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O presidente do BC participou de uma entrevista com o Itaú nesta quinta-feira (27) e falou sobre as dificuldades de atuação da autoridade monetária
Uma taxa de juros nominal (Selic) de 15% ao ano, com taxa real (nominal menos a inflação) entre 9% e 10%, provocaria uma recessão profunda em muitos países — mas não no Brasil. Para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, a economia brasileira está respondendo à política monetária restritiva, mas de forma lenta.
E há motivos para isso. Em entrevista nesta quinta-feira (27) a Bruno Serra, ex-diretor de Política Monetária do BC e atual gerente de portfólios do Itaú, Galípolo afirmou que a restrição dos juros em 15% “não é sentida de maneira uniforme pela sociedade”.
Segundo ele, existem lacunas na transmissão dos juros altos que dificultam uma desaceleração mais acentuada da economia e da inflação.
Não por acaso, o efeito da Selic em 15% ao ano tem se mostrado lento, e a estratégia de “juros elevados por mais tempo”, de fato, está sendo prolongada.
Embora alguns dados de crédito no Brasil apontem para desaceleração, segundo Galípolo, essa não é a leitura do Banco Central.
O presidente do BC acredita que o crédito ainda dá sinais de crescimento “surpreendente” diante dos juros em 15%, tanto no mercado de capitais quanto via bancos. Esse movimento nutre a disponibilidade de renda que fomenta a inflação.
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“Um dos temas que faz o BC ter que lidar com doses maiores do ‘remédio’ [juros] para alcançar o resultado [inflação de 3%] passa por esses subsídios ou distorções no mercado de crédito que fazem os juros altos não terem o mesmo efeito que teriam em outros países”, disse Galípolo.
Entre os exemplos citados, o presidente do BC afirmou que o crédito imobiliário é uma das principais restrições e forma de endividamento em um cenário de juros apertado. No entanto, o Brasil tem programas de financiamento que diminuem esse efeito, entre eles, a caderneta de poupança.
Galípolo afirmou que é sempre muito difícil explicar para seus pares internacionais como funciona esse instrumento e seu impacto na disponibilidade de crédito.
“Um instrumento de liquidez diária, mas que financia um imóvel, que é ilíquido. Um financiamento com juros a 12% quando a Selic está a 15%. A gente enxerga que é algo que faz com que a transmissão não funcione direito”, disse.
Outro exemplo citado pelo presidente do BC foi o uso do crédito especial das contas correntes. Segundo Galípolo, as pessoas veem esse crédito concedido pelos bancos como uma “renda extra”, não como uma dívida.
“O brasileiro só entende que fez uma dívida quando não paga a prestação e deixa em atraso. Quando vê um limite especial não enxerga como crédito, mas como uma renda a mais. Aí você pergunta: ‘tem dívida?’, a resposta é não”, disse.
O problema é que o limite “especial” que o banco concede é um crédito, mas tem baixa correlação com a política monetária. A cobrança desses juros independe de a Selic estar em 15% ao ano ou a 9%.
Para Galípolo, esse tipo de instrumento dificulta o trabalho do Banco Central e faz com que o efeito dos juros demore a funcionar.
O presidente do BC manteve o discurso de que os juros são o único instrumento para cumprir o objetivo de levar a inflação à meta. Segundo ele, a autoridade monetária não vai se esquivar de manter a taxa alta enquanto achar necessário.
“Com mais custo ou menos custo, o BC vai manter o patamar necessário, pelo tempo que for necessário para garantir a convergência”, disse Galípolo.
Segundo ele, os últimos dados da economia não trouxeram nenhuma surpresa para mudar a postura da autoridade. Apenas confirmaram a tendência que já vinha se desenhando e que os diretores esperavam.
A única questão é realmente a lentidão.
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“É uma anomalia. Talvez, o desafio desta geração seja descobrir como normalizar a política monetária no Brasil”, afirmou Galípolo, sobre o alto nível dos juros no Brasil
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