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A antecipação de um corte na taxa Selic para dezembro deste ano ainda não está descartada, mas perdeu força

O BTG Pactual vê espaço para que a Selic volte a um dígito, porém a projeção do banco é que este cenário se concretize apenas em 2027. Isso porque, segundo os analistas, a queda da taxa de juros só deve ocorrer caso se confirmem uma combinação de fatores.
Segundo o banco, os elementos que poderiam pressionar a Selic para baixo são a desaceleração mais forte da inflação de serviços, o avanço na reancoragem das expectativas e compromisso do próximo governo com o ajuste fiscal.
No cenário base, contudo, o BTG Pactual projeta a taxa em 10,50% ao fim de 2027, após encerrar 2026 em 12%.
No entanto, a instituição mantém a projeção da taxa de juros estável em 15% até o fim de 2025, com início do ciclo de flexibilização apenas em janeiro de 2026.
A antecipação para dezembro deste ano não está descartada, mas perdeu força após a sequência de leituras de inflação acima do esperado e a resiliência do mercado de trabalho.
Segundo o BTG, para que o Comitê de Política Monetária (Copom) considere iniciar os cortes ainda em 2025, seria necessário observar pelo menos dois dos seguintes vetores: sinais mais claros de enfraquecimento no emprego, surpresas baixistas relevantes no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) cheio ou retomada da desaceleração nos serviços, além de avanço na reancoragem das expectativas.
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No campo da atividade, os dados confirmam que a desaceleração está em curso, mais visível nos setores sensíveis ao crédito. Porém, o mercado de trabalho segue firme, o que mantém dúvidas sobre a intensidade dos efeitos do aperto monetário.
Já no lado da inflação, os números mostraram pressão maior em serviços, enquanto bens industriais e alimentos continuam beneficiados pela apreciação do real e pela queda das commodities.
O BTG destaca que a melhora das expectativas para horizontes mais longos reforça a perspectiva de ancoragem. Com esse pano de fundo, o banco vê viés de baixa para a Selic terminal.
Isso porque se a dinâmica de inflação convergir mais rápido e o novo governo sinalizar medidas consistentes para reduzir o desequilíbrio fiscal, o juro real necessário poderia se aproximar do neutro. Assim, abriria caminho para que o país volte a operar com juros de um dígito já em 2027.
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