O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A maior fatia é da CPFL, que pagará R$ 3,2 bilhões em proventos adicionais ainda sem data definida para pingar na conta dos acionistas
A CPFL Energia (CPFE3) e a Taesa (TAEE11) fizeram jus à fama de que as companhias que atuam no setor de energia são generosas quando o assunto é dividendos, com uma distribuição que supera os R$ 3 bilhões — e não estão sozinhas: Embraer (EMBR3) e SLC Agrícola (SLCE3) também pagam proventos aos seus acionistas.
A maior fatia desses proventos é da CPFL Energia, com R$ 3,2 bilhões. O valor já era conhecido dos acionistas. Em fevereiro, na ocasião da divulgação dos resultados trimestrais, a companhia havia apresentado a proposta para pagar os proventos bilionários.
Nesta terça-feira (29), a luz verde foi dada em assembleia geral ordinária (AGO).
Serão pagos R$ 2,794176750 por ação ordinária de emissão da companhia, mas a data para o dinheiro cair na conta ainda não foi definida — a CPFL informou que o pagamento será efetuado até 31 de dezembro de 2025.
E nem todo mundo terá direito aos dividendos. Apenas aqueles investidores que encerraram o dia de hoje (29) com papéis da CPFL em carteira poderão abocanhar uma fatia dos proventos bilionários.
A partir de amanhã, 30 de abril de 2025, as ações serão negociadas "ex-direitos" e passarão por um ajuste no valor de negociação referente aos proventos já alocados.
Leia Também
Quem ficou de fora dos dividendos agora ainda pode adquirir os papéis por um valor menor, mas sem o direito ao provento.
No caso da Taesa, o pagamento é de R$ 301 milhões, montante que se junta aos R$ 598 milhões que já foram distribuídos pela companhia referentes ao exercício de 2024.
A cifra será paga em duas parcelas:
Os acionistas da Taesa que estiveram na base da companhia nesta terça-feira (29) terão direito aos dividendos.
Assim como no caso da CPFL, a partir amanhã (30), as ações serão negociadas "ex-direitos" e passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados.
Junto com as companhias de energia, Embraer (EMBR3) e SLC Agrícola (SLCE3) também farão a distribuição de proventos aos seus acionistas.
No caso da fabricante de aeronaves, haverá a distribuição de R$ 194,2 milhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP).
Do valor, serão R$ 51,4 milhões em dividendos, com base no lucro obtido no ano de 2024. Isso equivale a R$ 0,07000711694 por ação ordinária da companhia.
O pagamento dos dividendos será realizado em 23 de maio de 2025.
Além disso, o conselho de administração da Embraer aprovou o pagamento de R$ 142,8 milhões em JCP, referentes ao segundo trimestre de 2025. Esse valor representa R$ R$ 0,19462141914 por ação ordinária.
Os acionistas da Embraer que estiverem na base da companhia em 12 de maio terão direito aos proventos.
A partir de 13 de maio, as ações da Embraer serão negociadas "ex-direitos" e passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados.
No caso do JCP, o valor é bruto, portanto, ainda incidem 15% de imposto de renda retido na fonte.
Já a SLC Agrícola vai distribuir R$ 241 milhões em dividendos aos seus acionistas, valor que representa 50% do lucro líquido ajustado da controladora em 2024. O montante equivale a R$ 0,54632738 por ação ordinária.
Os valores serão depositados no dia 15 de maio de 2025. Terão direito aos proventos os investidores que estiverem com ações da SLC em carteira no encerramento do pregão de 5 de maio de 2025.
Parecido com as demais, a partir de 13 de maio, às ações da SLC serão negociadas "ex-direitos" e passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados.
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio