O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para os analistas, a fabricante de aviões ainda tem muito a entregar para os acionistas, mesmo após alta expressiva nos últimos meses
Não importa que a Embraer (EMBR3) tenha sido a ação com a melhor performance da bolsa nos últimos tempos – só em 2024, a alta foi de 150%. Nem que ela tenha um valor de mercado de R$ 45 bilhões e represente 2,3% do Ibovespa.
Ainda não foi o suficiente. Para o Itaú BBA, a ação pode ir ainda mais longe.
E o problema é que o investidor brasileiro não está prestando a atenção que deveria na fabricante aérea.
Segundo os analistas, a crença de que o rali já passou, a falta de familiaridade com o case e o foco excessivo no segmento de aviação comercial tem feito com que os investidores deixem esse “bonde” passar.
Mas a mensagem da instituição é clara: sim, ainda dá tempo de investir – e lucrar – com a Embraer.
"Estamos reiterando nossa recomendação de compra para a Embraer. Para 2025, esperamos forte geração de caixa e margens em melhoria, marcando a evolução da empresa para um negócio mais resiliente e diversificado. Apesar da recente valorização, vemos um potencial de alta significativo”, escrevem.
Leia Também
O simples fato de que a Embraer foi a melhor ação do Ibovespa tanto nos últimos 12 quanto 18 meses já seria motivo para brilhar os olhos de qualquer investidor. Ainda mais em um contexto em que a bolsa brasileira não vive um momento muito bom.
Acontece que, como já se sabe, retornos passados não são garantia de ganhos futuros.
Neste caso, no entanto, o Itaú BBA acredita que o raio pode cair duas vezes no mesmo lugar.
Isso porque, segundo os analistas, existem diversos fatores que contribuem para a continuidade da boa performance da ação, como o desempenho operacional robusto, o crescimento dos lucros, o valuation atrativo e o potencial aumento do interesse dos investidores.
A expectativa é que o papel tenha uma taxa interna de retorno de aproximadamente 13% em dólares, sem considerar o segmento de aviação comercial, defesa e o negócio de carros voadores da EVE. Com tais opcionalidades, o retorno poderia chegar a 20%.
O preço-alvo para o ADR de Embraer (recibo da ação negociado na bolsa dos Estados Unidos) é de US$ 51. Atualmente, o papel negocia a cerca de US$ 41.
Embora a divisão de aviação comercial e de defesa recebam maior atenção do noticiário e dos investidores,o Itaú BBA alerta para o fato de que elas são praticamente irrelevantes para o EBIT (Lucro Antes de Juros e Impostos) da companhia, pois representam apenas 7% deste resultado.
Por outro lado, os segmentos de aviação executiva e serviços são responsáveis pela maioria esmagadora dos lucros da Embraer e mantêm um ritmo de crescimento de 12% ao ano, em um cenário conservador.
As perspectivas para ambas as linhas de negócio são positivas.
Espera-se que a receita da aviação executiva cresça a uma taxa de 11% ao ano até 2028, impulsionada por fatores como:
Já a área de serviços pode ver um crescimento de 14% ao ano, impulsionado por serviços de frota e receitas de manutenção de turbinas.
Outro pilar da tese de investimento do Itaú BBA que justifica a compra de ações da Embraer – mesmo depois de toda a alta – é o fato de que a empresa está seguindo uma tendência de redução das dívidas.
Com isso, não seria uma surpresa imaginar o pagamento de dividendos pela companhia ainda este ano.
“Prevemos que a empresa encerrará 2024 com uma dívida líquida de cerca de US$ 300 milhões (0,4x Dívida Líquida/EBITDA), mas atingirá uma dívida líquida neutra até o final de 2025, favorecida pelo aumento das entregas e pelo capex controlado. Acreditamos que isso poderia permitir que a ERJ comece a pagar dividendos já este ano”, explicam os analistas.
Apesar disso, a instituição alerta para o fato de que a natureza do negócio requer investimentos contínuos em aeronaves. Portanto, embora o BBA esteja otimista com a desalavancagem e com o pagamento aos acionistas no curto prazo, este não é um cenário que se vislumbra no médio e longo prazo.
A Natura diz que o pagamento para encerrar o caso da Avon não se constitui em reconhecimento de culpa; acusação é de que produtos dos anos 1950 estavam contaminados com amianto
Após dois anos no comando do banco, Marcelo Noronha detalhou com exclusividade ao Seu Dinheiro o plano para reduzir custos, turbinar o digital e recuperar o ROE
A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto
Segundo o governo, os imóveis poderão servir como garantia para a captação de recursos, principalmente num possível empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
A operação, que chegou ao xerife do mercado em dezembro de 2025, prevê uma mudança radical na estrutura de poder da petroquímica
Companhia aérea informou que reduziu pagamentos financeiros em mais de 50% e concluiu processo em menos de nove meses
Negociações para vender até 60% da CSN Cimentos ao grupo J&F, por cerca de R$ 10 bilhões, animam analistas e podem gerar caixa para reduzir parte da dívida, mas agências alertam que o movimento, isoladamente, não elimina os riscos de refinanciamento e a necessidade de novas medidas de desalavancagem
A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano
Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave
Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas
Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação
A companhia tem uma dívida considerada impagável, de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado
À primeira vista, o mercado teve uma leitura positiva da proposta de migração da empresa para o nível mais elevado de governança corporativa da B3; saiba o que muda
Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões
Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software
Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos
A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis