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Mesmo com queda no uso, cheques seguem relevantes nas transações de maior valor e ainda movimentam valores expressivos
Na última sexta-feira (5) o Pix quebrou o recorde no volume diário de transações. Foram registradas 290 milhões de movimentações em um único dia, atingindo o valor agregado de R$ 164,8 bilhões — outra marca histórica. Porém, em meio à modernização dos meios de pagamento, ainda há um método que resiste ao tempo: o cheque.
Lembra daquele talão com 20 folhas destacáveis e de uma caneta azul ou preta para preenchê-lo e assiná-lo na promessa de que há dinheiro em conta? Pode parecer antiquado, mas o cheque ainda é muito utilizado pelo brasileiro.
Segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), no primeiro semestre de 2025, cerca de 50 milhões de cheques foram compensados no país — movimentando R$ 211 bilhões.
Embora seja um volume expressivo e de uma demonstração de resistência ao tempo, o cheque representa apenas uma fração do movimentado pelo Pix e está cada vez mais em desuso.
O número de transações deste primeiro semestre é 21,9% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram compensados 64 milhões de cheques, movimentando R$ 236 bilhões.
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Apesar do recuo no semestre, o valor médio dos cheques aumentou 14,20% no período, revelando que o brasileiro ainda tem preferência por este meio de pagamento nas transações de maior valor.
Nos primeiros seis meses de 2025, o valor médio dos cheques compensados foi de R$ 4.118, contra R$ 3.606 em 2024.
Cheque já foi o meio de pagamento preferido dos brasileiros
Em um passado cada vez mais distante, o pedaço de papel timbrado e com número de série definido pelo banco com o valor a ser transferido e a assinatura do pagante era o meio de pagamento preferido dos brasileiros.
O auge ocorreu em 1995. Naquele ano foram compensados cerca de 3,3 bilhões de cheques — movimentado o valor recorde de R$ 2 trilhões pelo meio.
Em comparação ao apogeu de 30 anos atrás, o volume de cheques compensados já recuou 95,87%, considerando o fim de 2024.
Hoje, o método ainda é usado por comerciantes para parcelamentos ou como forma de crédito e pagamento a fornecedores, segundo Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços e Segurança da Febraban.
As empresas são responsáveis por mais de 50% dos cheques emitidos, geralmente devido à relação de confiança com fornecedores e maior prazo para pagamentos.
Entre pessoas físicas, os cheques ainda são utilizados tanto pela confiança entre clientes e lojistas quanto pela possibilidade de obtenção de melhores condições de pagamento, como descontos e prazos maiores, além de não exigir limite de crédito disponível.
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