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As negociações ocorrem após a gestora ser alvo de investigação da Polícia Federal em uma megaoperação envolvendo o PCC
Desde que a Reag Investimentos entrou na mira da Polícia Federal na Operação Carbono Oculto, a gestora vem se desfazendo de uma série de negócios. Agora foi a vez da Empírica, empresa especializada em crédito estruturado que estava sob o guarda-chuva financeiro da Reag Investimentos. A gestora não parou por aí e também anunciou nesta manhã (10) que a Companhia Brasileira de Serviços Financeiros (Ciabrasf) pode ser a próxima.
Segundo o fato relevante divulgado ao mercado na noite de terça (9), a gestora assinou um Memorando de Entendimentos (MoU) com a holding da SRM, a Smart Hub Participações, para a alienação da Empírica.
O preço acordado para a operação é de até R$ 25 milhões, que serão pagos em seis parcelas semestrais, além de a compradora assumir parcelas contingentes da aquisição que a Reag Asset Management tinha com os antigos donos da Empírica.
O valor exato das parcelas restantes da gestora não está especificado, uma vez que se trata de um percentual de receitas líquidas com apurações em períodos futuros, entre 2026 e 2028. A estimativa é que fique no intervalo entre R$ 36 milhões a R$ 50 milhões.
Com isso, o preço da operação poderá sofrer ajustes a depender da receita líquida da Empírica, segundo o documento.
Além disso, a Reag Investimentos anunciou hoje a celebração de um documento de intenção com a B100, holding controladora do Grupo Planner, para a venda do bloco controlador da Ciabrasf.
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Segundo o documento, a operação se refere a alienação de mais de cinco milhões de ações ordinárias, representativas de aproximadamente 96,93% do capital social da Ciabrasf.
As negociações ocorrem após a Reag Investimentos revelar, no domingo (7), a renúncia do fundador João Carlos Mansur ao cargo de presidente do conselho, e a venda da sua participação para um grupo de sócios liderados por Dario Tanure.
Também ontem (9), a nova gestão aprovou Felipe Oppenheimer para o cargo de presidente e Edson Inácio da Silva como diretor financeiro.
O nome da Reag, considerada uma das maiores administradoras de recursos do país, entrou nos holofotes após se tornar um dos 350 alvos de uma megaoperação envolvendo as polícias Federal, Civil e Militar, além do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e do Ministério Público Federal (MPF) realizada no dia 28 de agosto na região da Avenida Brigadeiro Faria Lima, centro financeiro paulista.
Segundo as investigações, foram identificadas irregularidades em várias etapas do processo de produção e distribuição de combustíveis no Brasil.
Cerca de mil postos de combustíveis vinculados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) teriam movimentado R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024, e os criminosos teriam sonegado mais de R$ 7 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais.
Ainda de acordo com a investigações, pelo menos 40 fundos, que juntos somam patrimônio de R$ 30 bilhões, são suspeitos de terem sido usados pelo PCC como estrutura para ocultação de patrimônio.
Em posicionamento sobre a operação, a Reag Investimentos e a Ciabrasf afirmaram que estão colaborando integralmente com as autoridades, fornecendo informações e os documentos solicitados.
*Com informações do Money Times.
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