O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a alta da Selic desafiando o setor imobiliário, os FIIs de papéis vêm sendo a principal aposta para janeiro – e o fundo mais recomendado para o mês faz parte da classe
O ano começou com perspectivas negativas pairando sobre a economia brasileira. O primeiro Boletim Focus de 2025, divulgado pelo Banco Central (BC), mostrou que os economistas de mercado projetam que a taxa básica de juros do país chegue a 15% até o final deste ano.
Com um cenário de desafios pela frente, especialistas em fundos imobiliários recalibraram as carteiras recomendadas, apostando em ativos menos afetados pela alta da Selic. E é aí que os FIIs de papel ganham destaque, já que investem em títulos de crédito do setor e podem até lucrar com a elevação das taxas.
Dessa forma, o favorito nas recomendações para janeiro é um representante da classe. Com portfólio composto por 42 Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), o Pátria Recebíveis Imobiliários (HGCR11) foi indicado por três instituições financeiras diferentes neste mês.
O PagBank, uma das instituições a recomendar o FII, reforça que a perspectiva de que o Banco Central continue elevando as taxas de juros deve fazer com que o HGCR11 continue pagando bons proventos. Isso porque 86% dos títulos do fundo são indexados à inflação, mas 14% são atrelados ao CDI.
Além do HGCR11, outros fundos imobiliários chamaram a atenção dos dez bancos e corretoras procurados pelo Seu Dinheiro. Confira abaixo todos os FIIs presentes ‘no top 3’ para janeiro:
Com patrimônio de R$ 1,5 bilhão e mais de 100 mil cotistas, o HGCR11 aposta em ativos de renda fixa, como o CRI, nos segmentos de varejo e logística, os quais representam 39% e 30% do patrimônio líquido do fundo, respectivamente.
Leia Também
Na visão do Santander, uma das casas a recomendar o FII, apesar de um dos principais pontos de risco do fundo ser uma eventual inadimplência dos ativos, o HGCR11 possui garantias imobiliárias “relevantes para o cenário atual”.
O fundo também chama atenção dos investidores pelos lucros que vem gerando aos investidores, tendo distribuído R$ 0,95 por cota em dezembro. Além disso, nos 12 meses de 2024, o FII apresentou um retorno de 11,75%.
Na visão do banco, o fundo ainda tem espaço para ir além: o Santander projeta um dividend yield de 12% até o fim deste ano.
Além disso, a casa destaca que as cotas do HGCR11 estão sendo negociadas com desconto de 4% em relação ao valor patrimonial.
Apesar de ter sido destronado pelo HGCR11, o Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) – vencedor da última edição do FII do mês – segue entre as principais recomendações de janeiro, tendo sido indicado pelo banco Daycoval* e pela RB Capital.
Com mais de 377 mil cotistas e um patrimônio líquido de R$ 7 bilhões, o Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) é um dos três maiores fundos imobiliários de papel da bolsa brasileira.
Segundo relatório de dezembro, os dividendos pagos no mês, de R$ 1,00 por cota, representaram uma rentabilidade isenta de Imposto de Renda de 0,98%, ou 124% do CDI.
*A carteira de FIIs indicada pelo banco Daycoval visa oportunidades em setores além do imobiliário, dessa forma, há indicações de ativos atrelados ao agronegócio, debêntures e infraestrutura. Segundo a instituição, a estratégia adotada tem o objetivo de gerar um fluxo de renda recorrente ao investidor sem "se prender apenas a ativos imobiliários".
O certame, marcado para 13 de março, reúne 223 lotes de produtos que vão de eletrônicos a joias, com preços abaixo do mercado
Mineradora capitaliza reservas e incorpora duas empresass em meio a questionamentos do mercado sobre o fôlego das ações VALE3
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (26). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Uma cidade do interior do Rio Grande do Sul foi considerada uma das cidades mais baratas para se comprar imóveis residenciais
Levantamento aponta mudança no mapa das regiões mais valorizadas do Brasil e revela disparada de preços em área nobre de São Paulo
Pedro Jobim, economista-chefe e sócio-fundador da Legacy Capital é o convidado desta semana no podcast Touros e Ursos
Impacto é mais que o dobro do maior caso da história do fundo, mas Jairo Saddi diz que não há risco sistêmico e defende ajustes sem pressa
Os ganhadores do concurso 3621 da Lotofácil vão embolsar mais de R$ 750 mil, mas as bolas na trave na +Milionária, na Dupla Sena e na Lotomania também chamaram a atenção.
Em evento do BTG Pactual, o chairman e sócio sênior do banco indicou quais os melhores ativos para investir neste ano; confira
Durante evento do BTG Pactual, Marco Freire afirmou que a inteligência artificial deve transformar empregos e investimentos no longo prazo, mas descarta ruptura imediata
Após DNA negativo, defesa recorre à tese em disputa bilionária pela herança de João Carlos Di Genio; veja os detalhes
Penalidade é aplicada automaticamente e pode chegar ao valor de R$ 1.467,35
Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.
Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos
Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas
Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%
Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso
Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.
Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil
Autores de um novo estudo dizem que as bulas das estatinas deveriam ser alteradas para refletir a conclusão