🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

O QUE ESPERAR?

Banco Master: Compra é ‘operação resgate’? CDBs serão honrados? BC vai barrar? CEO do BRB responde principais dúvidas do mercado

O CEO do BRB, Paulo Henrique Costa, nega pressão política pela compra do Master e endereça principais dúvidas do mercado

Banco BRB - Imagem: Reprodução redes sociais

“Não é todo dia que aparece uma proposta de compra de um banco por outro banco”. É assim que o CEO do BRB, Paulo Henrique Costa, diz entender a ansiedade do mercado acerca da aquisição do Banco Master pelo estatal do Distrito Federal. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Realmente, não é todo dia. A compra do Master pelo BRB seria uma das maiores aquisições de bancos dos últimos tempos no Brasil.

Se confirmado o valor de R$ 2 bilhões para a transação, equivaleria a 75% do patrimônio líquido consolidado do banco comprado, ajustado por eventuais "baixas de ativos ou reconhecimentos de apontamentos no balanço do Banco Master", segundo o BRB.

Por isso foi impossível fugir do assunto nas manchetes dos noticiários de mercado e além — fora os vídeos no YouTube, conversas no zap, TikToks etc. 

Todo mundo querendo saber o real motivo por trás da possível venda. Costa tentou endereçar as principais dúvidas sobre a operação em uma entrevista ao Money Times, site do mesmo grupo do Seu Dinheiro:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Trata-se de um socorro estatal para o Banco Master? 
  • O que será dos CDBs que oferecem taxas de até 140% do CDI? Serão honrados? 
  • Por que o BRB escolheu o Master? 

Veja abaixo o que o executivo diz sobre essas e outras perguntas que têm infestado de pulga as orelhas dos investidores. Aqui, você pode entender mais detalhes sobre por que essa transação é tão polêmica. 

Leia Também

BRB está socorrendo o Banco Master?

Sobre isso, o CEO do BRB é categórico: “Não, é uma compra de uma instituição financeira que pode agregar muito ao BRB”.

Costa explica que a aquisição ampliaria a atuação do banco estatal do Distrito Federal em segmentos importantes, trazendo tecnologia, expertise e pessoas da estrutura do Banco Master.

Na visão do executivo, o BRB vai ser um banco mais completo e maior, presente em todo país. Além da atuação no mercado de capitais, em operações de câmbio e nos segmentos de middle e corporate.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Costa afirma que, quando for possível comunicar ao mercado o escopo exato da transação, vai ficar muito claro o quanto esse banco é competitivo, o quanto é tradicional e capaz de desempenhar um papel importante no sistema financeiro nacional, para a sociedade, para os clientes, para os acionistas.

Costa também nega que tenha havido qualquer pressão política para a compra.

Os CDBs serão honrados?

Outro grande temor do mercado são os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) do Banco Master, conhecidos por oferecerem retornos bem acima dos encontrados nos bancões tradicionais e serem populares entre investidores pessoas físicas.

Mas o CEO é firme em responder essa dúvida ao Money Times: “Sim, todos os CDBs do Banco Master farão parte da estrutura do novo banco e serão honrados”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, ele deixa claro que os CDBs de subsidiárias que não fazem parte da transação permanecerão nelas. Assim, CDBs emitidos pelo Banco Master e pelo seu banco digital Will Bank estão incluídos na operação, mas aqueles emitidos pelo banco Voiter e o Banco Master de Investimentos não.

Cabe lembrar que não é de hoje que o mercado tem um pé atrás com o Banco Master, que multiplicou por 10 seu patrimônio e quintuplicou a carteira de crédito nos últimos quatro anos.

Isso muito devido à emissão de CDBs com taxas médias de até 140% do CDI — chegando a oferecer um retorno 40% maior que os grandes bancos, por exemplo.

O banco usava a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) a esses títulos como atrativo e captou cerca de R$ 70 bilhões em CDBs. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aqui, o Seu Dinheiro explica como fica a garantia de R$ 250 mil dos CDBs de Banco Master e Will Bank caso a aquisição do grupo pelo BRB saia do papel. 

Por que o BRB escolheu o Master?

“O resultado desse trabalho mostrou a viabilidade da operação. Não foi uma escolha específica por uma instituição apenas, mas um processo estruturado de aproximação e avaliação”, diz Costa ao Money Times.

Ele explica que a compra partiu de uma necessidade do BRB de se tornar um banco mais completo e que, desde o ano passado, o comprador passou a adquirir carteiras do Banco Master para entender melhor a atuação em segmentos estratégicos.

Costa lembra que o BRB tem passado por um ciclo de crescimento. “O Master agrega bastante ao nosso portfólio, principalmente nos segmentos de atacado, mercado de capitais e crédito consignado”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Possível veto do Banco Central

Outro tema que circulou no mercado sobre a transação foi a possibilidade de o Banco Central (BC) barrar a compra. O motivo seria o temor de que os ativos do Master vistos como "problemáticos" possam piorar o balanço financeiro do comprador.

Sobre isso, o CEO explica que a palavra final está com a autarquia e agora eles aguardam a análise da documentação protocolada. Costa lembra que o prazo legal para análise da operação é de 360 dias.

Ele também comentou a reunião com Gabriel Galípolo, presidente do BC, na tarde da segunda (31) e classificou a conversa como muito positiva e cordial.

"O que pode acelerar a aprovação da operação é o fornecimento de documentação de qualidade e a prestação dos esclarecimentos necessários pelas duas instituições", afirmou ao Estadão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações de Money Times e Estadão

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REMUNERAÇÃO

Caixa Seguridade (CXSE3) aprova R$ 990 milhões em dividendos; veja quem tem direito e as datas

31 de janeiro de 2026 - 11:40

O valor corresponde a R$ 0,33 por ação, reforçando a estratégia da companhia de manter uma política robusta de remuneração aos acionistas

INVESTIGAÇÃO CONTINUA

Caso da Americanas (AMER3) ganha novo capítulo: CVM abre dois inquéritos sobre fraude

31 de janeiro de 2026 - 10:32

As apurações estão relacionadas às chamadas “inconsistências contábeis” divulgadas pela companhia em fato relevante em janeiro de 2023

PLANO DE RECUPERAÇÃO

Azul (AZUL53) capta US$ 1,375 bilhão para reorganizar dívidas e sair do Chapter 11

31 de janeiro de 2026 - 8:42

Os recursos serão usados para quitar o financiamento DIP e para sustentar a execução do plano de reestruturação aprovado nos Estados Unidos

DINHEIRO A MAIS NO BOLSO

Isenção de IR leva bilhões ao varejo: Assaí (ASAI3) pode ganhar até R$ 652 milhões, RD Saúde (RADL3) vem logo atrás, diz Santander

30 de janeiro de 2026 - 15:24

Veja quais são as varejistas brasileiras em que os brasileiros mais devem gastar a renda extra vinda da ampliação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil

ALERTA DE PERIGO

Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, é interditada pela ANP após vistoria detectar risco grave de incêndio

30 de janeiro de 2026 - 13:35

Companhia já vinha operando sob restrições desde outubro; no ano passado, a Refit foi alvo de operações da Polícia Federal, acusada de fazer parte de um grande esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro

MAIS UM RECORDE

Investimento global em transição energética fica acima de combustíveis fósseis pelo segundo ano consecutivo

30 de janeiro de 2026 - 12:19

A diferença entre os investimentos chegou a US$ 102 bilhões em 2025, acima do gap de US$ 85 bilhões registrado no ano anterior

NOVO IMPASSE

Oncoclínicas (ONCO3) e BRB travam queda de braço na Justiça por ações após crise do Banco Master

30 de janeiro de 2026 - 11:41

Após liquidação do Banco Master, rede de oncologia tenta impedir mudanças em fundos que concentram seus papéis; entenda

DECOLANDO DA BOLSA

Adeus, B3: CVM aprova OPA da Gol (GOLL54), que fechará capital; veja valor proposto

30 de janeiro de 2026 - 10:06

Por outro lado, a Abra, controladora da Gol e da colombiana Avianca, tem planos de abrir o capital nos Estados Unidos

NA MIRA DOS GIGANTES

CBA (CBAV3) muda de controle, terá OPA e pode deixar a bolsa após venda bilionária para gigantes do alumínio

30 de janeiro de 2026 - 9:39

Chalco e Rio Tinto fecham acordo de R$ 4,7 bilhões com o grupo Votorantim e avaliam fechar o capital da companhia de alumínio

JANELA ESCANDARADA PARA O BRASIL

O próximo brasileiro em Wall Street: Agibank protocola IPO e pode captar perto de US$ 1 bilhão em Nova York; confira os detalhes da operação

29 de janeiro de 2026 - 19:39

O anúncio do Agibank acontece no mesmo dia que o PicPay estreou na Nasdaq com uma demanda 12 vezes maior que a oferta, captando R$ 6 bilhões

DEPOIS DO RALI

Nubank ganha espaço, Banco do Brasil perde fôlego: onde o Itaú BBA está apostando agora

29 de janeiro de 2026 - 19:32

Para os analistas, o valuation subiu, mas nem todos os bancos entregam rentabilidade para sustentar a alta

AMBIÇÃO GLOBAL

Além da América Latina: Nubank (ROXO34) cruza a fronteira e avança para lançar banco nacional nos EUA

29 de janeiro de 2026 - 17:01

Operação será liderada por Cristina Junqueira e terá Roberto Campos Neto como chairman

TANQUE CHEIO

Petrobras (PETR4) a todo vapor: ações sobem pela 10ª vez consecutiva e estatal supera R$ 500 bilhões em valor de mercado

29 de janeiro de 2026 - 16:13

A companhia mantém sequência histórica de ganhos e volta ao patamar de abril de 2025; ações figuram entre os destaques do Ibovespa nesta quinta-feira

LUZ NO FIM DO TÚNEL

Azul (AZUL53) assegura US$ 1,2 bilhão com apoio de credores e traça rota para sair do Chapter 11

29 de janeiro de 2026 - 14:47

A previsão é de que a companhia aérea cumpra com o cronograma que prevê a saída da recuperação judicial até o fim de fevereiro

PLANOS DA META

WhatsApp e Instagram pagos? Meta quer começar a cobrar por certas funções

29 de janeiro de 2026 - 14:33

A Meta começa a testar assinaturas nos seus principais aplicativos, mantendo o básico grátis, mas cobrando por controle e IA

AO LIMITE E ALÉM

Empreendedor deixa para trás um histórico de 65 cartões estourados e gera bilhões para sua família

29 de janeiro de 2026 - 13:00

Sem caixa nos anos 1990, Ravinder Sajwan bancou startups no crédito. Décadas depois, está por trás da UltraGreen, empresa de tecnologia médica que levantou US$ 400 milhões no maior IPO primário de Singapura fora do setor imobiliário em oito anos

SETOR FINANCEIRO

CEO da Revolut detalha a estratégia para enfrentar Nubank e bancos na disputa por clientes no Brasil

29 de janeiro de 2026 - 12:15

Em evento, o CEO Glauber Mota afirmou que o país exige outro jogo e força adaptação do modelo global

SANEAMENTO UNIVERSAL

Hora de comprar Copasa (CSMG3)? Empresa avança na privatização com proposta do governo de Minas Gerais; confira os detalhes

29 de janeiro de 2026 - 11:45

A proposta, que deverá ser aprovada por assembleia geral de acionistas, prevê que o governo possa vender até a totalidade de sua participação na empresa

TROCA ENTRE IRMÃOS

Mudança em família: Alpargatas (ALPA4), dona da Havaianas, elege João Moreira Salles como novo presidente do conselho de administração

29 de janeiro de 2026 - 10:47

No ultimo ano, as ações preferenciais (ALPA4) subiram quase 120% na bolsa, enquanto as ordinárias (ALPA3) se valorizaram mais de 80%

DEMANDA NAS ALTURAS

A seca acabou: PicPay estreia na Nasdaq com oferta de US$ 500 milhões e reabre a janela de IPOs de empresas brasileiras

29 de janeiro de 2026 - 9:05

Fintech estreia na Nasdaq no topo da faixa de preço, após demanda forte de investidores globais, e valor de mercado deve alcançar cerca de US$ 2,6 bilhões

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar