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Vácuos acumulados funcionaram de maneira exemplar para apaziguar o ambiente doméstico, reforçando o contexto para um ciclo confiável de queda de juros a partir de 2026
O pianista Claude Debussy sugeria que a qualidade de um som deveria ser definida por meio do silêncio entre as notas musicais.
De fato, sua composição mais famosa, Clair de Lune, orienta o ouvinte através dos respiros e nuances de velocidade — uma aula útil para o investidor que ambiciona trocar paciência por lucros além da média-variância.
Mas, antes de sermos investidores, um dia fomos crianças.
E fomos treinados, desde a primeira infância, a buscar gatilhos nas coisas que estão para acontecer: a ansiosa expectativa pelo próximo aniversário; em breve, o papai noel vai descer a chaminé; a fada madrinha chegará com uma moedinha assim que o seu dente cair.
Não está errado; é óbvio que, via de regra, gatilhos derivam daquilo que acontece, dos turning points da existência narrativa. No entanto, eles também podem nascer daquilo que não acontece.
Então, o que aconteceu para o clima ter melhorado tanto por aqui?
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Neste fim de ano, experimentamos uma melhora substancial do risk-on em Brasil, ilustrada pela guinada de +11,58% do Ibovespa de 28 de julho a 28 de outubro.
De repente, a disputa bélica entre Trump e Lula não se confirmou, Galípolo não virou Tombini e o governo não dobrou a aposta em graves desatinos fiscais.
Todos esses vácuos acumulados funcionaram de maneira exemplar para apaziguar o ambiente doméstico, liberando o carry trade, sustentando o câmbio e reforçando o contexto para um ciclo confiável de queda de juros a partir de 2026.
Por outro lado, o investidor bitolado no novo ciclo eleitoral se decepcionou amargamente durante os últimos meses, distraiu-se com a perda de seu querido gatilho e viu passar inúmeros bondes rentáveis.
Em suma, tratou aquilo que deveria ser uma opcionalidade como obrigatoriedade.
A situação política até pode se reverter, não tenho dúvidas.
Veja só: apenas um mês atrás, o governo de Javier Milei foi enterrado vivo, e agora ressuscita em plenas forças.
Se a centro-direita brasileira tiver um candidato a presidente minimamente competente e aglutinador, começará o jogo, de pronto, com um piso generoso de 45% dos votos.
Ainda assim, se eu quisesse lhe dar uma única recomendação financeira para este fim de ano, diria o seguinte: tente esquecer tudo isso de ciclo eleitoral por um momento e concentre-se na deliciosa letargia do tempo presente.
Se tivermos sorte e calhar de mais uma coisa ruim não acontecer, iremos rapidamente para os 160 mil pontos.
Um pedacinho das dívidas vai começar a virar equity em 2026.
Eu sei, é uma história entediante para a Netflix, mas perfeitamente adequada para o streaming sonolento da B3.
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