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A agência avalia que, no curto prazo, crédito das empresas continua sólida, embora a crescente intervenção política aumenta riscos de distorções
O governo federal deve recorrer às empresas estatais para estimular o crescimento econômico, com foco nas eleições de 2026. A estratégia inclui expandir programas sociais e aumentar a presença do Estado na economia.
Essa mudança tem implicações diretas nos emissores públicos, de acordo com a Moody’s em relatório nesta sexta-feira (11).
“O Brasil buscou receitas adicionais para lidar com a lacuna fiscal, com maior intervenção nas empresas públicas visando ao crescimento. O petróleo permanece como uma fonte atrativa de receita, e o governo ampliou a intervenção no setor de energia”, afirma a agência de classificação de risco.
Apesar do aumento na intervenção nas estatais, a Moody’s avalia que, no curto prazo, a qualidade de crédito das empresas continua sólida, embora a crescente intervenção política aumente os riscos de distorções.
A agência acredita que os bancos públicos serão essenciais na política econômica futura, enquanto Petrobras (PETR4) e Eletrobras (ELET3) permanecem temas sensíveis.
O Banco do Brasil (BBAS3) e a Caixa Econômica Federal devem ter papel central na política de crescimento econômico nos próximos anos, segundo a Moody’s, que mantém a classificação Ba1 estável para ambos.
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“A qualidade de crédito dos bancos estatais permanecerá intacta até pelo menos meados de 2026, caso mantenham sua análise conservadora de risco e padrões de subscrição”, diz o relatório.
Espera-se que os empréstimos nos bancos estatais cresçam mais do que nos privados, com destaque para linhas de crédito habitacional, educação e consumo popular.
A Moody’s já inclui em suas previsões iniciativas como o consignado privado, financiamentos para motocicletas elétricas para entregadores e subsídios ao gás de cozinha para famílias de baixa renda.
O risco, alertam os analistas, é que o afrouxamento nos critérios de concessão possa elevar a inadimplência e prejudicar a qualidade dos ativos. Além disso, novas mudanças tributárias sobre produtos financeiros podem desestimular o apetite ao risco dos bancos, limitando sua capacidade de expandir o crédito.
A Petrobras é um dos casos mais sensíveis, de acordo com a Moody’s. Desde o início do governo Lula, a estatal passou por trocas na diretoria, mudanças na política de preços, suspensão do plano de venda de ativos e um novo plano de negócios com espaço para mais endividamento.
Apesar disso, a empresa segue disciplinada na gestão financeira e mantém sua qualidade de crédito forte. A avaliação é que, mesmo com a crescente interferência política, a Petrobras continuará ajustando seus gastos, incluindo os dividendos extraordinários, caso os preços do petróleo caiam.
A intenção do governo de aumentar a arrecadação com petróleo excedente do pré-sal e revisar as normas da Agência Nacional do Petróleo (ANP) sobre royalties adiciona pressão à Petrobras, podendo afetar suas decisões no médio prazo.
A Eletrobras progrediu em governança e redução de riscos operacionais desde a privatização, mas a aproximação com o governo tem aumentado, gerando preocupações para a Moody’s.
Recentemente, um novo acordo de acionistas garantiu à União três dos dez assentos no conselho de administração. O aumento da influência do governo eleva o risco de ingerência política, impactando a autonomia da empresa nas decisões estratégicas, segundo a agência.
No entanto, no curto prazo, a empresa viu sua obrigação com a usina de Angra 3, que exige cerca de R$ 20 bilhões, diminuir.
Em vez de aportar capital diretamente, a Eletrobras deve subscrever R$ 2,4 bilhões em debêntures da Eletronuclear e manter garantias de R$ 3,2 bilhões para a obra.
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