🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

SETOR FARMACÊUTICO

CEO da Cimed aposta em pequenas farmácias para atingir faturamento de R$ 5 bilhões neste ano — e “caneta amarela” do Ozempic está na mira para 2026

Conhecida pelo portfólio extenso de medicamentos genéricos e por produtos como o Carmed e o Lavitan, a Cimed tem como objetivo elevar as receitas em quase 40% em relação ao ano passado

Camille Lima
Camille Lima
22 de fevereiro de 2025
9:30 - atualizado às 9:55
João Adibe, CEO da Cimed
João Adibe, CEO da Cimed - Imagem: Divulgação

Nem mesmo os juros elevados e as perspectivas de desaceleração da economia atrapalham a ambição de crescimento da farmacêutica Cimed, que mira as pequenas farmácias para expandir sua atuação regional e acelerar o faturamento nos próximos anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com mais de quatro décadas de história, a companhia hoje se apresenta como a terceira maior indústria farmacêutica do país em volume de vendas.

Conhecida pelo portfólio extenso de medicamentos genéricos e por produtos populares nas redes sociais, como o Carmed e o Lavitan, a Cimed tem como objetivo alcançar um faturamento de R$ 5 bilhões neste ano.

“Empresa que vai crescer e vai prosperar no Brasil é empresa de crescimento”, afirmou o CEO João Adibe, em conversa com jornalistas. “Se as companhias não tiverem crescimento, eu tenho certeza que, com essa inflação e com os juros do jeito que estão, elas vão demorar a se expandir.”

Segundo estimativas da empresa, a receita somou em torno de R$ 3,6 bilhões em 2024. Isso significa que a companhia precisaria aumentar em quase 40% o faturamento no comparativo anual para alcançar a ambiciosa meta estipulada para este ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o médio prazo, o plano de negócios da Cimed também prevê chegar a um faturamento de R$ 10 bilhões até 2030.

Leia Também

VEJA MAIS: duas ações para investir agora e poder ‘surfar’ a alta da Selic e o dólar

Foco nos pequenos varejistas

Diante de metas tão arrojadas, a Cimed anunciou nesta sexta-feira (21) o “Foguete Amarelo”, um programa que busca impulsionar o crescimento do pequeno varejo farmacêutico, com crédito concedido por meio de produtos. 

O objetivo é “oferecer crédito e suporte” ao facilitar o capital de giro para pequenos varejistas, especialmente aqueles com faturamento inferior a R$ 60 mil por mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dessa forma, o pagamento ocorrerá de forma gradual, à medida que os produtos da Cimed forem vendidos diariamente nas farmácias. Com os pagamentos efetivados, o próprio sistema irá solicitar a reposição dos itens de forma automática.

“Com a injeção de crédito com produto no varejo farmacêutico sem que o pagamento seja realizado de uma única vez, e sim aos poucos, à medida que eles forem vendidos, damos fôlego para o nosso cliente. Além disso, com um portfólio robusto na loja, aumentamos as chances de realização de vendas”, disse o CEO da Cimed, em nota.

Segundo a empresa, a projeção é que as 10 mil lojas que integrarão o programa vejam o faturamento crescer 183% entre este ano e 2026, passando de R$ 60 mil para R$ 170 mil por ano. 

De onde virá o crescimento da Cimed nos próximos anos?

A Cimed lançou nesta sexta-feira um plano de investimentos de mais de R$ 2 bilhões nos próximos cinco anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O dinheiro será destinado principalmente a áreas estratégicas, como pesquisa e desenvolvimento, marketing e estrutura — especialmente para a ampliação de fábricas. 

De acordo com João Adibe, a estratégia da empresa será manter o ritmo de crescimento através da “construção da prateleira”. 

“Eu não estou no mercado para vender mais barato ou dar mais prazo. Eu quero criar novas categorias dentro desse ambiente. Essa é a maior alavanca que a empresa tem através das experiências das nossas supermarcas”, afirmou ao Seu Dinheiro

Segundo Adibe, há quatro principais catalisadores do crescimento de receita tão robusto esperado para este ano: 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Lançamentos de novas categorias;
  • Lançamentos de produtos;
  • Novos investimentos em marketing;
  • Aumento da capacidade produtiva.

Cimed e a “versão amarela do Ozempic”

Do lado do portfólio de produtos, um dos lançamentos mais aguardados pelo mercado é a “caneta amarela”, uma versão da Cimed de canetas injetáveis como o Ozempic.

Os medicamentos à base de semaglutida, hoje dominados por poucas gigantes farmacêuticas que detêm a patente dos produtos, ganharam popularidade especialmente pelo uso “off label” (fora das recomendações da bula) para o tratamento do sobrepeso, apesar dos preços elevados nas farmácias. 

A companhia de Adibe é uma das farmacêuticas ansiosas para estrear nesse mercado assim que a patente do medicamento for quebrada, em 2026. 

“Nós temos um pipeline de produtos hoje em desenvolvimento. Hoje, o lançamento de um produto farma, se for muito rápido, é de três a cinco anos”, afirmou o presidente da Cimed. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O futuro da indústria farmacêutica vem justamente através da quebra de patentes. Nós temos um desafio grande de poder ter um produto acessível [com base na semaglutida] aqui no Brasil. Nós já estamos com vários parceiros. Assim que quebrar a patente, será uma guerra de quem lança primeiro”, acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

MAIS UM REVÉS PARA A EMPRESA

Fictor Alimentos (FICT3) finalmente se envolve na RJ da holding e agora corre grande risco; veja o que está em jogo

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta

AUMENTO DE CAPITAL

A conta aumentou: Banco de Brasília (BRB) busca aporte de quase R$ 9 bilhões com acionistas após caso do Banco Master; entenda

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.

A ESTRELA DO MERCADO CAIU?

Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 39,2% no lucro, mas ação cai forte na bolsa; expectativas estavam altas demais?

26 de fevereiro de 2026 - 10:40

A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima

ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

RAIO-X DO BALANÇO

Lucro da C&A (CEAB3) cresce no 4T25, mas vendas perdem força. O que fazer com a ação agora?

25 de fevereiro de 2026 - 13:15

Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente

REAÇÃO AO BALANÇO

O pior trimestre em 10 anos: WEG (WEGE3) decepciona no crescimento no 4T25. Ainda vale pagar caro pela excelência?

25 de fevereiro de 2026 - 12:39

Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar

VAI TER ROE DE BANCÃO?

Depois do IPO, vale investir? BB Investimentos inicia cobertura de PicPay com recomendação de compra e potencial de alta de 32%

25 de fevereiro de 2026 - 11:58

Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos

DEPOIS DO AVAL DA JUSTIÇA

Oi (OIBR3) põe R$ 140 milhões ‘na mesa’ em 2º leilão para pagar credores de fora da RJ, mas exige desconto de até 70%

25 de fevereiro de 2026 - 10:37

Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes

VEJA OS NÚMEROS DO BALANÇO

Pão de Açúcar (PCAR3): há “incerteza relevante” sobre capacidade da empresa de seguir de pé, diz auditoria; veja detalhes

25 de fevereiro de 2026 - 8:47

Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A empresa escondida que quer fazer IPO na Nasdaq, os resultados corporativos e o que mais você precisa saber hoje

25 de fevereiro de 2026 - 8:37

Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar