O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco enviou uma notificação para cobrar dívidas da Mover, antiga Camargo Corrêa, com a possível transferência de 281,5 milhões de ações
O Bradesco BBI bem que tentou, mas não foi desta vez que o banco de investimentos conseguiu cobrar as dívidas bilionárias após a inadimplência do grupo Mover (antiga Camargo Corrêa) e que envolvem a CCR (CCRO3) — pelo menos por enquanto.
Nesta terça-feira (21), a CCR informou que o juízo da recuperação judicial da Mover determinou a “suspensão de consolidação por parte do BBI” e proibindo qualquer ação judicial sobre as ações da CCR e seus dividendos, enquanto durar o “stay period”.
Esse período dá à empresa um prazo de 180 dias para negociar com credores sem o risco de bloqueios ou execuções judiciais, como é o caso da cobrança pelo Bradesco BBI.
VEJA MAIS: confira gratuitamente as recomendações da EQI Investimentos para crédito privado em 2025
Atualmente, o BBI é um dos principais credores do grupo, que entrou em recuperação judicial no início de dezembro, junto à sua controlada Intercement. Por conta disso, o Bradesco tem ações da CCR como garantia de dívidas da Mover.
As dívidas da companhia são estimadas em cerca de R$ 14,2 bilhões. Os credores são bancos (Bradesco, Itaú, Banco do Brasil) e “bondholders” (detentores de títulos de dívida).
Leia Também
Na semana passada, o BBI enviou notificação para execução de dívida contra a Mover, com a eventual transferência de 281,5 milhões de ações, alegando inadimplência do grupo.
Na notificação, o Bradesco BBI também pediu ao agente escriturador da empresa que dê início aos trâmites necessários para a consolidação das ações.
O Grupo Mover, por sua vez, questionou a medida do BBI, dizendo que a consolidação da propriedade das ações não pode acontecer devido a alguns motivos, e um deles tem a ver justamente com a origem das dívidas detidas pelo Bradesco BBI.
Segundo o Mover, os créditos de titularidade do banco são quirografários e sujeitos à recuperação judicial. Isso significa que os valores não poderiam ser pagos fora dos termos do plano de reestruturação de dívidas com credores, que ainda deve ser apresentado.
Com a decisão divulgada hoje, “o agente escriturador do Bradesco deve se abster de adotar qualquer ato ou medida que resulte ou possa resultar na consolidação da propriedade fiduciária sobre as Ações CCR, seus dividendos e rendimentos, ou na transferência das Ações CCR, enquanto vigorar o prazo do stay period da recuperação judicial.”
“Diante disso, o Grupo Mover reiterou os termos de sua notificação de 13 de janeiro de 2025, inclusive quanto a não ter se iniciado a fluência do prazo para o exercício de direito de preferência pelos demais signatários do Acordo de Acionistas da companhia”, afirmou.
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal de ações recomendada pela Terra Investimentos subiu 94,90% contra 51,81% do Ibovespa
Com dívidas de R$ 4,3 bilhões, grupo terá fiscalização rígida da PwC após indícios de irregularidades; investidores devem acompanhar prazos cruciais para reaver valores devidos
Decisões judiciais passaram a atingir bens pessoais e até direitos hereditários de sócios, em meio ao avanço de investigações e ações de investidores que buscam recuperar recursos após suspeitas de pirâmide financeira
Nova projeção para o petróleo melhora cenário global, mas Bank of America vê na estatal uma combinação que outras empresas na América Latina não conseguem replicar
O BTG Pactual analisou os preços de 25 mil itens das marcas Vivara, Life e Pandora entre março e abril, para entender como elas têm reagido aos aumentos de custos
Produção de minério cresce entre janeiro e março, cobre e níquel surpreendem e bancos elevam projeções de lucro e geração de caixa; saiba o que fazer com os papéis agora
O valor total da propina chegaria a R$ 146 milhões, dos quais R$ 74,6 milhões teriam sido efetivamente pagos ao então presidente do banco
Mesmo com lucro 88% maior, as ações da empresa caíram com um guidance mais fraco para o segundo trimestre e a saída do cofundador do conselho de administração
Movimento ocorre após troca de CEO e faz parte da estratégia para enfrentar o endividamento e destravar resultados
O anúncio dos proventos acontece antes de a companhia divulgar os resultados do primeiro trimestre de 2026
Metais básicos impulsionam resultados operacionais, enquanto gargalos logísticos ligados ao conflito no Oriente Médio afetam o escoamento
Durante o evento VTEX Day 2026, executivos das empresas explicaram que é necessário fazer adaptações para conquistar o público brasileiro
Além da bolada aos acionistas, estatal aprovou plano bilionário de investimentos para este ano e mudanças no conselho
O movimento marca o início de uma captação mais ampla, que tem como meta atingir US$ 1,5 bilhão ao longo dos próximos cinco anos
O banco suíço cita uma desconexão entre lucro e valuation para a nova avaliação das ações, que agora tem potencial de queda de 8,40%
Em fato relevante, a empresa comunicou ao mercado sua decisão de aceitar a proposta da MAK Capital Fund LP. e da Lumina Capital Management.
Além do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, o advogado Daniel Monteiro, considerado próximo a Daniel Vorcaro, foi preso em São Paulo nesta manhã
Telefônica paga R$ 0,11421932485 por ação, enquanto Marcopolo distribui R$ 0,085; confira datas de corte e quando o dinheiro cai na conta
Após vencer leilões e reforçar o portfólio, companhia ganha mais previsibilidade de caixa; analistas veem potencial adicional nos papéis
Para aumentar margens, algumas varejistas, como supermercados e até o Mercado Livre, estão dando alguns passos na direção da venda de medicamentos