O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em evento sobre expectativas relacionadas à Conferência do Clima em Belém, autoridades e especialistas destacam importância do apoio empresarial para o financiamento climático e a busca por novas parcerias
A COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), que será realizada em Belém em novembro, ocorrerá em um momento de intensas turbulências geopolíticas e ataques ao multilateralismo provocados, principalmente, pela saída dos EUA do Acordo de Paris, que visa limitar o aquecimento global, e pelas novas tarifas comerciais de Donald Trump anunciadas ontem.
No entanto, o multilateralismo segue relevante e a cooperação internacional é o único caminho para enfrentar a crise climática global, destacaram autoridades e especialistas em evento realizado nesta quinta-feira (3) na capital paraense.
“Em Belém, temos a oportunidade de virar um símbolo da importância do multilateralismo (...) Sabemos que, para combater a mudança do clima, não há outra saída a não ser de maneira internacional, porque as moléculas do carbono não entendem as nossas fronteiras de Estados-Nação”, disse Ana Toni, secretária nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente e diretora-executiva da COP30.
No evento, Ana Toni lembrou que, apesar da saída dos EUA do Acordo de Paris, 197 países permanecem, demonstrando a importância da cooperação multilateral no combate às mudanças climáticas.
Além disso, a secretária destacou que as empresas americanas e os governos subnacionais dos EUA vêm demonstrando interesse em participar da Conferência em Belém.
Toni também chamou a atenção para a necessidade de maior mobilização de recursos financeiros para a agenda de enfrentamento às mudanças climáticas, que compete com setores de defesa.
Leia Também
Segundo ela, alguns países estão tentando colocar recursos para o clima dentro dos orçamentos de defesa, pois se trata da segurança da humanidade. “Guerras são intrinsecamente anti-ecológicas e desviam a atenção do que queremos construir em termos de ecologia e desenvolvimento sustentável”, alertou.
Além disso, a secretária ressaltou que há um esforço para atingir US$ 1,3 trilhão em financiamento climático. Um relatório está sendo elaborado por ministros da Fazenda de diversos países, liderados por Fernando Haddad, para definir como esse montante pode ser direcionado a países emergentes. “O recurso existe, então o desafio é fazer ele fluir para os países do Sul, como o Brasil, que têm muitas propostas na mesa”, afirmou.
Helder Barbalho, governador do Pará, reforçou a preocupação com o financiamento climático e criticou a postura dos Estados Unidos. “Quanto efetivamente o governo americano tem colocado de dinheiro para o financiamento climático? Muito pouco! (O ex-presidente dos EUA) Biden esteve aqui e foi um desastre”, afirmou.
Barbalho defende que, diante desse cenário, é necessário estruturar políticas indutoras e garantir que bancos públicos e privados apoiem projetos sustentáveis.
Além disso, o governador destacou que é preciso conversar com estados americanos, como Califórnia e Texas, que podem ter autonomia para firmar acordos mesmo diante de uma postura nacional menos engajada, e fortalecer relações com outros países emergentes.
Rafaela Guedes, senior fellow no Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), também apontou que o cenário de incerteza com os EUA abre oportunidades para o Brasil fortalecer laços com outros parceiros.
“O Oriente Médio e a Ásia têm muito interesse no Brasil. Quais novas rotas comerciais podemos buscar com parceiros não-óbvios? Essa é uma oportunidade que tenho certeza que teremos”, destacou.
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista
A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente
A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio
Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência
Ações do Assaí (ASAI3) disparam hoje com mais um avanço do atacarejo no mundo digital, apesar de resultado fraco
Operação ainda depende de aprovações regulatórias e reforça estratégia do banco no crédito digital
Apesar de um balanço mais forte que o esperado, o mercado ainda não se deu por convencido; entenda o que continua a frear o otimismo
Com recorde de produção e volta ao topo do ranking global, mineradora chega aos resultados financeiros com expectativas mais altas de receita e Ebitda
Empresa fechou o último ano com recordes de lucro e Ebitda e surpreende o mercado com resultado acima do consenso
O esquema de pagamento antecipa caixa relevante para a companhia de galpões logísticos, mas mantém parte da exposição ao ativo por meio das cotas