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Na avaliação do sócio da SPX, se o Brasil tomar as decisões certas, o jogo pode virar para o mercado de ações local

O Brasil se encontra em um ponto decisivo, com o mercado de ações local à beira de uma valorização significativa caso as decisões certas sejam tomadas, afirma Rogério Xavier, sócio-fundador da SPX Capital.
"O mundo todo agora vê o Brasil como uma oportunidade", avaliou, em painel durante conferência de investimentos anual do Santander.
Para o gestor da SPX — que atualmente conta com mais de R$ 58 bilhões em ativos sob gestão —, o cenário atual oferece um equilíbrio delicado entre as oportunidades e os riscos, que pode moldar o futuro da bolsa de valores brasileira.
Segundo Xavier, embora a bolsa brasileira tenha limitações de risco de queda, o grande fator determinante será a alternância de política econômica.
Essa alternância, no entanto, não significa necessariamente a troca de governo, mas sim uma mudança na forma de conduzir a economia — uma mudança que, se bem executada, poderia mitigar os impactos da atual crise de confiança que paira sobre o Brasil, de acordo com o sócio da SPX.
“As viradas no Brasil são importantes. Quando você vai na direção correta, quando a política fiscal se alinha com a política monetária e a política econômica segue da forma certa, os ativos se valorizam dramaticamente”, disse.
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Para o gestor, se houver uma ruptura com o atual paradigma econômico, o potencial de valorização será tão grande que superará os riscos.
“Se eu acho que o investidor está dentro, que está full? Acredito que não. Mas, com a possibilidade de uma alternância, o retorno potencial e os valuations continuam muito atrativos no nosso mercado acionário. Estou bem otimista com essa possibilidade, porque eu acho que chegamos ao limite da atual política”, acrescentou Xavier.
Além da expectativa de uma possível reviravolta econômica capaz de destravar valor para a bolsa brasileira, Xavier também compartilhou uma aposta da SPX para diversificar as reservas fora do dólar: o euro.
Para ele, a Europa está em um momento crucial, com a chance de se reinventar como um centro de inovação e crescimento. No entanto, ele destaca que os riscos de decepção são grandes.
“A Europa está diante de uma grande oportunidade de diversificação. Dada a possibilidade da sua escala, o euro seria uma oportunidade real. Mas, toda vez que pensamos na Europa como um grande captador de recursos para inovação, crescimento ou gerar oportunidade, sempre nasce com uma grande expectativa e morre com uma grande frustração”, disse o gestor.
Segundo Xavier, um dos catalisadores seria uma possível emissão de bonds conjuntos pelos países da zona do euro.
Para ele, se todos os países da zona do euro fossem garantidores dos bonds, isso poderia criar uma injeção de recursos na região e servir como uma alternativa robusta ao dólar.
“Eu, particularmente, acho que é uma oportunidade única. Se, neste momento, a Europa souber aproveitar, sinceramente, acredito que vai entrar dinheiro, dada a escassez de escala que temos no resto do mundo”, afirmou Xavier.
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