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Segundo o fundo, a Argentina apresenta “desempenho melhor que o esperado”, com queda na inflação, reconstrução da credibilidade, programas de consolidação fiscal, entre outros

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou um acordo preliminar sobre a oitava revisão do pacote de ajuda à Argentina. As negociações foram feitas com membros do governo do presidente Javier Milei nos últimos dias.
Dessa forma, há um caminho aberto — e quase livre — para que o país consiga um crédito que pode chegar a US$ 1 bilhão com o fundo.
Segundo o FMI, a Argentina apresenta “desempenho melhor que o esperado”, com queda na inflação, reconstrução da credibilidade, programas de consolidação fiscal, entre outros.
Além disso, há "esforços continuados em andamento para melhorar a qualidade e a justiça da consolidação fiscal", bem como refinar arcabouços monetário e cambial e enfrentar gargalos de crescimento. Recentemente, o país registrou seu primeiro superávit fiscal em quase duas décadas.
Vale destacar que, em outros momentos, o FMI já havia sinalizado que estava acompanhando e vendo com bons olhos a evolução fiscal da Argentina.
Inclusive, o país espera que a inflação de abril avance apenas um dígito, representando o primeiro aumento de preços dessa intensidade em seis meses, segundo o Indec, o equivalente ao IBGE da Argentina.
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Mais precisamente, as agências especializadas do país esperam que os preços subam entre 8% e 9%. Já para maio, a expectativa é de uma alta de 4% a 6%, representando uma desinflação ainda maior.
A inflação oficial de abril só deve ser conhecida na próxima quarta-feira (15).
A última vez que a Argentina teve uma inflação de um dígito foi durante o governo de Alberto Fernández, derrotado por Milei em dezembro do ano passado, quando os preços subiram 8,3% em outubro.
O comunicado do FMI ainda considerou que as autoridades do país herdaram "uma situação econômica e social muito desafiadora", mas agiram de modo decisivo em um plano de estabilização, baseado em uma âncora fiscal forte, na recusa ao financiamento monetário e em correções de preços relativos.
Isso gerou um progresso mais rápido que o antecipado para restaurar a estabilidade macroeconômica e levar o programa "firmemente de volta aos trilhos".
Na política monetária e fiscal, a prioridade segue a de seguir com o processo de desinflação, fortalecendo as reservas e o balanço do Banco Central da República Argentina (BCRA).
No entanto, fontes do governo ouvidas pelo jornal La Nación revelaram que Milei deve reduzir o ritmo de sua motosserra — símbolo de sua campanha de cortes de gastos públicos — nos próximos meses.
O objetivo é evitar o impacto social negativo, já que a insatisfação da população segue alta e as centrais sindicais não param de convocar greves no país. Com isso, houve uma queda no ritmo de redução anual dos gastos do governo.
Em termos reais, as despesas primárias encolheram 39,4% em janeiro e 35% em março, de acordo com o Instituto Argentino de Análise Fiscal (Iaraf).
Quem impediu uma queda maior dos gastos foram as despesas envolvendo aposentadorias e pensões, um dos problemas principais da atual gestão para sanar as contas públicas.
O governo também desacelerou os reajustes de programas sociais e salários dos servidores públicos, que também pressionaram por uma queda maior nas despesas.
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