O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Conhecida pelo portfólio extenso de medicamentos genéricos e por produtos como o Carmed e o Lavitan, a Cimed tem como objetivo elevar as receitas em quase 40% em relação ao ano passado
Nem mesmo os juros elevados e as perspectivas de desaceleração da economia atrapalham a ambição de crescimento da farmacêutica Cimed, que mira as pequenas farmácias para expandir sua atuação regional e acelerar o faturamento nos próximos anos.
Com mais de quatro décadas de história, a companhia hoje se apresenta como a terceira maior indústria farmacêutica do país em volume de vendas.
Conhecida pelo portfólio extenso de medicamentos genéricos e por produtos populares nas redes sociais, como o Carmed e o Lavitan, a Cimed tem como objetivo alcançar um faturamento de R$ 5 bilhões neste ano.
“Empresa que vai crescer e vai prosperar no Brasil é empresa de crescimento”, afirmou o CEO João Adibe, em conversa com jornalistas. “Se as companhias não tiverem crescimento, eu tenho certeza que, com essa inflação e com os juros do jeito que estão, elas vão demorar a se expandir.”
Segundo estimativas da empresa, a receita somou em torno de R$ 3,6 bilhões em 2024. Isso significa que a companhia precisaria aumentar em quase 40% o faturamento no comparativo anual para alcançar a ambiciosa meta estipulada para este ano.
Para o médio prazo, o plano de negócios da Cimed também prevê chegar a um faturamento de R$ 10 bilhões até 2030.
Leia Também
VEJA MAIS: duas ações para investir agora e poder ‘surfar’ a alta da Selic e o dólar
Diante de metas tão arrojadas, a Cimed anunciou nesta sexta-feira (21) o “Foguete Amarelo”, um programa que busca impulsionar o crescimento do pequeno varejo farmacêutico, com crédito concedido por meio de produtos.
O objetivo é “oferecer crédito e suporte” ao facilitar o capital de giro para pequenos varejistas, especialmente aqueles com faturamento inferior a R$ 60 mil por mês.
Dessa forma, o pagamento ocorrerá de forma gradual, à medida que os produtos da Cimed forem vendidos diariamente nas farmácias. Com os pagamentos efetivados, o próprio sistema irá solicitar a reposição dos itens de forma automática.
“Com a injeção de crédito com produto no varejo farmacêutico sem que o pagamento seja realizado de uma única vez, e sim aos poucos, à medida que eles forem vendidos, damos fôlego para o nosso cliente. Além disso, com um portfólio robusto na loja, aumentamos as chances de realização de vendas”, disse o CEO da Cimed, em nota.
Segundo a empresa, a projeção é que as 10 mil lojas que integrarão o programa vejam o faturamento crescer 183% entre este ano e 2026, passando de R$ 60 mil para R$ 170 mil por ano.
A Cimed lançou nesta sexta-feira um plano de investimentos de mais de R$ 2 bilhões nos próximos cinco anos.
O dinheiro será destinado principalmente a áreas estratégicas, como pesquisa e desenvolvimento, marketing e estrutura — especialmente para a ampliação de fábricas.
De acordo com João Adibe, a estratégia da empresa será manter o ritmo de crescimento através da “construção da prateleira”.
“Eu não estou no mercado para vender mais barato ou dar mais prazo. Eu quero criar novas categorias dentro desse ambiente. Essa é a maior alavanca que a empresa tem através das experiências das nossas supermarcas”, afirmou ao Seu Dinheiro.
Segundo Adibe, há quatro principais catalisadores do crescimento de receita tão robusto esperado para este ano:
Do lado do portfólio de produtos, um dos lançamentos mais aguardados pelo mercado é a “caneta amarela”, uma versão da Cimed de canetas injetáveis como o Ozempic.
Os medicamentos à base de semaglutida, hoje dominados por poucas gigantes farmacêuticas que detêm a patente dos produtos, ganharam popularidade especialmente pelo uso “off label” (fora das recomendações da bula) para o tratamento do sobrepeso, apesar dos preços elevados nas farmácias.
A companhia de Adibe é uma das farmacêuticas ansiosas para estrear nesse mercado assim que a patente do medicamento for quebrada, em 2026.
“Nós temos um pipeline de produtos hoje em desenvolvimento. Hoje, o lançamento de um produto farma, se for muito rápido, é de três a cinco anos”, afirmou o presidente da Cimed.
“O futuro da indústria farmacêutica vem justamente através da quebra de patentes. Nós temos um desafio grande de poder ter um produto acessível [com base na semaglutida] aqui no Brasil. Nós já estamos com vários parceiros. Assim que quebrar a patente, será uma guerra de quem lança primeiro”, acrescentou.
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado