Banco Master negocia com ‘vários grupos’ fatia rejeitada pelo BRB, segundo jornal
Entre eles estariam a família Batista, do grupo J&F, os bancos Safra e BTG, além da Prisma Capital e da Jive Mauá

O Banco Master continua negociando com “vários grupos” os seus ativos que o Banco de Brasília (BRB) não tem interesse em comprar, de acordo com interlocutores ligados à empresa, informa o jornal “O Estado de S.Paulo”.
Entre eles grupos estariam a família Batista, do grupo J&F, os bancos Safra e BTG, além da Prisma Capital e da Jive Mauá.
Procurado pelo jornal, o Banco Master não se manifestou.
- E MAIS: Analista dá o veredito sobre as ações da Vale (VALE3) após o resultado fraco no 1T25; confira
O Master ainda aguarda o fim da auditoria realizada pelo BRB em seus ativos. A expectativa é de que o negócio seja analisado pelo Banco Central (BC) até o fim de maio.
O BC ainda precisa esperar o término dessa análise para só então ter um quadro completo do desenho dessa operação pelo BRB, banco estatal que é controlado pelo Distrito Federal.
Joesley Batista, do grupo J&F, foi ao BC na quinta-feira para falar de assuntos “regulatórios”. De acordo com o jornal, este foi o terceiro encontro entre integrantes da família Batista e o BC nos últimos 30 dias.
Leia Também
Apesar de ser apontado como possível comprador, o BTG emitiu nota oficial, após ser provocado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), negando que esteja em negociação com o Master. Porém, pessoas a par das conversas afirmam que o banco avalia ativos e pode fazer proposta, a depender das condições das negociações.
Em março deste ano, o BRB revelou a intenção de adquirir o Banco Master por R$ 2 bilhões. A proposta prevê que o BRB detenha 58% do capital total e 49% das ações ordinárias do Master. A concretização da operação está sujeita à aprovação do Banco Central.
O imbróglio do Master
A proposta do Banco de Brasília (BRB) de comprar o controle do Banco Master chamou a atenção para o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), entidade que protege os depósitos de clientes em caso de falência ou intervenção de instituições financeiras, cobrindo valores até R$ 250 mil por CPF e por instituição.
- VEJA MAIS: A temporada de balanços do 1T25 começou – veja como receber análises dos resultados das empresas e recomendações de investimentos
A operação foi vista pelo mercado como um resgate, já que o Master é conhecido por oferecer CDBs com taxas acima da média, amparado pela cobertura do FGC. Em março, o banco somava R$ 52 bilhões em CDBs, sendo que R$ 16 bilhões vencem ainda em 2025.
Porém, o banco pode não ter caixa suficiente para honrar esses compromissos, pois seus ativos estão em investimentos de longo prazo. Existe, portanto, o risco de acionar o FGC.
Na proposta do BRB, apenas metade da dívida em CDBs será absorvida — os títulos emitidos pelas subsidiárias Banco Master de Investimentos e Voiter ficaram fora do acordo.
SETE CHAVES?
O segredo da Vale (VALE3) não está mais tão bem guardado assim — e já aparece no preço da ação
14 de setembro de 2026 - 18:31JOIA ESCONDIDA?
Itaú BBA aposta em banco ‘fora do radar’ que entrega ROE acima de 30% e pode saltar 45% na bolsa
14 de setembro de 2026 - 17:58CRÉDITO PARA QUEM?
Com calote em alta e agro sob pressão, bancos fecham torneira para famílias e apostam em outro segmento
14 de setembro de 2026 - 16:32CONCORRÊNCIA
A5X, nova bolsa brasileira de derivativos, capta R$ 360 milhões com gigantes do mercado — e já tem data para estrear as negociações
14 de setembro de 2026 - 13:41FORÇA, FOCO E FÉ?
Cleusa Maria: a empresária que nunca tinha provado um bolo na vida e criou um império de R$ 800 milhões
14 de setembro de 2026 - 7:07CASO MASTER
Fraudes entre Master e BRB chegam a R$ 17 bilhões e Banco de Brasília diz ser vítima de atos criminosos
13 de setembro de 2026 - 15:44TER OU NÃO TER
Petróleo acima de US$ 100 muda a tese para Petrobras (PETR4)? O que ainda favorece — e o que ameaça — a ação
11 de setembro de 2026 - 18:53MENOS ALARDE
IA vai destruir a humanidade? Neurocientista brasileiro rebate previsão alarmante de ex-pesquisadores da OpenAI
11 de setembro de 2026 - 15:31NAS ÁGUAS DO MINÉRIO DE FERRO
Vale (VALE3) segue blindada, mas outra mineradora brasileira está à deriva no mar mais caro dos últimos anos
11 de setembro de 2026 - 14:15SAÚDE FINANCEIRA NA VEIA
Como a Amil saiu da crise e agora se dá ao luxo de recusar proposta multibilionária de compra de fundos estrangeiros
11 de setembro de 2026 - 11:40POTENCIAL
Smart Fit (SMFT3) vai além da abertura de academias: crescimento não atingiu o teto e Santander calcula potencial de 98% para a ação
10 de setembro de 2026 - 15:57DO BRASIL PARA O MUNDO?
Nubank estreia nos EUA, lança aposta para dinheiro sem fronteiras e testa se sua fórmula pode ganhar o mundo
10 de setembro de 2026 - 13:41CARA OU COROA?
BB Seguridade (BBSE3) pode subir pouco, mas cair muito: o risco que fez o Citi recomendar a venda das ações
10 de setembro de 2026 - 11:33NÃO SÃO OS PANDAS QUE VOCÊ IMAGINA
Vale (VALE3) pode abraçar os panda bonds? Veja o que o CFO disse sobre a emissão de títulos na China
10 de setembro de 2026 - 10:52EMPRESAS DE TELEFONIA
É o fim dos planos de celulares de R$ 20? Por que as operadoras estão deixando ofertas ultrabaratas para trás
9 de setembro de 2026 - 17:57SEMANA CHEIA
Maior queda de hoje: Tenda (TEND3) cai mais de 6% após mudança de comando e estreia no Ibovespa
9 de setembro de 2026 - 15:48ALOCAÇÃO DE CAPITAL
O que o Banco do Brasil (BBAS3) está vendo na Argentina para continuar colocando dinheiro no país?
9 de setembro de 2026 - 14:27ALTA DOS PREÇOS
Fim da crise no agro está próximo? JP Morgan elege ação favorita no setor, que pode subir até 36,5%
9 de setembro de 2026 - 11:17MUDANÇAS NA BOLSA
INBR32 dá adeus à B3: Inter prepara mudança nos BDRs e deixa uma decisão importante para os investidores
9 de setembro de 2026 - 9:39CRESCIMENTO BOM PRA CACHORRO