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Pelo segundo mês consecutivo, o BTLG11 garantiu a vitória ao levar quatro recomendações das dez corretoras, casas de análise e bancos consultados pelo Seu Dinheiro
Os participantes do mercado vêm observando o Ibovespa brilhar, com o principal índice da B3 ultrapassando os 150 mil pontos pela primeira vez.
Mas não são só as empresas listadas que estão indo bem na bolsa: os fundos imobiliários também voltam a cair no gosto dos investidores, e o IFIX, índice de referência dos FIIs, atingiu um novo recorde em outubro ao encerrar o mês aos 3.593 pontos.
O bom desempenho reflete o aumento das apostas de que um ciclo de cortes da Selic comece no início de 2026. O banco Daycoval avalia que, em antecipação à queda dos juros, os investidores vêm migrando dos fundos imobiliários de papel — mais interessantes quando a renda fixa está alta – para os FIIs de tijolo, que tendem a se valorizar em momento de cortes das taxas.
E quem vem experimentando o gostinho de voltar a ser um favorito é o BTG Pactual Logística (BTLG11). O fundo imobiliário é um gigante do segmento logístico e, com frequência, conquistava o topo do ranking da série FII do Mês.
Porém, com a alta dos juros, a disputa vem ficando mais acirrada, e o BTLG11 passou meses sem conquistar o troféu de ativo mais indicado.
Agora, parece que o campeão voltou para ficar: pelo segundo mês consecutivo, o BTLG11 garantiu a vitória ao levar quatro recomendações das dez corretoras, casas de análise e bancos consultados pelo Seu Dinheiro. Confira o ranking completo:
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Um bom campeão conta não só com talento, mas também com estratégia — e disso, o BTLG11 entende.
Só no último mês, o FII concluiu uma operação de peso: ele abocanhou o portfólio inteiro do Santander Renda de Aluguéis (SARE11) com desconto de 38% e, dez dias depois, anunciou a venda dos imóveis incorporados. Isso gerou um lucro de cerca de R$ 0,54 por cota que, segundo a Genial Investimentos, poderá ser distribuído aos cotistas como dividendo extraordinário.
Em outubro, o FII pagou R$ 0,79 por cota aos investidores, o que representa um dividend yield (taxa de retorno de dividendos) anualizado de 9,1%.
Além disso, o BTLG11 também anunciou recentemente a locação dos imóveis BTLG Ribeirão Preto e BTLG Cabreúva. Com isso, atingiu vacância financeira de 2,6%, uma alta em relação à taxa do mês anterior, de 1,7%.
No entanto, o BTG, gestor do FII, já informou que o leve aumento decorre da entrada do novo ativo Santo André, que possui 44% de vacância, “sobre o qual a gestão já está atuando”, afirmou em relatório.
LEIA TAMBÉM: Tenha acesso às recomendações mais valorizadas do mercado sem pagar nada; veja como receber os relatórios semanais do BTG Pactual com o Seu Dinheiro
A estratégia para o BTLG11 vem dando certo: o FII alcançou um patrimônio líquido de R$ 4,6 bilhões, um portfólio premium de 33 imóveis e área bruta locável (ABL) de 1,35 milhão de metros quadrados.
A carteira de ativos do fundo também chama a atenção por ter 90% dos empreendimentos localizados na região metropolitana de São Paulo, considerado um local atrativo para o setor.
Com isso, o fundo é uma das melhores opções de FIIs no segmento logístico, na visão da Genial, que indicou o BTLG11 para novembro.
“Acreditamos que o BTLG11 seguirá em um processo positivo de revisão de contratos, 16% ocorrendo em 2025, e não deverá sofrer com eventuais desocupações, já que seus ativos, de alta qualidade, tendem a ser rapidamente realocados”, avalia Bernardo Noel, analista da Genial.
Já o banco Daycoval, que também recomendou o FII, destaca que a carteira é composta por galpões logísticos modernos, além de contar com contratos de longo prazo e locatários de grande porte, como a Unilever, a Amazon, a Shopee, o Mercado Livre, a Nestlé, o Assaí, a Ambev, a Natura e entre outros.
Os analistas do banco também ressaltam que a estratégia busca renda estável e previsível, além de ser favorecido pela expansão do e-commerce.
A XP Investimentos avalia que a equipe de gestão do BTGL11 possui um histórico consistente de reciclagem de ativos e que o FII também tem uma excelente liquidez no mercado secundário, fundamentos que fortalecem a tese de investimento.
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