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Os motivos para a queda dos papéis no after hours em Nova York não foram os mesmos — uma não atingiu expectativas e outras gerou preocupação com uma nova orientação
Tesla e Alphabet, duas das Sete Magníficas, viram suas ações caíram no after hours em Nova York depois de apresentaram os resultados financeiros do segundo trimestre de 2025. Enquanto a fabricante de carros elétricos não correspondeu às expectativas de receita, a holding do Google chamou a atenção dos investidores com o aumento do capex (investimentos). Ambas se explicaram sobre a performance.
A Tesla reportou uma receita de US$ 22,50 bilhões entre abril e junho, contra US$ 22,64 bilhões, segundo o consenso da Bloomberg — uma queda de 9% em comparação com os US$ 25,05 bilhões reportados um ano antes.
O lucro por ação ajustado da empresa de Elon Musk também foi menor: de US$ 0,40 contra US$ 0,42, com lucro operacional de US$ 923 milhões, contra US$ 1,23 bilhão esperado.
Já o lucro líquido somou US$ 1,17 bilhão no segundo trimestre, também abaixo do ganho de US$ 1,4 bilhão apurado em igual período do ano passado.
A Tesla se explicou e prometeu entregar modelos mais acessíveis para reverter o desempenho.
"Continuamos expandindo nossa oferta de veículos, incluindo as primeiras unidades de um modelo mais acessível em junho, com produção em massa planejada para o segundo semestre de 2025", afirmou a empresa em um comunicado.
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A ação da Tesla chegou a subir quase 1% no after hours da Nasdaq, mas a euforia não durou muito, e os papéis passaram a operar em queda de cerca de 1% conforme os investidores iam analisando os números da empresa.
Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research, chama atenção para o fato de Musk pontuar que a Tesla ainda deve enfrentar trimestres complicados pela frente, por conta das pressões decorrentes das tarifas impostas pelo governo de Donald Trump e do projeto de lei orçamentária recentemente aprovada no Congresso norte-americano — que deve excluir os créditos para incentivar a compra de veículos elétricos.
"Nem mesmo a afirmação de que a empresa deve iniciar a produção de um modelo mais acessível nos próximos meses parece ter animado os investidores", afirma Pacheco.
Diferente da Tesla, a Alphabet superou as expectativas de receita e lucro no segundo trimestre, graças à força dos negócios de publicidade e nuvem.
Mesmo assim, as ações da controladora do Google foram punidas pelos investidores no after hours, com queda de 1,3%.
O motivo: a empresa afirmou que os investimentos em capital subirão para US$ 85 bilhões, US$ 10 bilhões a mais do que a projeção anterior.
A Alphabet teve lucro líquido de US$ 28,2 bilhões no trimestre, acima dos US$ 23,6 bilhões do mesmo período do ano anterior, impulsionado pelo crescimento da divisão de nuvem e inteligência artificial.
"Search apresentou crescimento de receita de dois dígitos, e nossos novos recursos, como as Visões Gerais de IA e o Modo IA, estão apresentando bom desempenho. Continuamos observando um forte desempenho no YouTube, bem como nas ofertas de assinaturas. E a nuvem teve um forte crescimento em receitas, backlog e lucratividade. A taxa de receita anual agora é superior a US$ 50 bilhões", disse o CEO Sundar Pichai em um comunicado.
O lucro ajustado por ação da Alphabet ficou em US$ 2,31 e acima das estimativas dos analistas da FactSet, de US$ 2,18 por ação.
A receita foi de US$ 96,43 bilhões, também superando as expectativas de US$ 93,97 bilhões dos analistas.
As receitas do Google Cloud aumentaram 32%, chegando a US$ 13,6 bilhões, lideradas pelo crescimento do Google Cloud Platform (GCP), infraestrutura de inteligência artificial e soluções de IA generativa, disse a empresa.
"A IA está impactando positivamente todas as partes do negócio, gerando um forte impulso", disse Pichai.
Apple, Microsoft, Amazon, Meta (Facebook) e Nvidia ainda devem apresentar os resultados do segundo trimestre. Você pode conferir o calendário aqui.
No geral, a temporada de resultados do segundo trimestre está a todo vapor nos EUA, e os resultados têm sido amplamente positivos até agora, com mais surpresas boas do que negativas.
As empresas tiveram um desafio menor a superar ao entrar no trimestre, com os analistas moderando as expectativas em meio às tarifas de Donald Trump, às altas avaliações das ações e à incerteza sobre a saúde da economia norte-americana.
Dados da FactSet publicados na sexta-feira (18) mostraram que 12% das empresas que fazem parte do S&P 500 já divulgaram resultados. Os analistas agora esperam que haja um aumento de 5,6% no lucro por ação durante o segundo trimestre.
No início do trimestre, os analistas esperavam que os lucros do S&P 500 aumentassem 5% no segundo trimestre, o que marcaria o ritmo mais lento de crescimento dos lucros desde o quarto trimestre de 2023.
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