Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
ANTIGO CRÍTICO

Será que Arminio Fraga ‘fez o L’? Ex-chefe do BC diz concordar com polêmico comentário de Lula sobre preço da comida

Ex-presidente do BC disse que Lula tinha razão ao dizer para população não comprar alimentos mais caros e buscar substituí-los por outros mais em conta

Arminio Fraga
Arminio Fraga comandou o BC de 1999 a 2002, durante o governo de Fernando Henrique CardosoImagem: Eduardo Campos

O economista e ex-presidente do Banco Central (BC) Arminio Fraga chamou a atenção nesta segunda-feira (17) ao concordar com uma polêmica frase do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sobre o preço da comida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Arminio afirmou que Lula tinha razão ao dizer para a população não comprar alimentos mais caros e buscar substituí-los por outros mais em conta.

Segundo o ex-presidente do BC, é assim que o mercado funciona, e a inflação dos alimentos flutua de acordo com os preços internacionais, com a taxa de câmbio e fatores climáticos. “É difícil mesmo”, disse ele a jornalistas, antes de uma aula magna no Rio de Janeiro.

“O presidente Lula apanhou quando falou ‘então não come, procura outro alimento’. Mas ele tem razão. O preço dos alimentos varia. Ele não está sendo muito feliz em algumas declarações, mas isso que ele falou está correto. É assim que o mercado funciona. Em tudo, e em alimentos também”, disse Fraga.

Fraga se referiu à fala de Lula a rádios da Bahia no começo de fevereiro. Na ocasião, o presidente disse que “uma das coisas mais importantes para que a gente possa controlar o preço é o próprio povo”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Se você vai ao supermercado aí em Salvador e você desconfia que tal produto está caro, não compra. Ora, se todo mundo tiver essa consciência e não comprar aquilo que acha que está caro, quem está vendendo vai ter de baixar (o preço) para vender, porque senão vai estragar”, afirmou Lula. “Esse é um processo educacional que nós vamos ter que fazer com o povo brasileiro.”

Leia Também

A CONTA ESTÁ CHEGANDO

“Não é a inflação nem a guerra”: Stuhlberger revela o risco que realmente ameaça os mercados globais

LOTERIAS DA CAIXA

Dia de Sorte faz novo milionário, Mega-Sena 3014 e Lotofácil 3701 acumulam; +Milionária tem prêmio de R$ 60 milhões hoje

Arminio Fraga comandou o BC de 1999 a 2002, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Foi em sua gestão que foi implementado o sistema de metas para a inflação - que, aliás, foi descumprido em 3 dos últimos 4 anos (2021, 2022 e 2024).

O morde e assopra de Arminio

Para não dizer que Fraga ficou só nos elogios, o ex-chefe do BC também teceu comentários críticos sobre a atuação do presidente da República.

Ele disse também que Lula não está conseguindo repetir o desempenho de seus dois primeiros mandatos e que, para isso, têm pesado um "entorno mais difícil", em menção ao Congresso Nacional, e a falta de ideias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Sou um admirador da história do presidente Lula, mas ele não está repetindo o desempenho que teve nas presidências anteriores, inclusive porque o entorno é mais difícil, não tem o controle do Congresso, e também porque a falta de ideias me parece bem preocupante.”

"No Brasil há taxas de juros que, sem fazer nada, você ganha 15%. Com a inflação a 5%, está ganhando 10%. Há um problema sério. Os sintomas do paciente Brasil, na parte financeira, são extremamente graves, e nos sintomas de crescimento, não conseguiu dar uma arrancada, algo que já vem de longa data. Não estou muito confortável", completou o economista em resposta a perguntas dos alunos.

E a culpa dos juros altos, defendeu Fraga, não é só do BC.

"Hoje nós temos uma situação fiscal, financeira, do governo muito frágil, que pressiona as taxas de juros, as maiores do planeta, e isso não é maldade do Banco Central." Para o economista, a saída inclui a revisão de “subsídios” tributários e uma nova reforma da Previdência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele disse que em 2016, sob Michel Temer, foi a última vez que o governo brasileiro acertou com reformas como a da Previdência, e marcos legais como o do saneamento e a Lei das Estatais.

"De lá para cá [governos Bolsonaro e Lula], acho que a gente se perdeu na economia", disse.

(Com informações de Estadão Conteúdo)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
2 de junho de 2026 - 11:58
ID da foto:2230080278 2 de junho de 2026 - 11:26
1 de junho de 2026 - 19:07
Homem com binóculo, em torre de observação na floresta, olha sinais na economia para entender o caminho da Selic, taxa básica de juros 1 de junho de 2026 - 19:07
Logo do FGC com um fundo de notas de reais 1 de junho de 2026 - 16:47

FUNDO COM LIMITES

FGC: novas regras passam a valer nesta segunda; veja o que muda

1 de junho de 2026 - 16:47
USP 1 de junho de 2026 - 14:44
1 de junho de 2026 - 14:28

CAMPEÃO DA VEZ

Brasil campeão? Goldman Sachs diz quem deve erguer a taça

1 de junho de 2026 - 14:28
cerveja brahma ambev 1 de junho de 2026 - 11:01
Copa do Mundo 2026 1 de junho de 2026 - 11:01
As bandeiras da China e da União Europeia 30 de maio de 2026 - 17:03
29 de maio de 2026 - 13:31
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar