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O candidato apoiado por Lula para a prefeitura da capital paulista publicou uma “carta ao Povo de São Paulo” e participou de sabatina promovida pelo UOL e pelo jornal Folha de S. Paulo
Uma estratégia no mínimo inusitada é a mais nova aposta de Guilherme Boulos (PSOL) para derrotar o atual prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), no segundo turno de domingo (27): o candidato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai dormir na casa de eleitores que aceitarem recebê-lo.
A “caravana da vitória”, como Boulos chamou a iniciativa, começa nesta segunda-feira (21) com dona Maria Roseli, professora residente do bairro de Brasilândia, zona norte da cidade.
A ideia é que o psolista atinja mais público e consiga reverter a rejeição de 56%, segundo pesquisa Datafolha.
De terça-feira (22) para quarta-feira (23), Boulos dormirá na casa de um eleitor da zona sul, no bairro do Grajaú. De quarta-feira para quinta-feira (24), o candidato irá para a casa de um apoiador na zona leste, onde passará a noite no bairro de São Mateus.
Por fim, na noite de quinta-feira para sexta-feira (25), o psolista dormirá na casa de um residente da zona oeste de São Paulo.
Todas as estadias devem ser gravadas em live e exibidas nas redes sociais de Boulos.
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Após divulgar uma "carta ao povo de São Paulo" na manhã desta segunda (21), fazendo uma autocrítica nos moldes que o presidente Lula fez em 2002, Boulos participou de sabatina promovida pelo UOL e pelo jornal Folha de S.Paulo. Nunes recusou o convite.
A participação do psolista começou com alarde: ele disse que irá apresentar uma denúncia "grave" contra o atual prefeito de São Paulo, que deve começar a ser exibida para a população a partir de terça-feira (22), durante o programa eleitoral de TV.
"Vou apresentar um tema grave contra Nunes ao longo desta semana. Existe materialidade e algo novo", afirmou.
Boulos disse que vai apresentar a anatomia dos esquemas que foram feitos na Prefeitura durante os últimos três anos e meio. "O orçamento de São Paulo tem que ser colocado à serviço de enfrentar desigualdades históricas", acrescentou.
O candidato de Lula também comentou sobre a polêmica das pesquisas. Ele disse não considerar tentativa de censura o pedido que fez semana passada para interromper a divulgação do levantamento Datafolha sobre a corrida eleitoral de São Paulo.
"Quando uma pesquisa ocorre não seguindo a legislação eleitoral, por lei a consequência natural é que ela deixe de circular", disse.
O psolista argumentou que foi feita uma ponderação que não estava prevista no registro do levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e que isso teria alterado os resultados da pesquisa.
"A pesquisa assim cria na sociedade um sentimento de eleição decidida. Um sentimento de que as coisas já estão resolvidas. Se desanima os eleitores de um lado", afirmou.
A pesquisa apontou que Nunes tem 51% das intenções de voto, enquanto Boulos tem 33%.
Na sabatina, Boulos reafirmou "brigas" pelas quais vai lutar caso seja eleito no dia 27 de outubro.
"Vou comprar a briga da distribuição adequada do orçamento de São Paulo para combater desigualdade", disse.
Questionado sobre suas propostas para motoristas de transporte de aplicativo, o candidato disse que vai liberá-los do rodízio e que haverá o compartilhamento de dados nas plataformas com a Prefeitura.
"Vamos estabelecer quilometragem mínima diária. Serão cerca de 40 mil carros a mais por dia. Ele ressaltou que impacto da medida no trânsito seria mínimo.
O candidato à Prefeitura de São Paulo afirmou ainda que será preciso uma parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco do Brasil para obter crédito e financiar suas propostas de aumentar a frota de ônibus elétrico, que serão pagos por rodagem, caso seja eleito.
Ele também falou sobre suas ideias para o meio ambiente, afirmando que jogará "pesado" na área de resíduos sólidos na cidade. "Vamos universalizar coleta seletiva de lixo e fazer parceria com cooperativas de catadores", disse.
Boulos defendeu que serviços essenciais da cidade devem ter controle público e criticou a empresa Enel por causa do apagão do dia 11 de outubro. "Não dá para Enel ficar mais. Eu defendo o controle público da Enel", afirmou o psolista.
O parlamentar reafirmou a sua intenção de usar tecnologia utilizada em várias cidades ao redor do mundo para otimizar a poda de árvores como solução para os problemas recentes de energia em São Paulo.
Em relação à segurança pública, Boulos reafirmou que respeita a Guarda Civil Metropolitana (GCM) e que irá dobrar o salário de seus membros. Mas, também disse que irá responsabilizar guardas civis que cometam crimes. "Quem usa farda para cometer crimes tem que ser responsabilizado", afirmou.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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