O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além do gigante hospitalar, a Localiza, Grupo Mateus, Track & Field e Copasa anunciaram JCPs e dividendos; saiba como receber
Mais uma temporada de balanços corporativos se aproxima do fim — trazendo junto a si uma nova festa de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) na B3.
Agora chegou a vez de cinco companhias se juntarem à folia e agradarem os acionistas com anúncio de remunerações milionárias.
No último pregão, a Localiza (RENT3), Rede D’Or (RDOR3), Grupo Mateus (GMAT3), Track & Field (TFCO4) e Copasa (CSMG3) anunciaram o pagamento de proventos aos investidores.
Considerando as distribuições totais do quinteto, o montante de dividendos e JCPs anunciados na sexta-feira passada supera a casa de R$ 1 bilhão.
A Localiza (LREN3) anunciou o pagamento de cerca de R$ 480,9 milhões em juros sobre o capital próprio.
O valor bruto por ação é de aproximadamente R$ 0,45638. Vale lembrar que a cifra está sujeita à retenção do Imposto de Renda na fonte à alíquota de 15%.
Leia Também
Terão direito a receber esses proventos os acionistas que possuírem ações da companhia até 26 de março de 2025. A partir do dia seguinte, os papéis passarão a ser negociados “ex-direitos” e tendem a sofrer um ajuste na cotação.
Isso significa que o investidor pode optar por comprar os papéis até a data limite e receber a remuneração ou aguardar o dia 27 de março e adquiri-los por um valor menor, mas sem o direito aos JCP.
Já o pagamento cairá na conta dos acionistas em 16 de maio de 2025.
A Rede D’Or (RDOR3) aprovou o pagamento de R$ 400 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,18101 por ação, em termos brutos.
A data de corte para participação na chuva de proventos é 26 de março.
O pagamento será realizado em 04 de abril de 2025.
Por sua vez, o Grupo Mateus (GMAT3) distribuirá em torno de R$ 135 milhões aos acionistas na forma de JCP.
A cifra equivale a um valor bruto de R$ 0,06012 por ação, desconsiderando as ações em tesouraria.
A data-base para ter direito aos proventos é 26 de março de 2025. Já o pagamento deverá acontecer até o fim do ano, sendo que a diretoria ainda baterá o martelo sobre a data exata de depósito da remuneração.
A Copasa (CSMG3) anunciou a aprovação da declaração de dividendos complementares referentes ao quarto trimestre de 2024 no valor total de R$ 13,4 milhões.
O montante por ação é de R$ 0,03545. Vale ressaltar que os dividendos são isentos da mordida do Leão.
Poderão receber os proventos da companhia mineria os investidores com ações CSMG3 na carteira até o fim do pregão de 26 de março.
Já a data de pagamento ainda deverá ser definida em assembleia geral ordinária (AGO) a ser realizada em abril.
Por fim, a Track&Field vai depositar na conta dos acionistas o total de R$ 8,25 milhões em juros sobre o capital próprio.
O montante equivale ao valor bruto por ação de R$ 0,00545 para ações ordinárias TFCO3 e R$ 0,05457 para ações preferenciais TFCO4.
Terão direito aos proventos os acionistas que possuírem ações da Track&Field até o dia 26 de março de 2025.
Enquanto isso, o pagamento está previsto para ocorrer em 29 de maio de 2026.
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?