O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A fintech recebeu um novo aporte de R$ 440,6 milhões na primeira emissão de títulos sociais com a International Finance Corporation (IFC)
O Agibank quer aumentar o crédito disponível para o público de baixa renda — e acaba de levantar milhões para isso. A fintech recebeu um novo aporte de R$ 440,6 milhões na primeira emissão de títulos sociais (social financing loan) com a International Finance Corporation (IFC), divisão do Banco Mundial focada no setor privado.
Os recursos captados na emissão serão totalmente destinados para a concessão de crédito para atuais e novos beneficiários do INSS.
O foco da oferta de linhas de crédito do Agibank será segmentos mais vulneráveis da economia, como pessoas idosas, mulheres e de baixa renda. Confira as categorias:
O dinheiro também poderá ser usado para o refinanciamento de linhas de crédito — incluindo crédito consignado e empréstimo pessoal — já ofertadas e contratadas por aposentados, pensionistas e amparados do INSS.
“Esta emissão é um marco significativo para o Agibank, pois concretiza nossa estratégia de ampliar fontes internacionais de funding e reforça nossa reputação no mercado financeiro global”, disse Marcello Dubeux, diretor de tesouraria e relações com investidores do Agibank, em nota.
Com prazo de cinco anos, os novos títulos foram estruturados na categoria de social loan após processo de due diligence conduzido pela IFC e marca um avanço na diversificação das fontes de funding do banco digital.
Leia Também
Segundo o comunicado, a parceria com a IFC também prevê suporte para o desenvolvimento de financiamento social do Agibank, o que permitirá à instituição expandir a atuação em crédito socialmente orientado.
“A IFC tem satisfação em fazer essa parceria com o Agibank para expandir a inclusão financeira para segmentos de baixa renda desatendidos no Brasil”, disse Helena De La Torre, gerente regional de instituições financeiras para Brasil e Cone Sul da IFC.
“Esse investimento da IFC não apenas fornecerá acesso crítico a soluções financeiras para mulheres e idosos, mas também ajudará a promover práticas financeiras sustentáveis e inovação no setor financeiro brasileiro”, acrescentou.
No fim do ano passado, o Agibank recebeu um investimento de R$ 400 milhões da Lumina Capital Management, fundo de private equity do megainvestidor Daniel Goldberg.
De acordo com o comunicado da fintech, o investimento avaliou o Agibank em R$ 9,3 bilhões.
Recentemente, o Agibank realizou uma rodada de captação de investimentos privados, focando em parceiros estratégicos, que inclui a Vinci Compass desde 2020.
Ao final do processo, o montante captado de fundos de investimentos estrangeiros, locais, soberanos e de pensão ultrapassou os R$ 1,6 bilhão.
Ainda assim, o foco do Agibank sempre esteve em investidores com o perfil ativo, e não no tamanho do montante investido.
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor