🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Dani Alvarenga

Repórter de fundos imobiliários e finanças pessoais no Seu Dinheiro. Estudante de Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP).

DE CRISE EM CRISE

Da Vasp à Voepass: relembre algumas das empresas aéreas que pediram recuperação judicial ou deixaram de voar

A maior parte das empresas aéreas que dominavam os céus brasileiros não conseguiu lidar com as crises financeiras e fecharam as portas nos últimos 20 anos

Dani Alvarenga
24 de abril de 2025
15:42 - atualizado às 17:10
Aviões das empresas Voepass (superior à esquerda), Latam (superior à direita), Vasp (inferior à esquerda) e Varig (inferior à direita)
Aviões das empresas Voepass (superior à esquerda), Latam (superior à direita), Vasp (inferior à esquerda) e Varig (inferior à direita) - Imagem: Montagem Seu Dinheiro

Desde a queda do avião em Vinhedo (SP), que matou 62 pessoas, a Voepass vem enfrentando uma crise financeira. Com dívidas acumuladas em R$ 429 milhões, a companhia entrou com um pedido de recuperação judicial, divulgado ainda ontem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, a Voepass é apenas uma das várias empresas aéreas que enfrentaram problemas financeiros nos últimos anos. Recentemente, a Gol ficou sob os holofotes do mercado financeiro após entrar com pedido de recuperação judicial.

As dificuldades no mercado brasileiro levaram algumas grandes empresas do segmento a fecharem as portas e encerrarem as atividades no país, como a Vasp e a Varig.

O Seu Dinheiro reuniu os principais processos de recuperação judicial no setor aéreo — e quem não aguentou as pressões das crises.

Balança, mas não cai: as empresas aéreas que pediram recuperação judicial

O ciclo de alta de juros iniciado no ano passado vem adicionando pressão ao mercado brasileiro. Segundo dados da Serasa Experian, o número de pedidos de recuperação judicial em 2024 bateu recorde, com 2.273 empresas entrando com o processo de reestruturação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, não é de hoje que crises econômicas balançam as finanças das empresas do país. No segmento aéreo, algumas gigantes pediram recuperação judicial nos últimos anos, mas seguem de pé. Confira:

Leia Também

1. Voepass

Os sinais da crise da empresa já vinham dando as caras desde a queda do avião, que ocorreu em agosto de 2024.

Em março deste ano, após uma auditoria indicar falta de segurança nas operações, a companhia teve todos os seus voos cancelados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Já em abril, um mês depois da suspensão, a Voepass anunciou demissão de parte da equipe, que incluiu a tripulação, aeroportuários e funcionários de áreas de apoio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, essa não é a primeira vez que a empresa precisa passar pelo processo de reestruturação. A Voepass entrou com um processo de recuperação judicial em outubro de 2012, ainda sob o nome Passaredo Linhas Aéreas. 

Na época, sua dívida era estimada em R$ 150 milhões. A operação chegou ao fim apenas em 2017 e, em 2019, a empresa alterou o nome para Voepass, após a aquisição da MAP Linhas Aéreas.

2. Gol (GOLL4)

Em 25 de janeiro de 2024, a empresa brasileira protocolou um pedido voluntário de recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11), devido a dívidas bilionárias. O pedido foi apresentado ao Tribunal de Falências do Distrito Sul de Nova York.

Em novembro de 2024, a Gol (GOLL4) e sua controladora, a Abra, fecharam um acordo com credores para reduzir a dívida em até US$ 2,5 bilhões. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como parte do plano, a empresa se comprometeu em levantar até US$ 1,85 bilhão para quitar empréstimos e garantir mais dinheiro em caixa.

Já em dezembro do ano passado, a companhia apresentou seu plano de reestruturação à Justiça americana, incluindo uma nova proposta de investimento para os próximos cinco anos.

Em janeiro de 2025, a Gol divulgou uma revisão do plano financeiro. Agora, a empresa passará por uma audiência de confirmação, que está marcada para maio.

Vale lembrar que o processo de recuperação judicial também inclui uma possível fusão da Gol com a companhia Azul (AZUL4).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

3. Latam Airlines

Outra gigante do segmento aéreo que enfrentou problemas nos últimos anos é a Latam Airlines. Atingida pela crise da pandemia, a companhia pediu recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11) em maio de 2020.

Inicialmente, as operações no Brasil não fizeram parte do processo. Porém, 45 dias depois, a companhia seguiu o mesmo caminho no território brasileiro, após negociações de financiamento com o BNDES fracassarem.

Para deixar o processo de recuperação judicial para trás, o grupo emitiu US$ 1,15 bilhão em títulos, parte com vencimento em cinco anos e parte em sete anos. A Latam também conseguiu um financiamento de US$ 1,1 bilhão por cinco anos.

Vale lembrar também que a Latam é fruto da fusão da empresa chilena Lan e da brasileira TAM, que começou em agosto de 2010 e foi concluída em 2012. A operação criou a maior companhia aérea da América Latina.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De portas fechadas: as companhias que deixaram de voar

A maior parte das empresas aéreas que dominavam os céus brasileiros não conseguiu lidar com as crises financeiras do país. Grandes nomes do segmento fecharam as portas desde os anos 2000. Relembre algumas delas:

1. Itapemirim Transportes Aéreos (ITA)

A empresa aérea foi fundada em 2020 pelo empresário Sidnei Piva, que também controlava a companhia de transporte rodoviário de passageiros Itapemirim.

Porém, a aérea durou pouco tempo: três anos após sua criação, a ITA teve sua falência decretada pela Justiça de São Paulo.

A companhia surgiu já rodeada de polêmicas. Isso porque o grupo Itapemirim enfrentava uma recuperação judicial desde 2016, com dívidas de R$ 253 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, a aérea teve constantes atrasos nos cronogramas para o início das atividades. Na época, também circulou a notícia de que a ITA teria tentado cobrar taxas para pilotos e demais tripulantes participarem de seus processos seletivos.

Mesmo com toda a desconfiança, e em plena pandemia, a companhia começou a voar em julho de 2021.

Logo nas primeiras semanas de operação, surgiram informações de que a empresa estava atrasando os salários de seus funcionários. Cinco meses depois de iniciar os voos, a ITA interrompeu a operação aérea, em dezembro de 2021.

2. BRA Transportes Aéreos

Fundada em 1999, a BRA Transportes Aéreos operava voos domésticos e internacionais até que, em 2005, passou a fazer apenas voos regulares. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dois anos depois, a companhia pediu a suspensão das operações no país à Anac e demitiu todos os funcionários. A BRA Transportes Aéreos empregava mais de mil trabalhadores na época.

No mesmo ano, a empresa entrou com pedido de recuperação judicial, porém o processo se estendeu por anos. Em março de 2022, foi decretada a falência da companhia.

3. Avianca Brasil

Em julho de 2020, a Justiça de São Paulo acatou o pedido da Avianca Brasil e decretou a falência da empresa. Na época, a companhia aérea tinha dívidas de R$ 2,7 bilhões.

A Avianca Brasil vinha passando pelo processo de recuperação judicial desde dezembro de 2018 e paralisou as operações no país a partir de maio de 2019. A inatividade da empresa tornou inviável o plano de reestruturação, que já havia sido aprovado por credores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, na época, a companhia afirmou que a recuperação foi prejudicada por decisões da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). 

A agência reguladora redistribuiu entre as empresas aéreas os slots (horários de pousos e decolagens nos aeroportos) que eram operados pela Avianca Brasil. Porém, a companhia havia vendido os slots para a Latam e para a Gol, em um leilão no qual levantou R$ 780 milhões.

Segundo regra da Anac, quando uma companhia deixa de usar determinado slot, ele deve ser repassado a outra empresa seguindo alguns critérios. Assim, sem o aval da agência, a operação não foi concluída.

4. Trip

    Criada em 1998, a Trip era especializada em voos locais e considerada, na época, a maior empresa aérea regional da América Latina. 

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    Porém, em 28 de maio de 2012, a companhia anunciou a fusão com a Azul Linhas Aéreas, criando a holding Azul Trip S.A.. A operação tinha como objetivo fortalecer a concorrência com os líderes do mercado nacional no período, a TAM e a Gol.​

    Contudo, após a união das companhias, a marca Trip deixou de existir, prevalecendo apenas a Azul.

    5. Webjet

    A Webjet iniciou as operações nos céus brasileiros um ano após sua criação, em 2004. Apesar de não ter entrado em falência, a companhia aérea enfrentou uma crise financeira gerada pela concorrência, que passou a baixar os preços das passagens aéreas, pressionando a novata.

    A Webjet chegou a ficar sem operar os seus 26 trechos durante três dias e congelou os planos de expansão e inauguração de novas rotas.

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    Já em 2006, o jornal Folha de S. Paulo revelou que o serviço 0800 havia sido suspenso e que o telefone da sede também não recebia mais ligações. Além disso, a companhia cancelou o contrato com a empresa que prestava serviços de assessoria de imprensa.

    Não demorou muito para que a Webjet passasse para as mãos das concorrentes. Em 2007, ela foi vendida para a CVC. Já em 2011, a companhia foi adquirida pela Gol, que encerrou as atividades da antiga empresa no ano seguinte.

    6. Varig

    Fundada em 7 de maio de 1927, a Viação Aérea Rio-Grandense (Varig) foi uma verdadeira gigante do mercado aéreo, tendo sido a principal companhia brasileira durante muitos anos.

    Porém, no fim dos anos 90 e início dos anos 2000, a empresa passou a enfrentar uma forte crise financeira. Em 2005, a Varig pediu recuperação judicial, com uma dívida estimada em R$ 5,7 bilhões.

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    No ano seguinte, a companhia parou de realizar voos, foi fatiada e teve diversas partes vendidas para donos diferentes. Já em 2007, a ex-gigante foi comprada pela rival Gol. Porém, em 2010, foi decretada a falência da Varig.

    7. Vasp

    A Viação Aérea de São Paulo (Vasp) colocou o primeiro avião nos céus brasileiros em 12 de novembro de 1933. 

    No início, a empresa operava no aeroporto Campo de Marte, em São Paulo. Porém, com as chuvas e alagamentos da região, a empresa passou as operações para o chamado “campo da Vasp”, que hoje é o aeroporto de Congonhas.

    A companhia enfrentou dificuldades desde a sua fundação e, dois anos depois da sua criação, foi estatizada pelo governo paulistano.

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    Já na década de 1990, a Vasp voltou a ser privatizada e chegou a promover expansões. Porém, não demorou muito para que voltasse a ter problemas financeiros.

    A crise na companhia levou a atrasos nos pagamentos e colocou em risco a manutenção das aeronaves. Em 2005, o antigo DAC (Departamento de Aviação Civil) cassou a autorização de operação da empresa aérea.

    Já em 2008, foi decretada a falência da Vasp, que já acumulava uma dívida de R$ 5 bilhões. A decisão chegou a ser derrubada, mas foi confirmada pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ) em 2013.

    8. Transbrasil

    A Transbrasil surgiu, originalmente, em 1955 com o nome de Sadia Transportes Aéreos. Na época, era voltada para o transporte de carne.

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    Já no ano seguinte, passou a combinar as operações com transporte de passageiros e, 1973, passou a ser chamada de Transbrasil.

    No entanto, a empresa também foi atingida por uma crise durante o fim dos anos 1990. Com a morte do fundador, Omar Fontana, em 2000, a situação financeira da companhia foi agravada. Um ano depois, a Transbrasil não tinha recursos suficientes para a compra de combustível para as aeronaves.

    No mesmo ano, a empresa entrou com pedido de recuperação judicial. Já em 2002, teve sua falência decretada.

    *Com informações do Money Times, UOL e CNN

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    COMPARTILHAR

    Whatsapp Linkedin Telegram
    GLOW UP

    Depois de melhor ano da história, Riachuelo (RIAA3) irá retomar expansão de lojas em 2026 — conheça os planos da varejista

    13 de fevereiro de 2026 - 17:30

    Para 2026, a expectativa é de 15 novas unidades Riachuelo, em postos que já estão praticamente fechados, disse Miguel Cafruni, diretor financeiro, em entrevista ao Seu Dinheiro. 

    TELECONFERÊNCIA COM ANALISTAS

    Vale (VALE3): superamos todas as metas previstas para 2025, diz CEO – veja o que impulsionou o resultado, apesar da queda do preço do ferro

    13 de fevereiro de 2026 - 16:59

    Executivos destacam desempenho operacional recorde em teleconferência, apesar do prejuízo contábil no 4T25

    DO TOMBO AO TOPO

    A redenção da Eneva (ENEV3): após derreter na bolsa, ação lidera ganhos do Ibovespa com novos valores para leilão. Vale comprar agora? 

    13 de fevereiro de 2026 - 14:32

    Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva

    DESAGRADOU MESMO?

    Vale (VALE3) teve resultado sólido no 4T25, segundo analistas. Por que o mercado pune a mineradora e as ações caem mais de 1%?

    13 de fevereiro de 2026 - 11:44

    Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano

    DESVALORIZADA

    A conta do rebaixamento da Raízen (RAIZ4) chegou e é de R$ 11 bilhões: entenda o que motivou o impairment

    13 de fevereiro de 2026 - 11:26

    Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento

    MOMENTO DELICADO

    Prestes a ser privatizada, Copasa (CSMG3) vê renúncia de presidente do conselho após delação premiada relacionada à Aegea

    13 de fevereiro de 2026 - 10:47

    A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa

    BALANÇO

    IRB (IRBR3) lucra mais e promete a volta dos dividendos — mas fantasma da fraude reaparece com cobrança milionária de investidores

    13 de fevereiro de 2026 - 9:59

    Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas

    BALANÇO DO 4T25

    Vale (VALE3) tem prejuízo líquido de US$ 3,844 bilhões no 4T25, mas papéis sobem no after em Nova York

    12 de fevereiro de 2026 - 20:38

    Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério

    EFEITO DOMINÓ

    S&P acende sinal amarelo após rebaixamentos da Raízen (RAIZ4) e muda perspectiva da Cosan (CSAN3) para negativa

    12 de fevereiro de 2026 - 17:50

    Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora

    PRESSÃO NA CARTEIRA

    A inadimplência do Banco do Brasil (BBAS3) subiu — e Novonor, ex-Odebrecht, é responsável por R$ 3,6 bilhões, diz site

    12 de fevereiro de 2026 - 17:07

    Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times

    PROVENTOS NO RADAR

    Ambev (ABEV3) sobe mais de 4% apesar do lucro menor no 4T25; dividendos entram na conta. Vale comprar agora?

    12 de fevereiro de 2026 - 16:10

    Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço

    MELHOR ANO DA HISTÓRIA

    Riachuelo (RIAA3): Após números do 4T25 baterem expectativas, é hora de comprar?

    12 de fevereiro de 2026 - 16:07

    As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda

    TROCA DE MÃOS

    Petrobras decide não exercer direito de preferência pela Braskem (BRKM5): quem é a IG4, nova controladora da petroquímica

    12 de fevereiro de 2026 - 15:05

    A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação

    A FATURA DA CRISE

    A conta do Master chegou: Banco do Brasil (BBAS3) vai desembolsar R$ 5 bilhões para socorrer o FGC, diz diretor

    12 de fevereiro de 2026 - 14:31

    FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB

    VEM A VIRADA?

    Esqueça o ROE de 20%: “Sabíamos que seria impossível”, diz diretor do Banco do Brasil (BBAS3) — ele também afastou o sonho de dividendos extraordinários

    12 de fevereiro de 2026 - 13:51

    Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista

    ARMAS DO SOFTWARE

    Totvs (TOTS3) luta contra o Armageddon com novo programa de recompra de ações e lançamento em IA

    12 de fevereiro de 2026 - 12:53

    A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente

    AGORA VAI?

    Petrobras (PETR4) decide que não vai se envolver na venda das ações da Braskem (BRKM5) para o IG4 — o que acontece agora?

    12 de fevereiro de 2026 - 11:40

    A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio

    PAIXÃO NACIONAL

    ‘Veio da Havan’ faz investida milionária na Globo após anos de boicote e se explica; veja o que Luciano Hang disse

    12 de fevereiro de 2026 - 11:04

    Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência

    SUPERMERCADO DIGITAL

    Ganha-ganha: Mercado Livre (MELI34) venderá e produtos do Assaí (ASAI3) — veja por que parceria pode ser boa para ambos

    12 de fevereiro de 2026 - 11:01

    Ações do Assaí (ASAI3) disparam hoje com mais um avanço do atacarejo no mundo digital, apesar de resultado fraco

    UNIÃO DE FORÇAS

    BTG Pactual conclui transação para adquirir até 48% da fintech meutudo e reforça aposta no varejo

    12 de fevereiro de 2026 - 10:30

    Operação ainda depende de aprovações regulatórias e reforça estratégia do banco no crédito digital

    Menu

    Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

    Fechar