O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os green notes, ou títulos de dívida verdes, da Ambipar foram oferecidos a investidores institucionais qualificados no exterior
A Ambipar (AMBP3) já estava com o mercado do exterior na mira e, agora, acertou o tiro no alvo. A empresa anunciou a captação de US$ 400 milhões em green notes no mercado internacional, com taxas de 10,875% ao ano.
Levando em conta a cotação do dólar no fechamento da sessão de ontem, o montante equivale a R$ 2,35 bilhões.
Segundo o comunicado, a operação foi encerrada na noite de ontem (28). Os títulos de dívida verde foram oferecidos a investidores institucionais qualificados e possuem vencimento para 5 de fevereiro de 2033.
Como a emissão foi realizada no mercado internacional, os green notes não terão registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
De acordo com a Ambipar, os recursos serão utilizados para refinanciamento de obrigações financeiras e para uso corporativo geral, incluindo alongamento de dívidas e investimento em projetos de sustentabilidade.
Além disso, a companhia afirma que a operação tem objetivo de melhorar os índices de alavancagem e elevar a duração média do endividamento.
Leia Também
“O mercado de bonds tem prazo de vencimento de oito anos, o que não existe no mercado local. Sendo assim, por prudência, vamos usar a operação para rolar as dívidas da Ambipar entre 2025 e 2028, além de parte dos green notes que vencem em 2031”, afirmou a Ambipar, em nota.
Vale lembrar que os green notes – ou títulos de dívida verdes – tendem a ser mais baratos para os emissores do que as dívidas "normais", uma vez que frequentemente oferecem um retorno mais baixo aos credores enquanto se comprometem a utilizar os recursos para investir em iniciativas socioambientais, como projetos de infraestrutura ligados à energia limpa e saneamento.
Já para o investidor, em geral, a vantagem é que a empresa realiza um pagamento extra caso as metas ambientais traçadas não sejam alcançadas.
Entre as obrigações financeiras mencionadas pela Ambipar, a recompra de títulos de dívidas verdes lançadas pela subsidiária Ambipar Lux já estava na mira da companhia e havia sido anunciada na semana passada.
Os green notes foram emitidos em 30 de janeiro de 2024, com remuneração de 9,875% e vencimento em 6 de fevereiro de 2031.
A aquisição será realizada no âmbito da Tender Offer. De acordo com o documento divulgado, a Ambipar fará a recompra de até US$ 200 milhões de títulos de dívida emitidos pela subsidiária.
A Tender Offer será realizada pela Ambipar Lux e está programada para expirar às 17h (horário de Nova York) em 20 de fevereiro de 2025, segundo a companhia.
Assim,os titulares das green notes 2031 devem efetuar ordens de venda dos títulos – e mantê-las válidas – até às 17h (horário de Nova York) do dia 4 de fevereiro de 2025, data definida para a oferta antecipada.
Os titulares que realizarem as ofertas até a data antecipada serão elegíveis para receber US$ 1.015,00 por US$1.000,00 do valor do principal dos títulos de dívidas ofertados.
Já os titulares que ofertarem suas green notes após a data de oferta antecipada, mas respeitarem o prazo determinado para o vencimento, serão elegíveis para receber US$ 985,00 por US$1.000,00 do valor do principal dos títulos.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos