Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Dani Alvarenga

Dani Alvarenga

Repórter do Seu Dinheiro, estudante de Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP) com certificação em curso de Mercado Financeiro pela Ibmec. Possui experiência na cobertura de economia, política e internacional. Atualmente, cobre o mercado imobiliário e de FIIs.

DE CRISE EM CRISE

Da Vasp à Voepass: relembre algumas das empresas aéreas que pediram recuperação judicial ou deixaram de voar

A maior parte das empresas aéreas que dominavam os céus brasileiros não conseguiu lidar com as crises financeiras e fecharam as portas nos últimos 20 anos

Dani Alvarenga
Dani Alvarenga
24 de abril de 2025
15:42 - atualizado às 17:10
Aviões das empresas Voepass (superior à esquerda), Latam (superior à direita), Vasp (inferior à esquerda) e Varig (inferior à direita)
Aviões das empresas Voepass (superior à esquerda), Latam (superior à direita), Vasp (inferior à esquerda) e Varig (inferior à direita) - Imagem: Montagem Seu Dinheiro

Desde a queda do avião em Vinhedo (SP), que matou 62 pessoas, a Voepass vem enfrentando uma crise financeira. Com dívidas acumuladas em R$ 429 milhões, a companhia entrou com um pedido de recuperação judicial, divulgado ainda ontem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, a Voepass é apenas uma das várias empresas aéreas que enfrentaram problemas financeiros nos últimos anos. Recentemente, a Gol ficou sob os holofotes do mercado financeiro após entrar com pedido de recuperação judicial.

As dificuldades no mercado brasileiro levaram algumas grandes empresas do segmento a fecharem as portas e encerrarem as atividades no país, como a Vasp e a Varig.

O Seu Dinheiro reuniu os principais processos de recuperação judicial no setor aéreo — e quem não aguentou as pressões das crises.

Balança, mas não cai: as empresas aéreas que pediram recuperação judicial

O ciclo de alta de juros iniciado no ano passado vem adicionando pressão ao mercado brasileiro. Segundo dados da Serasa Experian, o número de pedidos de recuperação judicial em 2024 bateu recorde, com 2.273 empresas entrando com o processo de reestruturação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, não é de hoje que crises econômicas balançam as finanças das empresas do país. No segmento aéreo, algumas gigantes pediram recuperação judicial nos últimos anos, mas seguem de pé. Confira:

Leia Também

1. Voepass

Os sinais da crise da empresa já vinham dando as caras desde a queda do avião, que ocorreu em agosto de 2024.

Em março deste ano, após uma auditoria indicar falta de segurança nas operações, a companhia teve todos os seus voos cancelados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Já em abril, um mês depois da suspensão, a Voepass anunciou demissão de parte da equipe, que incluiu a tripulação, aeroportuários e funcionários de áreas de apoio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, essa não é a primeira vez que a empresa precisa passar pelo processo de reestruturação. A Voepass entrou com um processo de recuperação judicial em outubro de 2012, ainda sob o nome Passaredo Linhas Aéreas. 

Na época, sua dívida era estimada em R$ 150 milhões. A operação chegou ao fim apenas em 2017 e, em 2019, a empresa alterou o nome para Voepass, após a aquisição da MAP Linhas Aéreas.

2. Gol (GOLL4)

Em 25 de janeiro de 2024, a empresa brasileira protocolou um pedido voluntário de recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11), devido a dívidas bilionárias. O pedido foi apresentado ao Tribunal de Falências do Distrito Sul de Nova York.

Em novembro de 2024, a Gol (GOLL4) e sua controladora, a Abra, fecharam um acordo com credores para reduzir a dívida em até US$ 2,5 bilhões. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como parte do plano, a empresa se comprometeu em levantar até US$ 1,85 bilhão para quitar empréstimos e garantir mais dinheiro em caixa.

Já em dezembro do ano passado, a companhia apresentou seu plano de reestruturação à Justiça americana, incluindo uma nova proposta de investimento para os próximos cinco anos.

Em janeiro de 2025, a Gol divulgou uma revisão do plano financeiro. Agora, a empresa passará por uma audiência de confirmação, que está marcada para maio.

Vale lembrar que o processo de recuperação judicial também inclui uma possível fusão da Gol com a companhia Azul (AZUL4).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

3. Latam Airlines

Outra gigante do segmento aéreo que enfrentou problemas nos últimos anos é a Latam Airlines. Atingida pela crise da pandemia, a companhia pediu recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11) em maio de 2020.

Inicialmente, as operações no Brasil não fizeram parte do processo. Porém, 45 dias depois, a companhia seguiu o mesmo caminho no território brasileiro, após negociações de financiamento com o BNDES fracassarem.

Para deixar o processo de recuperação judicial para trás, o grupo emitiu US$ 1,15 bilhão em títulos, parte com vencimento em cinco anos e parte em sete anos. A Latam também conseguiu um financiamento de US$ 1,1 bilhão por cinco anos.

Vale lembrar também que a Latam é fruto da fusão da empresa chilena Lan e da brasileira TAM, que começou em agosto de 2010 e foi concluída em 2012. A operação criou a maior companhia aérea da América Latina.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De portas fechadas: as companhias que deixaram de voar

A maior parte das empresas aéreas que dominavam os céus brasileiros não conseguiu lidar com as crises financeiras do país. Grandes nomes do segmento fecharam as portas desde os anos 2000. Relembre algumas delas:

1. Itapemirim Transportes Aéreos (ITA)

A empresa aérea foi fundada em 2020 pelo empresário Sidnei Piva, que também controlava a companhia de transporte rodoviário de passageiros Itapemirim.

Porém, a aérea durou pouco tempo: três anos após sua criação, a ITA teve sua falência decretada pela Justiça de São Paulo.

A companhia surgiu já rodeada de polêmicas. Isso porque o grupo Itapemirim enfrentava uma recuperação judicial desde 2016, com dívidas de R$ 253 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, a aérea teve constantes atrasos nos cronogramas para o início das atividades. Na época, também circulou a notícia de que a ITA teria tentado cobrar taxas para pilotos e demais tripulantes participarem de seus processos seletivos.

Mesmo com toda a desconfiança, e em plena pandemia, a companhia começou a voar em julho de 2021.

Logo nas primeiras semanas de operação, surgiram informações de que a empresa estava atrasando os salários de seus funcionários. Cinco meses depois de iniciar os voos, a ITA interrompeu a operação aérea, em dezembro de 2021.

2. BRA Transportes Aéreos

Fundada em 1999, a BRA Transportes Aéreos operava voos domésticos e internacionais até que, em 2005, passou a fazer apenas voos regulares. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dois anos depois, a companhia pediu a suspensão das operações no país à Anac e demitiu todos os funcionários. A BRA Transportes Aéreos empregava mais de mil trabalhadores na época.

No mesmo ano, a empresa entrou com pedido de recuperação judicial, porém o processo se estendeu por anos. Em março de 2022, foi decretada a falência da companhia.

3. Avianca Brasil

Em julho de 2020, a Justiça de São Paulo acatou o pedido da Avianca Brasil e decretou a falência da empresa. Na época, a companhia aérea tinha dívidas de R$ 2,7 bilhões.

A Avianca Brasil vinha passando pelo processo de recuperação judicial desde dezembro de 2018 e paralisou as operações no país a partir de maio de 2019. A inatividade da empresa tornou inviável o plano de reestruturação, que já havia sido aprovado por credores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, na época, a companhia afirmou que a recuperação foi prejudicada por decisões da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). 

A agência reguladora redistribuiu entre as empresas aéreas os slots (horários de pousos e decolagens nos aeroportos) que eram operados pela Avianca Brasil. Porém, a companhia havia vendido os slots para a Latam e para a Gol, em um leilão no qual levantou R$ 780 milhões.

Segundo regra da Anac, quando uma companhia deixa de usar determinado slot, ele deve ser repassado a outra empresa seguindo alguns critérios. Assim, sem o aval da agência, a operação não foi concluída.

4. Trip

    Criada em 1998, a Trip era especializada em voos locais e considerada, na época, a maior empresa aérea regional da América Latina. 

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    Porém, em 28 de maio de 2012, a companhia anunciou a fusão com a Azul Linhas Aéreas, criando a holding Azul Trip S.A.. A operação tinha como objetivo fortalecer a concorrência com os líderes do mercado nacional no período, a TAM e a Gol.​

    Contudo, após a união das companhias, a marca Trip deixou de existir, prevalecendo apenas a Azul.

    5. Webjet

    A Webjet iniciou as operações nos céus brasileiros um ano após sua criação, em 2004. Apesar de não ter entrado em falência, a companhia aérea enfrentou uma crise financeira gerada pela concorrência, que passou a baixar os preços das passagens aéreas, pressionando a novata.

    A Webjet chegou a ficar sem operar os seus 26 trechos durante três dias e congelou os planos de expansão e inauguração de novas rotas.

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    Já em 2006, o jornal Folha de S. Paulo revelou que o serviço 0800 havia sido suspenso e que o telefone da sede também não recebia mais ligações. Além disso, a companhia cancelou o contrato com a empresa que prestava serviços de assessoria de imprensa.

    Não demorou muito para que a Webjet passasse para as mãos das concorrentes. Em 2007, ela foi vendida para a CVC. Já em 2011, a companhia foi adquirida pela Gol, que encerrou as atividades da antiga empresa no ano seguinte.

    6. Varig

    Fundada em 7 de maio de 1927, a Viação Aérea Rio-Grandense (Varig) foi uma verdadeira gigante do mercado aéreo, tendo sido a principal companhia brasileira durante muitos anos.

    Porém, no fim dos anos 90 e início dos anos 2000, a empresa passou a enfrentar uma forte crise financeira. Em 2005, a Varig pediu recuperação judicial, com uma dívida estimada em R$ 5,7 bilhões.

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    No ano seguinte, a companhia parou de realizar voos, foi fatiada e teve diversas partes vendidas para donos diferentes. Já em 2007, a ex-gigante foi comprada pela rival Gol. Porém, em 2010, foi decretada a falência da Varig.

    7. Vasp

    A Viação Aérea de São Paulo (Vasp) colocou o primeiro avião nos céus brasileiros em 12 de novembro de 1933. 

    No início, a empresa operava no aeroporto Campo de Marte, em São Paulo. Porém, com as chuvas e alagamentos da região, a empresa passou as operações para o chamado “campo da Vasp”, que hoje é o aeroporto de Congonhas.

    A companhia enfrentou dificuldades desde a sua fundação e, dois anos depois da sua criação, foi estatizada pelo governo paulistano.

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    Já na década de 1990, a Vasp voltou a ser privatizada e chegou a promover expansões. Porém, não demorou muito para que voltasse a ter problemas financeiros.

    A crise na companhia levou a atrasos nos pagamentos e colocou em risco a manutenção das aeronaves. Em 2005, o antigo DAC (Departamento de Aviação Civil) cassou a autorização de operação da empresa aérea.

    Já em 2008, foi decretada a falência da Vasp, que já acumulava uma dívida de R$ 5 bilhões. A decisão chegou a ser derrubada, mas foi confirmada pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ) em 2013.

    8. Transbrasil

    A Transbrasil surgiu, originalmente, em 1955 com o nome de Sadia Transportes Aéreos. Na época, era voltada para o transporte de carne.

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    Já no ano seguinte, passou a combinar as operações com transporte de passageiros e, 1973, passou a ser chamada de Transbrasil.

    No entanto, a empresa também foi atingida por uma crise durante o fim dos anos 1990. Com a morte do fundador, Omar Fontana, em 2000, a situação financeira da companhia foi agravada. Um ano depois, a Transbrasil não tinha recursos suficientes para a compra de combustível para as aeronaves.

    No mesmo ano, a empresa entrou com pedido de recuperação judicial. Já em 2002, teve sua falência decretada.

    *Com informações do Money Times, UOL e CNN

    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
    CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

    COMPARTILHAR

    Whatsapp Linkedin Telegram
    MAIS UM NO BOLSO

    BTG Pactual (BPAC11) fecha acordo para comprar banco Digimais, do bispo Edir Macedo

    9 de abril de 2026 - 9:30

    Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis

    DERRETEU

    R$ 27,9 bilhões vão pelo ralo: Petrobras (PETR4) tem a maior queda intradia em valor de mercado em 4 anos

    8 de abril de 2026 - 19:51

    O tombo a R$ 604,9 bilhões em valor de mercado veio na primeira hora do pregão desta quarta-feira (8), o quarto maior da história da companhia

    COMPRAR OU VENDER?

    O brilho da Vivara (VIVA3) apagou? Por que 3 bancos reduziram o preço-alvo para a ação da varejista

    8 de abril de 2026 - 16:01

    Mudanças no cenário global levaram analistas a revisar suas avaliações sobre a varejista; entenda o que está em jogo

    SOCORRO

    Oncoclínicas (ONCO3) confirma que busca proteção para credores, e ações caem

    8 de abril de 2026 - 12:11

    No entanto, a decisão sobre qual seria a medida de proteção — uma recuperação judicial ou extrajudicial — ainda não foi tomada, e estão sendo avaliadas diversas iniciativas diferentes, disse a Oncoclínicas

    MAIS UMA RECUPERAÇÃO

    De novo? Lupatech (LUPA3) entrega plano de recuperação extrajudicial à CVM; entenda a crise

    8 de abril de 2026 - 10:09

    Essa não é sua primeira tentativa de se recuperar. Em 2023, a empresa encerrou um processo de recuperação judicial que durou quase dez anos, após uma crise desencadeada pela Operação Lava Jato

    REPORTAGEM ESPECIAL

    Enquanto o Nubank cresce, a Claro fatura: a estratégia por trás da NuCel — e quem perde com isso

    8 de abril de 2026 - 6:14

    Embora ainda pequena, operação de telefonia do Nubank começa a aparecer nos números e levanta dúvidas sobre o impacto de novos entrantes no longo prazo. Veja o que esperar 

    ARRUMANDO A CASA

    Após desconforto com parceria, Moura Dubeux (MDNE3) simplifica estrutura e assume 100% da Ún1ca

    7 de abril de 2026 - 20:08

    Após críticas à estrutura do acordo com a Direcional, companhia elimina minoritários e tenta destravar valor no Minha Casa, Minha Vida

    O REI DA PROTEÍNA

    Brasil dá as cartas: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) dizem que país é imbatível no mercado global de carne

    7 de abril de 2026 - 20:06

    Os CEOs das gigantes brasileiras de proteína participaram nesta terça-feira (7) de evento promovido pelo Bradesco BBI e fizeram um raio-x do setor

    PAPEL SOB PRESSÃO

    A Suzano (SUZB3) não vale mais a pena? Ação entra em leilão e fecha em queda de 6,4% após BofA cortar R$ 25 do preço-alvo

    7 de abril de 2026 - 18:45

    Banco rebaixou ação para neutra e cortou preço-alvo tanto das ações quanto dos ADRs; Suzano figurou entre as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (7)

    INVESTOR DAY

    “Selic alta não atrapalha mais”: CEO da Multiplan (MULT3) mostra como pretende continuar crescendo apesar do cenário macro

    7 de abril de 2026 - 18:20

    Em evento nesta terça-feira (7), a diretoria da empresa detalhou como vem avançando em expansões, reforçando a aposta em experiência e usando a estratégia como escudo contra o impacto dos juros altos

    PÉ NA PORTA

    Vale (VALE3) entra em 2026 com fôlego: Santander vê trimestre “de alta qualidade” e reforça recomendação de compra

    7 de abril de 2026 - 16:30

    Banco projeta Ebitda de US$ 4,08 bilhões no 1T26 e destaca avanço dos metais básicos nos resultados da companhia

    VEJA A MELHOR OPÇÃO

    Vale a pena comprar remédios no Mercado Livre (MELI34)? Comparamos com iFood, Rappi e o aplicativo da RD Saúde (RADL3)

    7 de abril de 2026 - 15:10

    Na disputa pela conveniência no e-commerce de medicamentos, o Mercado Livre estreia com preços mais baixos e navegação mais fluida, mas ainda perde em rapidez para rivais já consolidados como iFood, Rappi e Raia

    BALANÇO OPERACIONAL

    MRV (MRVE3) reverte queima de caixa no 1T25 e se prepara para novas regras do MCMV, mas ações caem; o que desagradou?

    7 de abril de 2026 - 12:40

    “Apesar do bom desempenho operacional e avanços na Resia, a geração de fluxo de caixa fraca no Brasil deve pressionar a reação do mercado”, disse o banco BTG Pactual em relatório.

    UM EM UM MILHÃO

    O evento de R$ 8 por ação: o plano da Eneva (ENEV3) para destravar valor que o JP Morgan considera um fenômeno raro

    7 de abril de 2026 - 12:31

    O JP Morgan elevou o preço-alvo após a empresa garantir contratos estratégicos; saiba por que o banco vê riscos menores e maior geração de caixa no horizonte

    SEM LIDERANÇA

    Oncoclínicas (ONCO3) perde todos os membros do conselho de uma vez, com renúncia do presidente; entenda a situação

    7 de abril de 2026 - 10:12

    A notícia chega em um momento delicado para a companhia: ela tem caixa para apenas mais 15 dias e já vem adiando tratamentos de seus pacientes por falta de recursos

    DE OLHO NAS ELEIÇÕES

    Petrobras (PETR4) elege novo presidente do conselho e troca diretoria de Logística

    7 de abril de 2026 - 7:50

    A eleição ocorreu em reunião realizada na segunda-feira (6), e o mandato valerá até a próxima Assembleia Geral, que ocorrerá em 16 de abril

    AJUSTE DE ROTA

    Hapvida (HAPV3) troca CEO em meio a resultados pressionados; veja quem assume

    6 de abril de 2026 - 20:07

    Em carta ao mercado, Jorge Pinheiro anunciou sua saída do cargo de CEO e reconheceu que os resultados financeiros recentes ficaram abaixo do potencial da companhia

    VAI MUDAR NA B3 TAMBÉM

    Adeus, ODPV3. Olá, SAUD3! Acionistas dão o ‘sim’ para união entre a Odontoprev e o braço de saúde do Bradesco (BBDC4)

    6 de abril de 2026 - 20:04

    Agora restam apenas ritos formais de homologação pelos conselhos de administração. A expectativa é que a eficácia da incorporação de ações ocorra no dia 30 de abril.

    CORRIDA DO PETRÓLEO

    Petrobras (PETR4) a R$ 64, Prio (PRIO3) a R$ 74 ou PetroReconcavo (RECV3) a R$ 16: saiba qual petroleira vale mais a pena agora

    6 de abril de 2026 - 19:43

    Com o Brent em alta, o Itaú BBA revisou seus modelos para as petroleiras brasileiras; confira que esperar de Petrobras, Prio e PetroReconcavo após a atualização que elevou os preços-alvo do setor

    GANHO TURBINADO

    Petrobras (PETR4) pode elevar dividendos com novo subsídio ao diesel; BTG vê rendimento perto de 13%

    6 de abril de 2026 - 19:22

    Segundo cálculos do banco, pacote do governo pode adicionar até US$ 1,5 bilhão por trimestre ao caixa da estatal

    Menu

    Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

    Fechar
    Jul.ia
    Jul.ia
    Jul.ia

    Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

    FAÇA SUA PERGUNTA
    Dúvidas sobre IR 2026?
    FAÇA SUA PERGUNTA
    Jul.ia
    Jul.ia