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Apesar de clima negativo e volátil no mercado cripto ao longo de todo o dia, presidente do Banco Central também deu indicativos favoráveis aos ativos digitais em sabatina no Senado americano
Após semanas de volatilidade e uma recuperação tímida, o mercado de criptomoedas acordou em estado de atenção para a reunião do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, com o Senado dos Estados Unidos.
A mensagem clara de que o banco central norte-americano não tem pressa para cortar os juros não ajudou, adicionando mais lenha à fogueira da aversão ao risco, já alimentada pelas incertezas em torno das políticas do presidente Donald Trump, como a imposição de tarifas sobre importações.
Em um dia já marcado pela volatilidade, as principais criptomoedas aprofundaram as quedas pouco tempo após a sabatina de Powell: o bitcoin (BTC) caiu 2,08%, o ethereum (ETH) recuou 3,17%, e a solana (SOL) viu seu valor diminuir 2,18%, de acordo com dados do Coin Market Cap.
Mas, em meio ao mar vermelho das criptos, um ativo resolveu nadar contra a corrente e surpreendeu o mercado: a cardano (ADA).
A nona maior criptomoeda do mundo em valor de mercado disparou mais de 14% em apenas 24 horas, atingindo esse pico por volta das 9h20 da manhã da terça-feira (11). Mesmo após a sabatina de Powell, quando os ganhos foram reduzidos, a ADA ainda registrava uma valorização expressiva de 10,10%, destoando das perdas generalizadas no setor.
O grande catalisador desse movimento foi a gestora de ativos cripto Grayscale, que entrou com um pedido para a criação de um fundo de índice negociado em bolsa (ETF, na sigla em inglês) de cardano junto à bolsa de valores de Nova York (NYSE).
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Esse movimento dá mais legitimidade ao ativo e pode atrair novos investidores ao mercado, já que permitiria exposição à ADA sem a necessidade de compra e armazenamento direto da altcoin. Para muitos, esse é um indicativo de que a criptomoeda pode ser um bom investimento de longo prazo.
Nem todas as declarações de Powell foram um banho de água fria para o mercado cripto, porém. O presidente do Fed reforçou seu compromisso, já expresso na última coletiva de política monetária dos EUA, de que os bancos do país são plenamente capazes de atender clientes do setor de criptomoedas. Hoje, ele foi além.
Questionado sobre a possibilidade de revisar regulamentações que impõem encargos desnecessários ao setor, Powell reconheceu a necessidade de “um novo olhar” sobre a desbancarização das criptomoedas, isto é, a dificuldade de empresas do setor cripto acessarem o sistema bancário tradicional nos EUA.
"Eu me comprometo a trabalhar com você nisso, tentamos evitar encargos excessivos", afirmou Powell. "Acho que é justo dar um novo olhar, sinceramente, à desbancarização."
"Não fazemos essas coisas intencionalmente, mas às vezes a regulamentação leva coisas a acontecerem, e precisamos trabalhar nisso", acrescentou.
Ele ainda foi questionado sobre se estaria disposto a colaborar para reverter esse cenário. A resposta foi direta: “sim”.
Enquanto o parlamento norte-americano se preocupa cada vez mais com a exclusão das criptomoedas do sistema bancário, empresas do setor relatam dificuldades crescentes para abrir e manter contas nos EUA.
A Coinbase, por exemplo, chegou a processar a Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC, similar ao FGC, no Brasil) no ano passado, acusando a agência de tentar cortar a indústria cripto do setor bancário. Grandes CEOs de bancos também já expressaram suas dificuldades em lidar com esse mercado.
Mais tarde, durante a audiência no Senado, Powell se mostrou surpreso com a dimensão do problema.
"Vou dizer que fiquei impressionado, e meus colegas e eu estamos impressionados com o número crescente de casos do que parece ser desbancarização, e estamos determinados a dar um novo olhar a isso", disse ele.
Outro ponto de destaque foi a posição firme do presidente do Fed contra a emissão de uma moeda digital do banco central (CBDC) enquanto estiver à frente da instituição. A postura está alinhada aos interesses do presidente Donald Trump e às críticas de que os CBDCs poderiam ser usados como ferramenta de vigilância governamental.
*Com informações do Money Times, Cointelegraph e The Block
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