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Apenas cinco ações terminaram o pregão desta terça-feira (19) no azul no Ibovespa; lá fora, o Dow Jones renovou recorde intradia com a ajuda de balanços, enquanto o Nasdaq foi pressionado pelas fabricantes de chip
Mais uma vez a tensão entre Brasil e EUA pesa na bolsa brasileira, fazendo com que o Ibovespa recue 2%, pressionado por fortes perdas entre os grandes bancos, e o dólar avance no mercado à vista.
Um novo capítulo político na relação entre Washington e Brasília começou na segunda-feira (18), com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino visando barrar as sanções adotadas pelo governo norte-americano a Alexandre de Moraes, também ministro da Corte.
"Há uma dúvida sobre qual é o efeito de verdade disso tudo para o Brasil. Fora do país esse efeito é mais claro: as restrições ligadas aos EUA mostram até onde as instituições podem ir contra uma decisão do governo norte-americano. Aqui, a interpretação deveria ser semelhante, porém, acabamos de ver uma resolução do ministro Dino determinando que não se aceite interferência de um país estrangeiro nos procedimentos do Banco Central ou de instituições do sistema financeiro brasileiro", disse Rogério Xavier, gestor da SPX, durante o Warren Day.
O Ibovespa fechou o dia com queda de 2,10%, aos 134.432,26 pontos. No mercado de câmbio, o dólar à vista renovou máximas intradia, para encerrar com alta de 1,22%, cotado a R$ 5,5009.
Embora as perdas do Ibovespa tenham sido generalizadas, os bancos contribuíram com uma parte significativa da queda da bolsa brasileira hoje — e há motivo para isso.
Dino determinou que ordens judiciais e executivas de governos estrangeiros não têm eficácia no Brasil, a menos que sejam homologadas, com isso, os bancos terão que escolher entre obedecer a ordem do ministro ou sancionar Moraes.
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Com os bancos pressionados entre a lei Magnitsky e o STF, analistas e investidores temem que a crise tome proporções maiores, com reflexos na economia.
“Sinceramente, eu não gostaria de estar sentado em um banco hoje para decidir se bloqueia ou não recursos de pessoas afetadas por essa lei. Não sei como isso vai escalar e até onde pode chegar”, afirmou Xavier.
No setor financeiro, o Banco do Brasil (BBAS3) liderou das perdas, com queda de 5,79%, seguido de Bradesco (BBDC4), que recua 3,73%; do Itaú (ITUB4), com baixa de 3,44%; e do Santander (SANB11), que cai 4,80%.
Embora o setor financeiro esteja chamando atenção negativamente na bolsa brasileira hoje, não são os grandes bancos que lideram as perdas do Ibovespa e sim Raízen (RAIZ4) e a sua controladora, Cosan (CSAN3).
As ações da Raízen recuaram 9,57% após ter fechado em alta de 10,58% na véspera. O papel foi impulsionado ontem pela notícia de que a Petrobras (PETR4) estaria interessada em entrar na empresa. Mas a estatal negou interesse ou planos de investir na companhia.
A controladora da Raízen também fechou em alta ontem, de 5,29%, mas hoje sentiu o peso da negativa da Petrobras. As ações da Cosan recuaram 6,07%.
Apenas cinco ações operaram no azul no Ibovespa nesta terça-feira e duas delas são do setor frigorífico. Minerva (BEEF3) liderou os ganhos com alta de 2,54%, enquanto Marfrig (MRFG3) avançou 0,17%.
Suzano (SUZB3) apareceu na segunda posição, com um avanço mais modesto, de 0,29%. O Citi reforçou visão positiva para a empresa diante da estabilidade dos preços da celulose na China. Além disso, a companhia, que tem grande parte da receita de exportações, se beneficia da alta do dólar.
Hypera (HYPE3) também subiu (+0,22%), depois de passar boa parte de dia oscilando entre perdas e ganhos e operando perto da estabilidade, seguida de Vale (VALE3), que teve alta de 0,09%.
Em Wall Street, as bolsas terminaram o dia sem uma direção comum, com o Dow Jones em leve alta de 0,02% depois de ter renovado máxima intradia mais cedo, graças aos fortes ganhos da Home Depot, enquanto o Nasdaq (-1,46%) enfrentou dificuldades, com a Nvidia liderando a queda do setor de chips.
As ações da Home Depot subiram 3,17%, impulsionando o Dow, após a gigante de materiais de construção manter as projeções para o ano inteiro, embora os lucros da companhia no segundo trimestre tenham ficado abaixo das expectativas.
Investidores aguardam agora os resultados de Lowe's, Walmart e Target, que serão divulgados ainda esta semana, para obter informações sobre o desempenho do consumidor norte-americano em meio a uma perspectiva mista de inflação e à evolução da política comercial dos EUA.
Na outra ponta, as ações de várias fabricantes de chips recuaram, pressionando o Nasdaq e o S&P 500 (-0,59%). As ações da Nvidia baixaram 3,50%, enquanto as da Advanced Micro Devices e da Broadcom têm queda de 5,44% e 3,55%, respectivamente. Outros grandes nomes relacionados à tecnologia, como Tesla, Meta e Netflix, também operaram sob pressão.
Os movimentos desta terça-feira ocorreram após uma sessão predominantemente tranquila. O S&P 500 fechou em queda de menos de 1 ponto na segunda-feira, ficando a centímetros da máxima histórica alcançada na semana passada.
Agora é saber se esse desempenho será resgatado com um discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), marcado para o final desta semana. Autoridades de bancos centrais de todo o mundo se reunirão em Jackson Hole, Wyoming, a partir de quinta-feira para o simpósio econômico anual do Fed.
O mercado indica uma chance de 83% de um corte de juros de 0,25 ponto percentual na próxima reunião de política monetária do Fed, marcada para setembro, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.
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O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
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