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Investidores monitoram ‘tarifas recíprocas’ de Trump, vendas no varejo brasileiro e inflação do produtor dos EUA
A tecnologia parece avançar cada vez mais rápido. Há apenas cem anos, a televisão como a conheceríamos por décadas estava prestes a ser inventada, mas ainda nem existia.
Antes dela, era a “mágica” das ondas rádio que encantava os ouvintes. Em tempos de telefones dependentes de uma grande e cara estrutura de fios e cabos interconectados, o rádio transportava os sons pelo ar.
Hoje, o fascínio do público cerca o que convencionamos chamar de inteligência artificial (IA). Na visão de Miguel Nicolelis, um dos mais prolíficos neurocientistas contemporâneos, ela não é nem inteligência nem artificial, mas não é essa a questão hoje.
O fato é que nenhum desses grandes avanços tecnológicos seria possível sem a imaginação humana. Muito antes do rádio, da televisão, dos computadores, da internet, da inteligência artificial ou da exploração do espaço sideral, esses temas eram explorados na ficção científica.
O francês Julio Verne, considerado o pai da ficção científica, idealizou a existência de computadores no exercício futurista “Paris no Século 20”. O livro data de 1863, quase cem anos antes da fabricação do primeiro computador. E não haveria inteligência artificial hoje sem o avanço informacional acelerado das últimas décadas.
Muito antes disso, porém, a IA foi explorada a fundo na literatura de Isaac Asimov. Obras como “Eu, Robô” e “Homem Bicentenário” são permeadas de dilemas e consequências da existência de máquinas capazes de pensar, sentir e agir quase como os humanos.
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Para controlar essas “inteligências artificiais”, Asimov idealizou da seguinte maneira as diretrizes que se tornaram conhecidas como as “Leis da Robótica”.
Elaborada posteriormente, a “Lei Zero” determina que um robô não pode causar mal à humanidade ou, por omissão, permitir que a humanidade sofra algum mal.
Em tempos nos quais tanto se discute sobre os rumos das IAs, Asimov e outros autores clássicos da ficção científica proporcionam reflexões fundamentais sobre os caminhos a serem trilhados.
Enquanto isso, o Ibovespa começa o dia tentando se recuperar do estrago provocado nos mercados ontem pelos dados de inflação ao consumidor norte-americano em janeiro.
Entre os indicadores econômicos previstos para hoje, destaque para as vendas no varejo brasileiro e da inflação ao produtor nos EUA.
OTIMISMO DO IBOVESPA É SÓ O COMEÇO?
As ações brasileiras começaram 2025 com o “pé direito”. Mas, segundo a analista Larissa Quaresma, essa alta recente “pode ser apenas o começo”. Saiba onde buscar lucros em meio ao otimismo do mercado no programa Onde Investir em Fevereiro.
BTG SUMMIT 2025
Brasil vai sobreviver às tarifas de Trump? A visão de André Esteves sobre os erros e os acertos do republicano até agora. O chairman do BTG Pactual falou sobre a guerra tarifária que pegou o Brasil em cheio e diz o que desagrada e o que agrada nas políticas recentes anunciadas pelo presidente norte-americano.
MAIS BTG SUMMIT
Brasil não vive crise como a de 2016, mas precisa largar o ‘vício em gasto público’ se quiser que os juros caiam, diz Mansueto Almeida, do BTG. Comentários do economista-chefe do banco foram feitos durante evento promovido pelo BTG Pactual em São Paulo.
E MAIS BTG SUMMIT
‘Tudo é fidcável’: Fundos de Direitos Creditórios (FIDCs) devem ter novos ativos e perfis de investidores em 2025, espera gestor. Para Delano Macêdo, sócio e diretor responsável pela área de crédito da Solis Investimentos, recentemente “todo mundo passou a entender que FIDC é um bom investimento”.
PANORAMA DOS BANCOS
Bradesco (BBDC4) despenca na bolsa após Goldman Sachs rebaixar ação para venda. Por que os analistas não recomendam mais a compra do papel? No mesmo relatório, o banco americano também elevou a ação do Santander (SANB11) para neutro e reiterou a compra de Itaú Unibanco (ITUB4).
BTG SUMMIT 2025
Desaceleração econômica e desinflação à vista: a visão dos gestores dos fundos Itaú Janeiro e do BTG Asset para o Brasil. Em evento do BTG Pactual, Bruno Serra Fernandes, da Itaú Asset, diz ver desaceleração econômica e desinflação à frente, ao contrário do que muitos esperam.
DESTAQUES DA BOLSA
É hora de vender as ações da Porto (PSSA3)? BTG Pactual retira recomendação de compra após salto de 80% nos últimos 18 meses. A ação era recomendada desde junho de 2023 pelo BTG, com tese de investimento baseada na recuperação da sinistralidade do segmento de seguros de auto após a pandemia.
EFEITO DEEPSEEK
Oásis tech: megacidade saudita avança para se tornar polo de IA com investimento inicial de US$ 5 bilhões em centro de dados. O aporte acontece em meio à crescente disputa entre a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos para se tornarem a potência da inteligência artificial do Golfo.
DAQUI NÃO SAIO…
Daqui ninguém me tira? Powell desafia Trump e diz que vai continuar no comando do Fed. Em meio a uma relação tensa com o republicano, o presidente do BC dos EUA fala abertamente sobre a possibilidade de renunciar ao cargo antes do final do mandato.
MONTANHA-RUSSA
Volatilidade em alta: inflação dos EUA derruba bitcoin (BTC), mas apenas por um instante; veja o que move o mercado cripto hoje. A inflação nos EUA cresceu mais que o esperado em janeiro, mas após um choque inicial no início do dia, grande parte do mercado conseguiu reverter as perdas e seguiu em alta.
À PROVA DE JUROS ALTOS
BofA mantém recomendação de comprar Brasil com 19 ações da B3 na carteira — ação de elétrica ‘queridinha’ da bolsa é novidade.
RECOMPRANDO PAPÉIS
Boas novas para os acionistas? TIM Brasil (TIMS3) anuncia recompra de ações, após balanço robusto no 4T24. O programa vai contemplar até 67,2 milhões de ações ordinárias, o que equivale a 2,78% do total de papéis da companhia.
HOT LINE
Combinou com os russos: petróleo cai mais de 2% após conversa de Trump com Putin. Os dois presidentes se falaram por telefone sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia e o resultado da ligação mexeu com a commodity.
ONDE INVESTIR
Tesouro Direto e títulos isentos de IR: Itaú BBA recomenda renda fixa para fevereiro, e retorno líquido chega a 8,50% a.a. + IPCA. Banco recomenda pós-fixados e indexados à inflação, mas vê oportunidade até mesmo em prefixados com prazos até três anos.
INVESTIMENTOS NAS ALTURAS
Embraer (EMBR3) pretende investir R$ 20 bilhões até o fim da década — e aqui está o que ela quer fazer com o dinheiro. O anúncio acontece poucos dias após a fabricante de aeronaves renovar os recordes na carteira de pedidos no quarto trimestre de 2024 e fechar um acordo histórico.
SUSTENTABILIDADE EM XEQUE
Coca-Cola na encruzilhada: empresa vai trocar alumínio por mais plástico se ‘tarifaço’ de Donald Trump aumentar o custo das latinhas. Tarifas sobre o aço e o alumínio podem levar a Coca-Cola a retroceder processo de se tornar mais sustentável; empresa já é chamada de ‘maior poluidora global de plástico’.
ANTES DE VIRAR PENNY STOCK
Caiu demais? Gafisa quer grupamento de ações de 20 para 1, mas GFSA3 cai quase 5% com o anúncio. A Gafisa (GFSA3) convocou uma assembleia para que os acionistas decidam sobre uma série de propostas além do grupamento de ações.
AU REVOIR, B3
Agora é para valer: Carrefour avança em plano de fechamento de capital do Atacadão (CRFB3) no Brasil. Quais os próximos passos? Os investidores terão três opções de pagamento: 100% em dinheiro, 100% em ações do francês Carrefour, ou uma mistura de dinheiro e ações da matriz francesa.
ÁGUA NO CHOPE
Balanço amargo: Heineken tem lucro menor que o esperado em 2024, mas entrega dois dedos de espuma com recompra de ações bilionária. A cervejaria holandesa anunciou um programa de recompra de ações de 1,5 bilhão de euros, com o objetivo de “retornar capital adicional aos acionistas”.
PRESIDENTE DO BC NO TIMÃO
‘O barco vai balançar’: Galípolo prevê mercado mais agitado com fim do guidance do BC e indica inflação fora da meta. Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, participou do primeiro evento desde a posse no cargo e comentou sobre a rota dos juros no Brasil.
OPERAÇÃO CONCLUÍDA
Fundo imobiliário MCLO11 abocanha quatro galpões por R$ 1 bilhão e leva Casas Bahia como novo inquilino. Com a aquisição dos quatro galpões localizados em São Paulo e Rio de Janeiro, o FII MCLO11 já receberá os aluguéis referentes ao mês de janeiro.
A CONTA FECHA?
Haddad apresenta nova estimativa de corte de gastos em meio a negociações para aprovar Orçamento de 2025. Nova estimativa da Junta de Execução Orçamentária agora prevê economia de R$ 34 bilhões em 2025, segundo Fernando Haddad.
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