O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O maior banco privado do país acumulou cinco recomendações entre as 12 corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro; confira a lista completa
Todo mundo quer começar o ano novo com o pé direito — e o veredito dos analistas é que a melhor forma para fazer isso nos investimentos é apostar em uma carteira mais defensiva. Com a Selic a caminho de atingir o patamar de 14% ao ano, o Itaú Unibanco (ITUB4) voltou a liderar como a ação mais recomendada para investir em janeiro.
O maior banco privado do país acumulou cinco recomendações entre as 12 corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro.
Com isso, o gigante financeiro desbancou a JBS (JBSS3), que foi a ação favorita no mês de dezembro.
Desta vez, a dona da Seara conquistou apenas duas indicações de analistas, atrás da Petrobras (PETR4), que ocupa a segunda posição no pódio, com três votos.
Entendendo a Ação do Mês: todos os meses, o Seu Dinheiro consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são as apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 papéis, os analistas indicam os três prediletos. Com o ranking nas mãos, selecionamos os que contaram com pelo menos duas indicações.
Um dos principais motivos por trás da escolha do Itaú (ITUB4) como ação favorita para investir em janeiro está diretamente relacionado aos impactos do cenário macroeconômico nos ativos de risco brasileiros.
Leia Também
A taxa básica de juros já se encontra na casa dos 12,25% ao ano — com novos aumentos de 1 ponto percentual contratados para as duas próximas reuniões do Copom do Banco Central, o que levaria a Selic para 14,25% até março.
Em meio a taxas de juros mais restritivas, demanda menor e menos oferta de crédito, a expectativa é que a lucratividade das empresas domésticas desacelere neste ano.
Com exceção de bancos, seguradoras e empresas com caixa líquido, os lucros de quase todas as outras empresas deverão encolher em 2025 devido às taxas mais altas, segundo os analistas.
Isso porque os bancos geralmente têm um desempenho melhor do que a maioria dos setores em ambientes de juros mais elevados.
“Entendemos que o banco é o mais bem posicionado entre os incumbentes para navegar em um ambiente de aumento de juros no Brasil, dado o seu nível de inadimplência controlado”, avaliou o Pagbank.
Diante das perspectivas de um cenário mais volátil para as ações brasileiras, o BTG Pactual e o Santander inclusive escolheram o Itaú como o favorito entre os grandes bancos brasileiros, com uma “expectativa de crescimento decente dos lucros e altos níveis de rentabilidade”.
“Neste momento, recomendamos que os investidores posicionem seus portfólios de forma mais defensiva e se concentrem em ações geradoras de caixa, pagadoras de altos dividendos e empresas que ganham com a exposição cambial em dólar, enquanto sugerimos a redução da exposição a varejistas, empresas alavancadas e ações com fluxo de caixa concentrados no longo prazo”, disseram os analistas do BTG.
A expectativa do mercado é que o banco mantenha uma rentabilidade sustentável e aumente a distância dos patamares de retorno sobre o capital (ROE, em inglês) em relação aos rivais do setor financeiro.
“Diante dos últimos resultados trimestrais e do guidance de crescimento de crédito em 2024 (R$ 40 bilhões de lucro líquido no ponto médio, implicando um crescimento de 12% ano a ano), fica claro que o Itaú se encontra em um melhor momento operacional que os pares privados”, escreveu o Santander.
Os analistas veem a possibilidade de uma aceleração no crescimento da carteira de crédito em segmentos específicos no futuro, já que o bancão estabilizou a inadimplência da carteira de crédito. Um eventual novo ciclo de crédito pode resultar em um aumento das comissões bancárias, o que impulsionaria a receita do Itaú.
O potencial de dividendos do Itaú Unibanco (ITUB4) também brilha aos olhos do mercado.
Para agentes de mercado, como o banco está operando com excesso de capital, os acionistas devem ver maiores rendimentos de dividendos (dividend yield) no futuro.
Nas projeções de Larissa Quaresma, analista da Empiricus, após um período relevante com pagamentos de proventos abaixo da média histórica, o Itaú deve distribuir entre 50% e 60% do lucro aos acionistas nos próximos 12 meses, o que confere um “importante carrego” à aposta nas ações ITUB4.
Os múltiplos também são um pilar importante de sustentação da visão otimista para as ações do Itaú.
Ainda que os papéis ITUB4 tenham superado o desempenho de rivais como o Bradesco (BBDC4) e o Santander (SANB11) pelo terceiro ano consecutivo, os analistas ainda veem espaço para o gigante financeiro se manter na liderança pelos próximos 12 meses.
Segundo o BTG, o Itaú ainda encontra-se com um valuation atraente, negociado a um múltiplo de 6,6 vezes a relação preço sobre lucro (P/L) para 2025.
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas