brent em linha com o visto no último trimestre de 2024, mas com melhores resultados para a petroleira. 

Regis Cardoso, responsável pelas análises de ações de óleo, gás e petroquímicos da corretora, acredita que a produção maior contribui para um aumento sequencial do Ebitda na comparação trimestral, apesar da queda na comparação com o mesmo período de 2024. 

Sob os mesmos argumentos, a avaliação é compartilhada pelos analistas do Citi Gabriel Barra, Pedro Gama e Andrés Cardona, que também esperam resultados trimestrais melhores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Esperamos que a Petrobras divulgue números sólidos no primeiro trimestre, implicando um aumento trimestre a trimestre do ebitda ajustado e anúncio de dividendos ordinários", afirmou o trio em relatório.

Eles acrescentam que a expectativa se baseia em preços estáveis do petróleo; diminuição de custos com menos paradas de manutenção; maior preço do diesel; e estimativas de um menor capex no período.

Já o Safra estima que um ebitda ajustado 6% maior na comparação trimestral, com a margem de 52% e um lucro líquido de US$ 4,8 bilhões. O banco projeta dividendos ordinários trimestrais de US$ 2 bilhões, equivalentes a um rendimento de 2,8%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NOVO PESO-PESADO NA B3 

Bradesco (BBDC4) coloca a Bradsaúde no jogo da B3, Odontoprev (ODPV3) reage forte — há espaço para mais um gigante da saúde?

27 de fevereiro de 2026 - 13:22

Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei? 

BALANÇO FRACO

Qualicorp (QUAL3) reverte lucro em prejuízo líquido, e ação cai forte na bolsa; saiba como está a saúde da operadora de planos de saúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:46

Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.

A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

MAIS UM REVÉS PARA A EMPRESA

Fictor Alimentos (FICT3) finalmente se envolve na RJ da holding e agora corre grande risco; veja o que está em jogo

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta

AUMENTO DE CAPITAL

A conta aumentou: Banco de Brasília (BRB) busca aporte de quase R$ 9 bilhões com acionistas após caso do Banco Master; entenda

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.

A ESTRELA DO MERCADO CAIU?

Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 39,2% no lucro, mas ação cai forte na bolsa; expectativas estavam altas demais?

26 de fevereiro de 2026 - 10:40

A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima

ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar