🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2025, esteve entre os 50 jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

MAIS PROVENTOS NO FUTURO?

Equatorial (EQTL3): Por que a venda da divisão de transmissão pode representar uma virada de jogo em termos de dividendos — e o que fazer com as ações

Bancões enxergam a redução do endividamento como principal ponto positivo da venda; veja o que fazer com as ações EQTL3

Bia Azevedo
Bia Azevedo
7 de abril de 2025
12:09
Equatorial Energia (EQTL3)
Equatorial Energia (EQTL3) - Imagem: Divulgação

Na noite da última sexta-feira (07), a Equatorial (EQTL3) anunciou a venda de sua  subsidiária de transmissão para a Infraestrutura e Energia Brasil S.A — controlada por uma das maiores gestoras de fundo do Canadá, a CDPQ. O valor total da operação é de R$ 9,395 bilhões. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O valor patrimonial dos ativos foi estimado em até R$ 5,19 bilhões, com base no fechamento do primeiro semestre. Já a dívida líquida somava R$ 2,86 bilhões em dezembro de 2024.

Para os analistas, a venda é vista como bastante positiva, principalmente porque melhora a saúde financeira da companhia, reduzindo o endividamento — e abre espaço para dividendos mais gordos no futuro. 

Cabe destacar que o endividamento da companhia vinha preocupando os analistas, dado o ciclo de alta da Selic. 

Na visão do JP Morgan, a alavancagem será reduzida de 3,2 vezes Ebitda (Lucros antes dos juros, tributos, depreciação e amortização) para 2,9 vezes. Ou seja, passará a equivaler 2,9 anos do Ebitida atual da empresa. Se considerados passivos fora do balanço e provisões contábeis, esse índice sobe para 3,7 vezes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BTG Pactual também enxerga melhora nos níveis de endividamento da empresa com a transação: “a venda reduz a alavancagem da Equatorial em 0,45 vezes Ebitda”, destaca em relatório. 

Leia Também

Para os analistas do banco, a Equatorial vendeu suas linhas de transmissão por um prêmio de até 150  pontos acima do retorno de títulos públicos indexados à inflação (NTNBs) — o que reforça como esse tipo de ativo pode ser usado como "reserva estratégica" pelas empresas para gerar liquidez mesmo em tempos difíceis. 

“A transação foi fechada por 8 vezes o Ebitida, o que é um múltiplo saudável para o setor”, afirma o banco.

O Santander aponta que “o negócio ajuda a reduzir a alavancagem da Equatorial em 0,45x EBITDA, em um ciclo de juros significativamente alto e um período de necessidade de capex de distribuição”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Itaú BBA também avalia a venda como positiva, já que não apenas auxilia a trajetória de desalavancagem, como também reforça o plano estratégico da Equatorial — que envolve buscar investimentos em janelas oportunas, com retornos atrativos, ao mesmo tempo em que mantém um balanço sólido para aproveitar oportunidades futuras de alocação de capital.

Fora isso, o BBA espera que a empresa não precise pagar impostos sobre ganho de capital com a estrutura de desinvestimento adotada. 

Por volta das 12h desta segunda-feira (07), as ações EQTL3 caem 0,36%, em meio ao temor generalizado nos mercados. Acompanhe aqui a nossa cobertura.

O que fazer com as ações de Equatorial (EQTL3)?

Sobre o que fazer com a ação, os bancões são unânimes: é hora de comprar! 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BBA ressalta que a taxa interna de retorno (TIR) real — ou seja, acima da inflação — é atrativa se comparada com os títulos públicos brasileiros.  “Vemos as ações sendo negociadas com uma TIR de 12%, em comparação aos 7,5% oferecidos pelos títulos públicos brasileiros.

O JP Morgan, inclusive, destaca a ação como uma das preferidas do setor e elenca os motivos: 

  • Exposição atrativa ao segmento de distribuição, que vem crescendo rapidamente (mais de 90% do valor patrimonial líquido da empresa após a venda, incluindo o negócio de distribuição de água) — sendo esse o nosso segmento favorito dentro do setor;
  • Possibilidade de crescimento no setor de saneamento, com a participação de 15% na Sabesp e chances de outras aquisições no futuro; 
  • Retorno atrativo, combinado com potencial de valorização em um cenário de queda de juros — a ação está sendo negociada com um prêmio de risco de 500 pontos-base e tem fluxo de caixa projetado por mais de 10 anos; 

O BTG Pactual também coloca as ações entre as Top Picks. “Com uma Taxa Interna de Retorno (TIR) real acima de 11%, um excelente histórico de alocação de capital, proteção contra a inflação e exposição a taxas de longo prazo em queda, ela se encaixa em todos os portfólios”, escreve o time de analistas do banco liderados por Bruno Henriques.

O Santander segue na mesma direção. “Mantemos nossa classificação de Outperform [equivalente a compra], pois vemos as ações sendo negociadas a uma TIR real pós-negócio atrativa de 13,0%”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BALANÇO FRACO

Qualicorp (QUAL3) reverte lucro em prejuízo líquido, e ação cai forte na bolsa; saiba como está a saúde da operadora de planos de saúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:46

Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.

A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

MAIS UM REVÉS PARA A EMPRESA

Fictor Alimentos (FICT3) finalmente se envolve na RJ da holding e agora corre grande risco; veja o que está em jogo

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta

AUMENTO DE CAPITAL

A conta aumentou: Banco de Brasília (BRB) busca aporte de quase R$ 9 bilhões com acionistas após caso do Banco Master; entenda

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.

A ESTRELA DO MERCADO CAIU?

Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 39,2% no lucro, mas ação cai forte na bolsa; expectativas estavam altas demais?

26 de fevereiro de 2026 - 10:40

A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima

ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

RAIO-X DO BALANÇO

Lucro da C&A (CEAB3) cresce no 4T25, mas vendas perdem força. O que fazer com a ação agora?

25 de fevereiro de 2026 - 13:15

Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar